Foi isto, por estas ou outras palavras parecidas, que perguntaram à D. Clementina Carvalho quando ela respondeu se queria, ou não, regressar ao seu trabalho ou negociar a saída, quando hoje interpôs a providência cautelar que suspenderá o seu despedimento e que entrou nos Serviços do Ministério Público do Tribunal do Trabalho.
A D. Clementina Carvalho respondeu ao Senhor Procurador do MP que não aceitava negociações, indemnizações ou quaisquer outras coisas, senão o direito ao emprego porque tinha duas crianças para alimentar e estava sozinha nessa tarefa.
Eu nunca quis fazer referência directa sobre a ilegalidade do despedimento mas, já agora, queria que todas as pessoas que lêem esta página, e são muitas e algumas bem identificadas, fossem informadas onde está o artigo do Código do Trabalho que impede que se tenha um, dois ou três empregos ao mesmo tempo.
Já agora, a razão apresentada para o despedimento é simplesmente anedótica, para não dizer outra coisa.
Veja-se a decisão, recebida por correio normal para não ser possível a contagem do tempo, mas eu já estava em cima do acontecimento para a apresentação da providência cautelar.
Deve ser alguma marosca, idêntica à minha tão propalada expulsão, que nunca existiu, como proximamente se provará. Ou alguém acredita que, se eu dela tivesse conhecimento, não entrava por aquela casa dentro e antes de partir para a guerra dos tribunais partia a cara a alguém?
A decisão recebida de despedimento vinha baseado na seguinte conclusão:
“2. Consequentemente, a arguida, com o seu comportamento, violou vários deveres expressamente previstos como competindo ao trabalhador, nos termos das alíneas a), c) e d) do nº1 e nº2 do art. 121º do CT (Lei 99/203 de 27 de Agosto), consubstanciando infracção disciplinar”
Ora, para quem não tem este artigo da Lei à mão eu transcrevo-o para que se possam rir um pouco da conclusão do inquérito disciplinar tendo em vista o hipotético despedimento, que se pretendia levar por diante, mas que não conseguiram.
E SÃO UMA IRMANDADE, SOB OS AUSPÍCIOS DA IGREJA CATÓLICA, A QUEM HIERARQUICAMENTE ESTÃO SUJEITOS, E QUE SABE DE TUDO O QUE SE PASSA PORQUE LHE DOU CONHECIMENTO, PASME-SE!
Lei n.º 99/2003 de 27 de Agosto
Aprova o Código do Trabalho
A Assembleia da República decreta, nos termos da alínea c) do artigo 161.º da Constituição, para valer como lei geral da República, o seguinte:
Artigo 121.º
Deveres do trabalhador
1 - Sem prejuízo de outras obrigações, o trabalhador deve:
a) Respeitar e tratar com urbanidade e probidade o empregador, os superiores hierárquicos, os companheiros de trabalho e as demais pessoas que estejam ou entrem em relação com a empresa;
b) Comparecer ao serviço com assiduidade e pontualidade;
c) Realizar o trabalho com zelo e diligência;
d) Cumprir as ordens e instruções do empregador em tudo o que respeite à execução e disciplina do trabalho, salvo na medida em que se mostrem contrárias aos seus direitos e garantias;
e) Guardar lealdade ao empregador, nomeadamente não negociando por conta própria ou alheia em concorrência com ele, nem divulgando informações referentes à sua organização, métodos de produção ou negócios;
f) Velar pela conservação e boa utilização dos bens relacionados com o seu trabalho que lhe forem confiados pelo empregador;
g) Promover ou executar todos os actos tendentes à melhoria da produtividade da empresa;
h) Cooperar, na empresa, estabelecimento ou serviço, para a melhoria do sistema de segurança, higiene e saúde no trabalho, nomeadamente por intermédio dos representantes dos trabalhadores eleitos para esse fim;
i) Cumprir as prescrições de segurança, higiene e saúde no trabalho estabelecidas nas disposições legais ou convencionais aplicáveis, bem como as ordens dadas pelo empregador.
2 - O dever de obediência, a que se refere a alínea d) do número anterior, respeita tanto às ordens e instruções dadas directamente pelo empregador como às emanadas dos superiores hierárquicos do trabalhador, dentro dos poderes que por aquele lhes forem atribuídos.
SEM MAIS COMENTÁRIOS!
sexta-feira, 16 de Outubro de 2009
quarta-feira, 14 de Outubro de 2009
Interposição de uma providência cautelar.
Para os menos entendidos na matéria esclareço que um trabalhador tem cinco dias para interpor uma providência cautelar desde a data da recepção da decisão de despedimento, a fim de conseguir a suspensão deste acto, evitando que o arrastar do processo o deixe no desemprego.
Depois o tribunal analisa as provas e decide se há ou não justa causa para a dispensa.
Apesar de estar marcada a apresentação de queixa no tribunal do trabalho para o próximo dia 23, pelas 14H30, conforme documento a seguir, é desde já interposta uma providência cautelar para suspender o despedimento e voltar ao seu posto de trabalho até à conclusão do inquérito a efectuar pelo tribunal.
A brincadeira acabou e vai ser comunicada a todas as entidades relacionadas com a Santa Casa da Misericórdia.
A D. Clementina Carvalho não estará nunca mais sozinha.
Vai regressar pela porta grande, como eu o farei proximamente.
E depois de uma auditoria às contas da Irmandade tudo se vai esclarecer porque sempre me quiseram longe.

Desculpe D. Clementina Carvalho, mas tive de fazer censura ao seu comentário na página anterior.
Agora que estou formalmente dentro do processo disponibilizando-me para ser sua testemunha no Tribunal do Trabalho, juntamente com as anteriores já referidas no processo que por medo não foram testemunhar mas que agora serão formalmente notificadas para ir, quero que a Senhora ganhe o processo que lhes vai instaurar de imediato.
Conhecendo eu aquela gente, certamente que o que a Senhora escreveu poderia vir a ser usado contra si, pelo que entendi fazer censura e retirar o comentário.
Compreendo o seu estado de espírito e a sua revolta, mas tem de ter calma e ponderação para não perder a razão. A justiça é lenta, mas chega.
Pela leitura das conclusões da instrutora do processo concluo que é mais um processo que vai perder, pelo que tem de ter sangue frio, garantindo-lhe que a Senhora vai voltar ao seu posto de trabalho muito rapidamente.
Comigo não vai aceitar indemnizações para desistir disso, já que eu quero ter o gozo de a ver regressar pela porta grande.
Agradeço a sua disponibilidade para partilhar comigo no Ministério Público as informações que prestou, no processo que está a correr os seus trâmites contra aqueles denominados “Irmãos”.
terça-feira, 13 de Outubro de 2009
O que dirá o Senhor Patriarca que tanto defendeu esta mesinha e é igualmente responsável por tudo o que se passa na SCMO?
Foi-me agora comunicado que a D. Clementina Carvalho recebeu uma carta da advogada da Irmandade a informá-la que, pasme-se, foi despedida com justa causa!
Esta gentinha não merece mais nada que o recurso para o tribunal de trabalho de Lisboa, o que vai ser feito amanhã mesmo.
Trata-se de uma decisão que contraria todos os princípios que deveriam nortear a postura daqueles que se dizem muito católicos, muito “virados” para a Igreja, muito humanos, muito solidários com o próximo, etc., etc.
É o que se pode classificar de uma decisão repugnante.
Não entendi muito bem o que é que eu vi nesta gente para autorizar que fizessem parte da minha equipa quando decidimos abraçar um projecto para a Santa Casa da Misericórdia de Oeiras há uns anos.
Mas, mesmo assim, querem perpetuar-se lá, não sei bem porquê, ou talvez saiba.
Não fora o Engenheiro Leite Pereira dizer que estes seres eram boa gente e eu nunca tinha permitido a sua inclusão na nossa lista.
Vamos ter de tomar as devidas decisões.
Agora é irreversível. Acabaram-se os compromissos assumidos.
Vai dar-se conhecimento público desta decisão.
quarta-feira, 7 de Outubro de 2009
EU COMPREENDO A EXPECTATIVA DE MUITOS, MAS………..
Estamos a avaliar um compromisso de silêncio tendo como contrapartida a realização da tão desejada Assembleia-Geral da Irmandade para repor a legalidade.
Pode ser que peçam a demissão e se vão embora, pois caso contrário tudo o que escrevi e o que ainda não escrevi, para não comprometer algumas funcionárias, vai ser analisado na Assembleia.
Foi sempre esta a minha grande preocupação porque se não a tivesse já muita coisa estaria aqui na página.
Certamente que haveria perseguições e processos de despedimento, o que eu não quero, e há o compromisso de não haver essas perseguições e esses processos se tudo for debatido em Assembleia, com a minha presença.
sexta-feira, 25 de Setembro de 2009
As pressões da Igreja no processo disciplinar ditam o seu arquivamento
Segundo informação de dois dos elementos da mesinha fiquei a saber que por pressões da Igreja, eventualmente do Patriarcado, e/ou por conselho da advogada, foi decidido deixar cair o processo disciplinar ilegal que havia sido levantado à funcionária do Infantário do Traquinas.
Parece que agora vão andar a fazer renda e só participam à funcionária para regressar ao seu posto de trabalho depois de passar uns tempos, como aconteceu com um anterior processo disciplinar levantado a um outro funcionário.
Só que agora não têm nem coragem para lhe aplicar qualquer pena, mesmo que simbólica, já que sabem de ilegalidade do processo e do recurso que a funcionária apresentaria em tribunal, prevendo-se mais uma derrota dos serviços de contencioso da Irmandade.
Seria mais uns dinheirinhos mal gastos mas como é preciso haver dinheiro para as gasolinas para os fins privados, para as anedóticas isenções de horário de trabalho bem como para horas extras injustificáveis, para não falar de outros gastos com refeições especiais, vão arquivar o processo.
Por outro lado, enviam circulares para as valências para aumentar o valor das refeições a todos os funcionários, os de segunda categoria. Sim, porque há filhos da mãe e filhos da mulher a dias.
quarta-feira, 23 de Setembro de 2009
Será que aquela gentinha tem um rasgo de amor pelo próximo e decide hoje na reunião da mesinha o arquivamento do processo disciplinar ilegal?
domingo, 20 de Setembro de 2009
O DIREITO À INDIGNAÇÃO DA D. CLEMENTINA
cópia para Patriarcado, Padre Fernando Martins, Insp. Geral de Trabalho, Segurança Social e Advogado
A D.CLEMENTINA CARVALHO ESCREVEU UM COMENTÁRIO REPUDIANDO UM OUTRO RECEBIDO SOBRE A PÁGINA QUE EU ESCREVI NO PASSADO DIA 14.
COLOCO-ME À SUA DISPOSIÇÃO PARA LHE FACULTAR A IDENTIFICAÇÃO DE QUEM O ENVIOU.
PELO QUE SE PERCEBE FALECEU ONTEM O SEU PAI.
AQUELES SERES HUMANOS(?) E CRISTÃOS(?) DA SCMO NÃO ACHAM QUE É ALTURA DE PARAR COM A ILEGALIDADE DO PROCEDIMENTO DISCIPLINAR????
COMENTÁRIO SEM COMENTÁRIOS
"Para o anónimo que escreveu o comentário no blog,eu respondo com a coragem de me identificar...perdi o meu avô á 6meses,á 3 meses,ou seja,90 longos dias que assisto impotente ao sofrimento do meu pai,que com a bondade de Deus terminou hoje ás 14h e quem na SCMO respeitou o meu sofrimento?
Ao roubarem-me as horas preciosas que tinha para estar com ele a brincar aos processos disciplinares? Por isso como escreveu e muito bem o silencio em certas alturas da vida vale ouro por isso CALE-SE...e agora vou eu ensinar-lhe que AS NOSSAS ATITUDES SÃO O REFLEXO DOS NOSSOS SENTIMENTOS e que só sabe dar valor quem passa por elas e sim, é muito doloroso perder aqueles que nos deram a vida, que nos ensinaram a ser SERES HUMANOS e que é apartir destas horas que aprendemos o verdadeiro sentido de SAUDADE ETERNA...
Para as minhas colegas que me apoiaram nesta hora de dor; parto amanha na minha ultima viagem com o meu pai para o Alentejo para acompanha-lo á sua ultima morada levo a vossa amizade no meu coração e sei que fico no vosso....
Clementina Carvalho Serra"
A D.CLEMENTINA CARVALHO ESCREVEU UM COMENTÁRIO REPUDIANDO UM OUTRO RECEBIDO SOBRE A PÁGINA QUE EU ESCREVI NO PASSADO DIA 14.
COLOCO-ME À SUA DISPOSIÇÃO PARA LHE FACULTAR A IDENTIFICAÇÃO DE QUEM O ENVIOU.
PELO QUE SE PERCEBE FALECEU ONTEM O SEU PAI.
AQUELES SERES HUMANOS(?) E CRISTÃOS(?) DA SCMO NÃO ACHAM QUE É ALTURA DE PARAR COM A ILEGALIDADE DO PROCEDIMENTO DISCIPLINAR????
COMENTÁRIO SEM COMENTÁRIOS
"Para o anónimo que escreveu o comentário no blog,eu respondo com a coragem de me identificar...perdi o meu avô á 6meses,á 3 meses,ou seja,90 longos dias que assisto impotente ao sofrimento do meu pai,que com a bondade de Deus terminou hoje ás 14h e quem na SCMO respeitou o meu sofrimento?
Ao roubarem-me as horas preciosas que tinha para estar com ele a brincar aos processos disciplinares? Por isso como escreveu e muito bem o silencio em certas alturas da vida vale ouro por isso CALE-SE...e agora vou eu ensinar-lhe que AS NOSSAS ATITUDES SÃO O REFLEXO DOS NOSSOS SENTIMENTOS e que só sabe dar valor quem passa por elas e sim, é muito doloroso perder aqueles que nos deram a vida, que nos ensinaram a ser SERES HUMANOS e que é apartir destas horas que aprendemos o verdadeiro sentido de SAUDADE ETERNA...
Para as minhas colegas que me apoiaram nesta hora de dor; parto amanha na minha ultima viagem com o meu pai para o Alentejo para acompanha-lo á sua ultima morada levo a vossa amizade no meu coração e sei que fico no vosso....
Clementina Carvalho Serra"
quarta-feira, 16 de Setembro de 2009
QUEM EXPLICA AOS PAIS DAS CRIANÇAS O AUMENTO EXAGERADO DAS CAPITAÇÕES.
SERÁ PARA PAGAR AS GASOLINAS A CARROS DA IRMANDADE PARA USO PRIVADO, HORAS EXTRAS DESNECESSÁRIAS PARA PAGAR SILÊNCIOS, ISENÇÕES DE HORÁRIOS DE EFICIENTES FUNCIONÁRIAS, ORDENADOS A REFORMADOS IMPRESCINDÍVEIS E AMIGOS DA FAMÍLIA, PEQUENOS-ALMOÇOS E ALMOÇOS PESSOAIS?
segunda-feira, 14 de Setembro de 2009
HÁ MOMENTOS EM QUE A DESGRAÇA NOS BATE À PORTA E NOS LEMBRAMOS DO PRÓXIMO QUE TAMBÉM SOFRE, ALTERANDO PROCEDIMENTOS E PERSEGUIÇÕES.
Uma atitude nobre, é o mínimo que se pode chamar!
Tomei conhecimento que a D. Clementina Carvalho esteve presente no velório da Mãe da Senhora Provedora, para lhe manifestar a sua solidariedade nesta hora difícil que a Dra Eduarda Godinho está a passar.
Há coisa que são esquecidas, há zangas e rancores deitados para as costas e, nesta hora, é hora de transmitir a nossa compreensão pela dor que nos causa o desaparecimento de um ente tão querido como é a nossa Mãe ou o nosso Pai.
A D. Clementina Carvalho, alvo de um processo disciplinar injusto, ilegal e brutal, tem ainda presente no seu coração o desaparecimento do seu Avô e acompanha o sofrimento terminal do seu Pai, que se encontra hospitalizado.
Mas não se esqueceu de estar presente a acompanhar a Dra Eduarda Godinho, numa demonstração de enorme bondade e de nobreza de sentimentos.
sexta-feira, 11 de Setembro de 2009
PARA QUEM NÃO FOI TESTEMUNHAR POR MEDO, COMO VAI PROCEDER NO FUTURO?
ALGUMAS DISSERAM LOGO QUE NÃO IAM PORQUE TINHAM RECEBIDO AMEAÇAS DE PROCESSO DISCIPLINAR.
HOJE, ERA PELA D. CLEMENTINA, AMANHÃ, SERÁ POR ELAS. VÃO SER CHAMADAS IGUALMENTE PARA IR A TRIBUNAL, QUER QUEIRAM QUER NÃO.
AO MENOS, A D. CLEMENTINA TEVE A DIGNIDADE DE PARTICIPAR AO FISCO QUE TRABALHAVA LEGALMENTE, OUTRAS HÁ QUE TRABALHAM MAS NÃO PAGAM NEM SEGURANÇA SOCIAL NEM IMPOSTO.
É TUDO LIMPO PARA OS BOLSOS.
COMO VÃO PROCEDER AGORA, TANTO AS QUE TRABALHAM NAS CASAS JÁ IDENTIFICADAS COMO AS “PATROAS” QUE FOGEM AO PAGAMENTO DA SEGURANÇA SOCIAL?
POR OUTRO LADO, TAMBÉM VÃO TER PROCESSO DISCIPLINAR, POR TRABALHAREM FORA DA IRMANDADE?
terça-feira, 8 de Setembro de 2009
TRANSCRIÇÃO COMPLETA DE UM COMENTÁRIO DA FUNCIONÁRIA, IDENTIFICADA, COM O PROCESSO DISCIPLINAR
Sr. Paulo Miranda, apesar de não o conhecer pessoalmente, aproveito a oportunidade para lhe agradecer o tempo, a atenção e o apoio prestado no seu blog.
Venho pedir-lhe também, para não mencionar o nome de colegas ou pais envolvidos a fim de não ferir susceptibilidades e aproveito para lhe contar a história na primeira pessoa...
Começo já por lhe dizer que nada tenho a apontar à Santa Casa da Misericórdia de Oeiras, como instituição e que lamento, apesar de várias tentativas, não conseguir aceder à Mesa Administrativa ou à Sr.ª Provedora.
Sou funcionária da instituição há 10 anos e posso-lhe garantir que sempre trabalhei por e com gosto apesar do factor necessidade, é claro.
Pelo factor necessidade, também, fui obrigada ao longo destes anos a ter vários trabalhos em simultâneo (assim como outras colegas mas, cada um sabe de si e Deus sabe de todos) pelo facto de ser mãe solteira, dificuldades essas que a SCMO sempre teve conhecimento e que muitas vezes me ajudou ao disponibilizar os meus subsídios antecipadamente, daí mais uma vez frisar, que nunca tive nem nada tenho contra a SCMO, apenas me tenho estado a defender de um ataque injusto.
Tendo o gosto pela minha actividade mas não tendo nenhuma formação específica, disponibilizei-me a frequentar o Curso de Auxiliar de Acção Educativa fornecido pela instituição (uma iniciativa a louvar por parte da SCM).
Frequentei o curso grávida da minha filha mais velha e por ser mãe solteira (neste momento de duas filhas) sempre tive muita consideração e zelo pelas crianças e orgulho-me muito de, ao longo destes anos, ter feito parte das suas vidas, poder contribuir para o seu bem-estar físico e psicológico; obviamente que sou humana e não sou perfeita.
Há dois anos por motivos de ordem familiar e pessoal pedi que me fosse concedida uma licença sem vencimento, o estado de saúde de meu avô era delicado sofria de diabetes (controlo feito varias vezes ao dia por mim) e estava prestes a ser submetido a várias cirurgias sendo por isso, para mim complicado cumprir horários.
Precisava de disponibilidade para lhe valer quando era necessário e uma vez que trabalhava com crianças, uma responsabilidade acrescida à qual não podia de ânimo leve virar as costas cada vez que o meu telefone tocasse.
O meu avô faleceu há 5 meses não havendo então motivo para prolongar a minha licença pedi para retomar à SCMO. Outros empregos sempre tive e continuarei a ter a fim de não passar fome…
Por este motivo não me sinto culpada ou arguida de nada como refere a instrutora do processo levantado pela SCMO.
Após ter-me deslocado à SCMO e escrevendo uma carta pedindo para retomar a minha actividade foi-me solicitada, por uma funcionária administrativa para facultar (o que mais tarde vim a saber que não era obrigada a fazê-lo) os meus descontos da Segurança Social.
Uma vez que não tinha nada a esconder, na minha ignorância fui vítima colaborativa do meu processo disciplinar pois, foi sobre essa declaração da SS que a SCMO se baseou para me acusar de falsos testemunhos.
Agora pergunto eu: Se os meus testemunhos fossem falsos também teria omitido os meus descontos, nunca iria de livre e espontânea vontade levá-los pessoalmente à SCMO.
E foi a partir deste processo disciplinar que toda esta história evoluiu como tem sabido e escrito, sobre. No dia 28 de Agosto, como previsto, fui-me apresentar ao serviço e passados 25 minutos fui informada verbalmente e sem qualquer valor legal que estava suspensa.
Sim, estou a auferir do meu vencimento mas esse dinheiro não paga o meu sossego emocional uma vez que tenho o meu pai, neste momento, hospitalizado há 90 dias depois de quatro operações a um cancro no pulmão e por isso gostava de guardar as minhas forças psicológicas para esta batalha, mas não vou deixar de lutar por aquilo que acho injusto e graças às minhas filhas não perco nem nunca perderei o gosto pela vida e pelo que é justo nela.
Despeço-me atenciosamente apesar de ainda haver muito mais para dizer mas o discurso já vai longo e cansativo assim como o meu processo e intenção de despedimento.
Agradeço todo o apoio jurídico por parte do meu advogado e emocional por parte das minhas colegas.
Clementina Carvalho
segunda-feira, 7 de Setembro de 2009
As ameaças e a pressão sobre as funcionárias já começaram. O que dirá a Igreja, o Patriarcado, a SS, a Inspecção de Trabalho e o Tribunal de Trabalho?
Era de prever!
A funcionária recebeu uma carta a suspendê-la do serviço de uma forma não prevista na Lei já que a Lei 7/2009 de 12 de Fevereiro diz, textualmente, que a suspensão a ter lugar e se a presença da mesma no serviço se mostrar inconveniente, devia ter sido comunicada com a notificação da nota de culpa enviada a 17 de Julho último e não por carta recebida na passada sexta feira, dia 4 de Setembro.
Depois deste erro processual, que vai ser provado em tribunal pelos registos de recepção respectivos, a funcionária viu-se hoje confrontada com a informação prestada pelas suas colegas que, alegadamente, haviam sido ameaçadas com um processo disciplinar se fossem testemunhar na hora de serviço.
Ora, a audição de todas as dez testemunhas foi marcada pela inquiridora para horas que apanham o horário normal de trabalho, pelo que todas estão com medo de represálias.
Interessante se verifica que "por razões de ordem profissional" foi alterado o local de inquirição de uma testemunha, passando a mesma a ser no local de trabalho.
No entanto, para as outras funcionárias da mesma casa, entenda-se SCMO, não houve a preocupação de fazer as inquirições no local de trabalho, obrigando-as a deslocar-se ao escritório da instrutora do processo.
A notificação para a inquirição foi, ou vai ser, entregue a cada funcionário, para evitar o dito procedimento disciplinar.
Se este assunto não ficar por aqui e se for necessário recorrer ao Tribunal de Trabalho, a(o)s funcionária(o)s mencionados na resposta à nota de culpa (retirei os nomes das testemunhas a pedido da funcionária), dois Mesários antigos e duas Mães de crianças vão ser notificadas pelo tribunal para depor e, aí, já não poderão faltar porque vão ser consideradas testemunhas indispensáveis.
Esta gente que gere os destinos da Irmandade não tem a humildade de parar e ver que está a proceder mal.
Uma funcionária disse-me, em tom de desabafo, que a mesinha não devia saber o que se está a passar, já que há coisas que a ex-auxiliar administrativa do Dr. Ramos Osório, hoje com o título de directora de serviços, decide sem dar satisfações a ninguém.
Custa-me a acreditar, mas tudo é possível.
Para que não haja dúvida, transcrevo a lei 7/2009 de 12 de Fevereiro, no que diz respeito à possibilidade de suspensão da funcionária e à audição das testemunhas.
Artigo 354º
1.Com a notificação da nota de culpa, o empregador pode suspender preventivamente o trabalhador cuja presença na empresa se mostrar inconveniente, mantendo o pagamento da retribuição.
Artigo 356º
2.Se o despedimento respeitar a trabalhadora grávida, puérpera ou lactante ou a trabalhadora no gozo de licença parental, o empregador, por si ou através de instrutor que tenha nomeado, deve realizar as diligências probatórias requeridas na resposta à nota de culpa, a menos que as considere patentemente dilatórias ou impertinentes, devendo neste caso alegá-lo fundamentadamente por escrito.
4.O trabalhador deve assegurar a comparência das testemunhas que indicar.
A funcionária recebeu uma carta a suspendê-la do serviço de uma forma não prevista na Lei já que a Lei 7/2009 de 12 de Fevereiro diz, textualmente, que a suspensão a ter lugar e se a presença da mesma no serviço se mostrar inconveniente, devia ter sido comunicada com a notificação da nota de culpa enviada a 17 de Julho último e não por carta recebida na passada sexta feira, dia 4 de Setembro.
Depois deste erro processual, que vai ser provado em tribunal pelos registos de recepção respectivos, a funcionária viu-se hoje confrontada com a informação prestada pelas suas colegas que, alegadamente, haviam sido ameaçadas com um processo disciplinar se fossem testemunhar na hora de serviço.
Ora, a audição de todas as dez testemunhas foi marcada pela inquiridora para horas que apanham o horário normal de trabalho, pelo que todas estão com medo de represálias.
Interessante se verifica que "por razões de ordem profissional" foi alterado o local de inquirição de uma testemunha, passando a mesma a ser no local de trabalho.
No entanto, para as outras funcionárias da mesma casa, entenda-se SCMO, não houve a preocupação de fazer as inquirições no local de trabalho, obrigando-as a deslocar-se ao escritório da instrutora do processo.
A notificação para a inquirição foi, ou vai ser, entregue a cada funcionário, para evitar o dito procedimento disciplinar.
Se este assunto não ficar por aqui e se for necessário recorrer ao Tribunal de Trabalho, a(o)s funcionária(o)s mencionados na resposta à nota de culpa (retirei os nomes das testemunhas a pedido da funcionária), dois Mesários antigos e duas Mães de crianças vão ser notificadas pelo tribunal para depor e, aí, já não poderão faltar porque vão ser consideradas testemunhas indispensáveis.
Esta gente que gere os destinos da Irmandade não tem a humildade de parar e ver que está a proceder mal.
Uma funcionária disse-me, em tom de desabafo, que a mesinha não devia saber o que se está a passar, já que há coisas que a ex-auxiliar administrativa do Dr. Ramos Osório, hoje com o título de directora de serviços, decide sem dar satisfações a ninguém.
Custa-me a acreditar, mas tudo é possível.
Para que não haja dúvida, transcrevo a lei 7/2009 de 12 de Fevereiro, no que diz respeito à possibilidade de suspensão da funcionária e à audição das testemunhas.
Artigo 354º
1.Com a notificação da nota de culpa, o empregador pode suspender preventivamente o trabalhador cuja presença na empresa se mostrar inconveniente, mantendo o pagamento da retribuição.
Artigo 356º
2.Se o despedimento respeitar a trabalhadora grávida, puérpera ou lactante ou a trabalhadora no gozo de licença parental, o empregador, por si ou através de instrutor que tenha nomeado, deve realizar as diligências probatórias requeridas na resposta à nota de culpa, a menos que as considere patentemente dilatórias ou impertinentes, devendo neste caso alegá-lo fundamentadamente por escrito.
4.O trabalhador deve assegurar a comparência das testemunhas que indicar.
quarta-feira, 2 de Setembro de 2009
Lanço um desafio à Mesa Administrativa para a reunião de hoje
Deixo ao critério desta mesinha administrativa o desafio de IMEDIATAMENTE suspender o inquérito disciplinar instaurado à funcionária D. Clementina Carvalho e permitir que retome as suas funções no infantário Traquinas.
Depois de uma suspensão ilegal decretada pela sempre diligente auxiliar administrativa do Dr. Ramos Osório, hoje elevada a Directora de Serviços, tudo o que se fizer para remediar o erro é bem-vindo.
Certamente que este inquérito não trará conclusões, já que a funcionária irá para o tribunal para provar que todos sabiam que ela tinha outro emprego para fazer face aos encargos de ser Mãe solteira e de ser o amparo de familiares que sofriam, e sofrem, de doenças terminais.
No entanto nunca descurou o elevado sentido profissional que sempre manifestou no desempenho das suas funções no infantário, como vai ser demonstrado no inquérito ou no tribunal, com o testemunho de Pais de crianças e funcionárias.
Será mais uma derrota dessa mesinha e, por outro, é a demonstração da sua falta de sentido humanitário, para não dizer mais nada.
E vai esta gente à missa!
Como sempre esta página vai ser enviada para o Patriarcado e para uma grande parte de verdadeiros Irmãos.
Depois de uma suspensão ilegal decretada pela sempre diligente auxiliar administrativa do Dr. Ramos Osório, hoje elevada a Directora de Serviços, tudo o que se fizer para remediar o erro é bem-vindo.
Certamente que este inquérito não trará conclusões, já que a funcionária irá para o tribunal para provar que todos sabiam que ela tinha outro emprego para fazer face aos encargos de ser Mãe solteira e de ser o amparo de familiares que sofriam, e sofrem, de doenças terminais.
No entanto nunca descurou o elevado sentido profissional que sempre manifestou no desempenho das suas funções no infantário, como vai ser demonstrado no inquérito ou no tribunal, com o testemunho de Pais de crianças e funcionárias.
Será mais uma derrota dessa mesinha e, por outro, é a demonstração da sua falta de sentido humanitário, para não dizer mais nada.
E vai esta gente à missa!
Como sempre esta página vai ser enviada para o Patriarcado e para uma grande parte de verdadeiros Irmãos.
terça-feira, 1 de Setembro de 2009
COM FERRO SE MATA, COM FERRO SE MORRE! FALTA SÓ A AUTORIZAÇÃO DO DR. RAMOS OSÓRIO
Por uma questão de princípio e de amizade, aguardo a devida autorização do Dr. Ramos Osório para publicar as peças do processo disciplinar levantado no Centro de Saúde de Oeiras há uns anos, quando era sua assistente administrativa.
Foi no seguimento do mesmo processo, e a pedido deste, que foi admitida ao serviço da SCMO, para os serviços da saúde, passando pela contabilidade e economato, regressando depois aos serviços de saúde.
Depois, numa ascensão meteórica, chegou onde chegou, sabe-se lá porquê e como!
segunda-feira, 31 de Agosto de 2009
E o cumprimento dos nºs 1 e 2 do Artº 354º da Lei 7/2009? É tudo uma rebaldaria?
Só estou à espera da cópia de um processo disciplinar levantado há uns anos no Centro de Saúde de Oeiras para fazer algumas comparações com o agora levantado à funcionária D. Clementina Carvalho do Infantário Traquinas.
Será que também foi para casa sem o cumprimento do Artº 354º (1 e 2) da Lei 7/2009?
Ou será que na SCMO qualquer pessoa manda outra para casa sem um documento escrito, com custos para a Irmandade?
Será a vingança do chinês?
Logo veremos se as ilegalidades e a incompetência na SCMO continuam!
Hoje, mais à noite, vou colocar na página alguns documentos interessantes sobre o dito processo do Centro de Saúde de Oeiras.
terça-feira, 18 de Agosto de 2009
O carro chorou, ontem! Foi por causa do Sporting, do monte alentejano e de outras passeatas a Castelo Branco que agora já não faz.
Fazia dó vê-lo chorar, quando viu o dono passar(assim se intitula junto dos amigos) e não o guiar.
Ele tinha esperança de voltar a ir ouvir no exterior do Estádio de Alvalade o entusiasmo dos adeptos do Sporting, como acontecia quando era levado pelo “dono” aos jogos, o que fazia algumas vezes acompanhado pelo Sr. Alberto, da capela da Irmandade, que anteriormente morava em Lisboa e a caminho do estádio.
Mas não, nem o foi cumprimentar. É mesmo mau!
Também tem saudade do sotaque das pessoas do monte, que não vê há quase dois ou três anos e que achava muito giro ouvi-las falar. É português, mas é diferente.
E as passeatas a Castelo Branco e outros sítios, que estão lançadas na contabilidade da Irmandade quando havia muito dinheiro para gastar, que são do conhecimento da D. Maria João Belo e mais alguém?
Agora substitui-me pelo carro em segunda mão e importado, com matrícula recente mas com uma data de anos de uso. É mesmo ingrato!
Mas parece que esse, pelo menos, é dele.
domingo, 16 de Agosto de 2009
Para dançar um tango são precisos dois. A orquestra já toca e agora só falta acabarem as férias repartidas.
sexta-feira, 14 de Agosto de 2009
As manobras de diversão e de intimidação
Fui informado que a trabalhadora recebeu uma carta registada a informá-la que deve assegurar a comparência das testemunhas por ela indicadas na resposta à nota de culpa do processo contra ela instaurado, tendo em vista o seu ilegal despedimento com justa causa.
Se fosse só isto, tudo bem, porque está previsto no Código do Trabalho.
Acontece que a instrutora do processo convoca essas testemunhas para os próximos dias 18 e 19, ou seja, daqui a dois dias úteis, numa altura em que todos estão de férias e ausentes de Lisboa.
A pressa em realizar as diligências solicitadas pela trabalhadora acompanha qualquer manobra, certamente.
Não se sabe qual a decisão da instrutora face à hipotética falta de comparência nesta data esquisita, porque não me acredito que uma testemunha venha da Turquia, outra do Porto e outras do Algarve, só porque a instrutora assim o decidiu arbitrariamente.
Deste modo aconselho esta trabalhadora a dirigir-se imediatamente à Segurança Social de Paço de Arcos e requerer apoio judiciário com dispensa de taxa inicial de justiça, de custas judiciais e de honorários do patrono.
Conhecendo o sentido humanitário e cristão da Santa Casa de Misericórdia, como eu conheço, penso que este assunto vai terminar no Tribunal de Trabalho de Lisboa, e não de Cascais como anteriormente tinha dito, pelo que se torna urgente proceder a esta diligência junto da Segurança Social que, geralmente, leva um mês a emitir documentação.
A seguir deve dirigir-se ao Tribunal de Trabalho de Lisboa onde, certamente, lhe será dado todo o apoio, até porque já lhe foi enviada esta página.
Ainda sobre a data da marcação das audiências das testemunhas, aconselho-a a dirigir-se ao IDICT das Larangeiras ou do Rossio para questionar da legalidade do prazo utilizado pela instrutora.
Assim fica salvaguardada de qualquer acção de despejo que, penso, está a ser forjada.
Continuarei a acompanhar esta situação e a denunciar tudo para que a trabalhadora não se sinta só.
Se estivesse sozinha podia contar com o despedimento, pela certa.
terça-feira, 4 de Agosto de 2009
Que moral há na Irmandade?
De acordo com o que disse, aqui segue a carta da SCMO enviada à funcionária que estava de licença sem vencimento e que a informa que há a vontade de lhe instaurar um processo disciplinar tendo em vista o seu despedimento com justa causa.
Naturalmente que a página vai chegar ao Senhor Patriarca de Lisboa e a Roma, bem como à Inspecção-Geral do Trabalho, para ver quem toma conta deste caso que já não espanta ninguém.
Sem mais comentários aqui vai a carta que foi enviada à funcionária que foi mãe há quatro meses e está de baixa de parto e a quem, nessa altura, morria o seu Avô.
Isto é digno da Santa Casa de Misericórdia de Oeiras!








sexta-feira, 31 de Julho de 2009
As funcionárias da Irmandade ficaram ricas e prometeram votar nesta equipa nas próximas eleições.
Certamente por aquilo que escrevi, lá houve o grande aumento de 1% a todas as funcionárias da Irmandade.
Ficaram ricas e até vão abrir uma conta nova aos filhos com o aumento, conta essa que só podem movimentar aos seus 18 anos, repetindo promessas eleitorais para as legislativas.
Os retroactivos, esses, estão previstos para mais tarde. Vou continuar a pressão para ver se pagam.
quarta-feira, 29 de Julho de 2009
AS TESTEMUNHAS DO PROCESSO DISCIPLINAR E OS DINHEIROS QUE FALTAM PARA OS AUMENTOS (actualizado)
Segundo me foi informado, vão ser chamadas a depor como testemunhas da trabalhadora o Senhor Eng.º Leite Pereira, a Dra. Eduarda Godinho, o Sr. Luís Bispo, a D. Isabel Almeida, a D. Raquel Veiga, o Dr. José Barreto e as Senhoras D. Célia Vilaboim, D. Ana Leonor Barreiros e D. Manuela Gonçalves e uma Mãe de criança, ou duas, sendo uma a D. Susana Correia.
Pedi para divulgar a defesa e aguardo informação documental sobre a resposta à nota de culpa, já enviada para a Irmandade, através da advogada, por correspondência registada com aviso.
Tomei conhecimento que não há dinheiro para aumentos este ano para a generalidade das funcionárias, excepto para as Auxiliares de Acção Educativa e Trabalhadoras Auxiliares, que viram o seu ordenado aumentar 1% a partir de Novembro.
Acho estranha esta situação de falta de liquidez da Irmandade, já que nos processos judiciais que me intentaram, e perderam, sempre foi afirmado que era desafogada a situação financeira da SCMO, contrariamente ao que eu sempre afirmei.
Devem, porventura, estar baseados nos conhecimentos técnicos e financeiros do actual tesoureiro, através da sua capacidade de somar e subtrair campas no cemitério, quando lá aparece.
Não entendo, por outro lado, que se prolongue a contratação de funcionárias que atingiram a sua reforma e que continuam a auferir vencimento pela Irmandade.
Deve haver qualquer coisa que os obrigue a manter esta situação no Infantário Julieta Pimenta.
O que será???
domingo, 26 de Julho de 2009
sábado, 25 de Julho de 2009
O sentido cristão da Mesa Administrativa, por sinal apoiada pelo Senhor Patriarca!
Que dirá o Senhor Patriarca quando receber esta página, porque eu farei questão de lha enviar, ao saber que a Mesinha que bate com a mão no peito e até lhe beija a mão, intenta um processo de despedimento com JUSTA CAUSA (!) a uma funcionária da Irmandade que está de licença sem vencimento.
De registar o sentido humanitário e cristão que esta Mesinha manifesta ao tentar despedir ilegalmente uma Mãe solteira com 2 filhos, que vive com o seu Pai com uma doença cancerosa e a quem faleceu recentemente um avô, por quem tinha sido criada.
Não se pode esquecer que esta funcionária está no período de baixa por parto, que termina no próximo dia 18 de Agosto e que deveria apresentar-se ao serviço no dia 28 seguinte, altura em que termina o seu segundo período de licença sem vencimento.
Cometeu o “crime” de trabalhar em dois empregos para sustentar a casa, como único meio de subsistência.
Não vende o corpo sem emitir factura, não! Trabalhou sempre em locais dignos de uma pessoa séria e que não desonram ninguém.
Quantas funcionárias na Irmandade tem dois empregos para suster a crise, algumas delas a dias e a lavar escadas, o que não desonra ninguém, desempenhando nos seus locais de trabalho funções que merecem elogios pelo seu profissionalismo.
A funcionária em questão recebeu, em data oportuna, uma carta da Mesa Administrativa assinada pela Senhora Provedora que dizia que a sua passagem a efectiva aos quadros da SCMO se devia «ao prestimoso trabalho e colaboração que tem vindo a prestar a esta Instituição» (sic).
De bestial a besta foi rápido! Ou será que há mais uma amiguinha para colocar no seu lugar?
Todos sabemos que na Irmandade há umas privilegiadas que têm isenção de horário e outras que recebem horas extraordinárias sem serem preciso fazer, mas esta não recebe nada.
Alegam-se na sua Nota de Culpa diversas acusações que serão devidamente refutadas.
Numa delas, a mais gritante, refere-se que a agora arguida no processo pediu licença sem vencimento para “UNICAMENTE” prestar assistência a familiares.
Vão ter de provar isso, porque é mentira, já que não foi UNICAMENTE essa a causa próxima para requerer a licença sem vencimento, mas isso e outros factos serão matéria para a sua defesa, a apresentar nos próximos dez dias a contar de 5ª feira passada, altura em que recebeu a nota de culpa.
Entretanto, vão amanhã à Missa, católicos Mesários, vão!
Na igreja peçam perdão pelo mal que têm feito à SCMO e deixem a Irmandade de vez.
sexta-feira, 24 de Julho de 2009
quinta-feira, 23 de Julho de 2009
HÁ GRANDE FESTA NO PIONEIRO!!! PORQUE SERÁ, PORQUE SERÁ???!!!!
ENTRETANTO, PARECE QUE OS HABITUAIS, E POR TODOS NÓS CONHECIDOS, JÁ ESTÃO A ESFREGAR AS MÃOS PELAS OBRITAS QUE VÃO CHEGAR! SABE-SE LÁ PORQUÊ!
domingo, 19 de Julho de 2009
Os novos “Irmãos” e o dinheiro dos “outros”
Pela leitura da nova listagem de “Irmãos” que me chegou às mãos pode verificar-se que sempre entraram alguns “Irmãos” depois da famosa data estipulada pelo Patriarcado. Era natural, tal era a necessidade de se forjarem todos os actos eleitorais realizados ou a realizar.
Vou publicar a listagem que me chegou num arquivo “pdf” que poderá ser comparado com outro dos “Irmãos” AP, entenda-se Antes Patriarcado.
Sobre o dinheiro dos candidatos a “Irmão” que ficou depositado em um saco azul, pensa-se aplicar esse dinheiro na reposição de dinheiros gastos com gasolinas em proveito próprio e para pagar algumas horitas extras que serviram para fazer serviços particulares, dentro e fora das horas normais de serviço.
Esse dinheiro também pode vir a ser contabilizado como pagamento de refeições e outras mordomias.
Não se sabe bem quem comprou e pagou as cadeiras destinadas a transporte de crianças que passearam meses, e meses, no carro da SCMO. Também deve entrar no encontro de contas.
quinta-feira, 16 de Julho de 2009
JÁ FOI PEDIDA A INTERVENÇÃO DA INSPECÇÃO GERAL DO TRABALHO PELA VIA DE E-MAIL E ACUSADA A SUA RECEPÇÃO
segunda-feira, 13 de Julho de 2009
Convinha arrumá-la, porque é competente e honesta….
A D. Adozinda, regressada de uma enfermidade que durou cerca de dois anos, não convinha ficar no seu posto de trabalho onde sempre desempenhou as suas funções com competência e dedicação.
Convinha colocá-la noutro lugar porque as funções que desempenhava como chefe de serviços de economato foram usurpadas e atribuídos a quem deve saber muito, pelos favores que lhe são concedidos através do pagamento de horas extraordinárias sem serem necessárias.
Vai ser por mim contactado o Tribunal de Trabalho para saber da legalidade da transferência e da alteração de funções.
Não exerçam represálias sobre a Senhora porque eu vim a saber por pessoa que não trabalha na Irmandade. Trata-se de uma utente do Centro de Dia, minha amiga e de respeitável idade, que está farta destas palhaçadas todas.
Tenham, ao menos, alguma vergonha na cara.
QUERO VER A CARA DA CHAMADA VERGONHA QUANDO HOUVER O DITO ENCONTRO DE TERCEIRO GRAU, PREVISTO PARA A HORA DE ALMOÇO. É SÓ AGUARDAR, COM PACIÊNCIA.
SÓ NÃO ACONTECEU JÁ ONTEM, PORQUE SE SABE PORQUÊ. PELO MENOS FOI O QUE ME INFORMARAM OS INTERESSADOS.
domingo, 12 de Julho de 2009
sexta-feira, 10 de Julho de 2009
quarta-feira, 8 de Julho de 2009
O desespero está instalado, mas a mesinha lá reuniu, apesar de poucos
Foi giro ver três carros a passear por Oeiras devagarinho, um deles o famoso do cemitério, sendo que o terceiro seguia com certa distância para filmar e, por vezes, aparecia em sentido contrário.
Esta gente já devia saber que só sou visto quando QUERO ser visto.
Eu, para já, não posso responder a provocações. Compreendem, não é assim?!
Como hoje há reunião da mesinha, o carro da Irmandade regressou à base, para os parceiros não verem o que se passa, na realidade.
Foram poucos, mas bons. Pelo menos já justificou a atribuição de viaturas para uso total.
SERÁ QUE VÊM DAQUI OS AUMENTOS???????????
terça-feira, 7 de Julho de 2009
Vai começar o princípio do fim. Não saíram com dignidade, vão sair como pediram
Vai começar a audição das testemunhas e declarantes do processo.
Começa, por uma questão de agenda, a audição do Sr. Diamantino, da mercearia fornecedora do Jardim de Infância Julieta Pimenta.
Seguir-se-ão dois motoristas da Irmandade e três funcionárias da Sede.
À medida da sua convocação, eu irei informando quem vai ser ouvido, na certeza, porém, que não tenho acesso às suas declarações nesta fase.
Tudo virá a público quando deixar de estar em segredo de justiça.
segunda-feira, 6 de Julho de 2009
Só a Mesinha não vê a chulice que continua, mas não há dinheiro para os aumentos de ordenado
Toda a gente já viu e está atenta.
Até a CMO mandou hoje mesmo um carro dos Serviços de Máquinas e Viaturas falar com os ditos vizinhos e tirar fotos ao carro do serviço que passou parte da manhã à porta da casa do encarregado do cemitério, enquanto dentro do recinto continua a estacionar o carro da SCMO.
quinta-feira, 2 de Julho de 2009
RIR PARA DENTRO
«Hoje rimos para dentro ao ver o encarregado do cemitério estar de cócoras a tentar arranjar o esguicha do jardim na hora do seu serviço do patrão que somos nós»(sic)
TAL COMO PROMETI, ESCREVI!
Tomei a liberdade de alterar de "cócaras" para "cócoras" e de acrescentar "do patrão que somos nós"
terça-feira, 30 de Junho de 2009
Por ter consciência do peculato de uso…(com fotos e tudo)
Telefonaram-me hoje três pessoas a dizer que o carrito lá foi visto pela manhã entre as 8 e as 8h30 num sítio que não convém dizer para proteger a informação (apesar de me terem enviado fotos elucidativas) e que, depois, foi colocado no parque da sua casa para ser trocado pelo seu privado, com o qual levou a esposa ao serviço.
Assim, anda controlada e evita surpresas na Irmandade.
Depois, demonstrando um total conhecimento do crime de peculato de uso, lá voltou a trocar de carro pelo da Irmandade e seguiu para o serviço.
Uns trabalhadores do cemitério, que já estão a pau com esta situação, verificaram que o encarregado estacionou o carrito no início da rua de acesso ao cemitério, e manteve-se dentro do mesmo para ver se era seguido. Só depois é que arrancou e escondeu o carro dentro do cemitério, em sítio proibido, segundo a hierarquia.
Nem preciso de andar!
Tudo me vem parar às mãos!
Eu, por vezes, vou confirmar algumas informações para não estar a escrever nestas páginas dados falsos que me possam criar problemas.
Mas também é azar!
Por um lado tem vizinhos muito “amigos”, depois os funcionários do cemitério estão protegidos pela hierarquia num programa bem definido e, finalmente, junto da Irmandade ou há muita gente e muitos funcionários.
É mesmo azar!
domingo, 28 de Junho de 2009
quarta-feira, 24 de Junho de 2009
O poder instituído. Chama-se a isto chulice.
(TIVE DE INTERROMPER UM ENCONTRO COM DUAS BENEFICIÁRIAS DO BANCO ALIMENTAR NUM CAFÉ PRÓXIMO DA IRMANDADE, E TESTEMUNHAS NO PROCESSO, PORQUE ME INFORMARAM QUE ALGUÉM IRIA SAIR DO PARQUE PARA NOS TENTAR VER, EVENTUALMENTE PARA POSTERIORMENTE EXERCER REPRESÁLIAS SOBRE AS MESMAS.
MOSTREI-ME E TUDO SE EVAPOROU. ALTERÁMOS O LOCAL DE ENCONTRO.
OBRIGADO A QUEM ME INFORMOU.)
Quem tem à sua disposição meios e viaturas à custa da Santa Casa da Misericórdia de Oeiras, sem ter de prestar contas a ninguém, usa e abusa deles até mais não poder.
Chama-se a isto chulice.
O mais grave, é que o exemplo vem de cima. Onde está a outra viatura da Irmandade? Também está ao serviço de privados? Ao da Irmandade não está, com certeza.
Umas amigas do “peito” do encarregado mandaram-me, do cemitério, um SMS a dizer que o carro da SCMO serviu para o levar hoje para o emprego, onde chegou às 09H44 e saiu perto das 12H20.
Começa a estar controlado pela hierarquia e já bateu um recorde de permanência no serviço e até esteve muito atento ao ritual de um funeral de um idoso do bairro dos Navegantes. Está, de igual modo, disfarçadamente controlado o serviço com a viatura do cemitério.
Quando voltou à Irmandade, e para se vingar das funcionárias que não recebem o aumento devido, pavoneia-se com o mesmo carro pelo parque de estacionamento desde a sede até ao refeitório, porque o sol faz muito mal à cabecinha.
É a demonstração de força e ostentação perante as funcionárias da Irmandade que me informaram sobre a sua situação, ao mesmo tempo que lhes demonstra que não há dinheiro para aumentos mas há para ele se passear com o carro nas suas próprias barbas (as que têm).
Quem pode manda mas, mais tarde ou mais cedo, as coisas vão mudar.
Só é preciso que sejam rapidamente chamadas a prestar as declarações para o processo. Agora também uma Senhora que exerce a sua actividade junto ao cemitério se ofereceu para prestar declarações e servir como testemunha.
Entretanto, recebi uma informação de um “vizinho desconhecido” que me garante que a dita reunião a quatro se vai realizar proximamente nas instalações da Irmandade.
Quero assistir!
segunda-feira, 22 de Junho de 2009
Recomeçou a dança dos carros e a falta de assiduidade ao serviço que lhe paga o ordenado
Através de cruzamento de e-mail’s e SMS recebidos durante o fim de semana, bem como já hoje, originários de funcionárias da SCMO, do cemitério da CMO e de vizinhos, foi possível chegar à conclusão do tempo de serviço que o tesoureiro da Irmandade prestou no emprego que é pago por todos nós, e que totalizou cerca de 47 minutos na parte da manhã de hoje.
Chegou até mim a informação que o carro da SCMO passou o fim-de-semana na porta do mesmo, com trocas de lugar para procurar sombra, e que hoje lá serviu para fazer umas compritas pessoais.
Isto porque o seu utilizador, depois de ter levado a família pela manhã, foi para a Irmandade onde permaneceu até cerca das dez horas, seguindo para o cemitério para trocar o seu carro privado pelo de serviço, deixando o seu no interior das instalações.
Depois, seguiu para casa para trocar o carro da CMO pelo da Irmandade, deixando aquele junto à sua porta. Feitas as ditas compritas pessoais, regressou a casa onde trocou outra vez de carro e, desta vez, levou o da CMO e seguiu para o seu local de trabalho.
Permaneceu cerca de dezassete minutos (informação dos colegas) nas instalações e, de novo, seguiu para a Irmandade.
Deve ter mel a SCMO.
A realizar-se a reunião alargada, prevista abaixo, deve ser preciso muito mel para não tornar tudo azedo.
Considerando que já há dinheiro para o carro voltar a estar ao serviço pessoal, será que também haverá dinheiro para pagar os aumentos de ordenado que nunca mais saem, e já vamos em Junho?
A CMO tem conhecimento destas trocas e baldrocas de carros e da falta da assiduidade do seu funcionário. No entanto, não fui eu a informá-los.
Agora é com eles.
sábado, 20 de Junho de 2009
SEGUNDO SMS RECEBIDO PREVÊ-SE UM ENCONTRO DOS QUATRO CÔNJUGES NUMA DAQUELAS HORAS DE ISENÇÃO DE HORÁRIO OU DE REFEIÇÃO.
sexta-feira, 19 de Junho de 2009
Apesar das insistências…
Eu não posso arriscar a perder tudo. Se têm dúvidas consultem o MP e perguntem onde está o processo já anteriormente mencionado.
Compreendo a vossa ansiedade por isto não andar, mas a culpa não é minha.
Sobre o que disse e o que fez hoje, agradeço que me faça chegar a certidão solicitada à PSP após o relatório sobre o carro na porta do dito cujo.
No que se refere ao contacto feito com os cônjuges, acho que ninguém se deve meter entre marido e mulher, porque se sabem e nada fazem não é você que vai alterar alguma coisa.
Se já fez, o problema não é meu. Se calhar até convém aos mesmos que isto esteja a acontecer. Apressa o que toda a gente já entendeu.
Sobre o vosso ordenado deste mês, nada sei sobre a possibilidade dele não ser pago. Se souberem de alguma coisa junto das vossas colegas digam. Mas cuidado, não mostrem muito interesse sobre o assunto, para que não desconfiem.
A propósito do vosso aumento que nunca mais vem, esqueçam-no e desejem que nunca vos falte o ordenado, porque se já houve ordem para parar o carro é sinal que não há mesmo dinheiro.
quinta-feira, 4 de Junho de 2009
As trocas e baldrocas nos armazéns dos produtos alimentares
Hoje, dia de entrega de produtos alimentares aos mais desfavorecidos, alguém assistiu a trocas e baldrocas de produtos alimentares entre o armazém fantasma e o outro.
Para não colocar em risco o posto de trabalho de três funcionárias e de duas beneficiárias dos produtos não posso fazer qualquer referência que possa dar pistas aos caça fantasmas.
Sabe-se que o cemitério só recebeu o seu encarregado cerca das 10H15, já que também esteve envolvido nessas trocas e baldrocas.
Só sei que alguém esteve a ver e em contacto directo com todos para levar fotografias para a Dra Isabel Jonet, mas não fui eu.
quinta-feira, 28 de Maio de 2009
Os aumentos que não vêm!
Agradeço a informação prestada sobre os aumentos que custam a chegar, através do comentário enviado para a última página.
Mas não se alarme, porque há certamente dinheiro para o carro ser usado para fins privados, agora é o outro, e há sempre dinheiro para pagar horas extras e isenções de horário para determinadas pessoas.
Porque é que a não faz o mesmo que essas pessoas, sem dizer aos seus familiares mais próximos, está claro?
terça-feira, 19 de Maio de 2009
EU COMPREENDO A ANSIEDADE, MAS…
Agradeço os inúmeros telefonemas e e-mail's a tentar saber notícias, mas todos têm de compreender que agora se entrou numa fase decisiva e que eu não posso “dar o ouro ao bandido”.
Tudo o que o que vou sabendo e o que me dizem fica para o processo e só para o processo. Não quero dar-lhes vantagem, até porque com aquilo que podia escrever seria fácil algum dado conduzir às origens das notícias.
Há o meu compromisso de não dar oportunidade de aquela gente exercer perseguições e represálias sobre ninguém, até porque conhecendo o seu calibre haveria novos processos de intenções que seriam entregues à advogada.
Só quando houver um julgamento livre é que vou divulgar os nomes das funcionárias que rezam todos os dias para essa gentinha sair da Irmandade de vez. Está programada uma grande festa quando isso acontecer, e só se espera que seja breve.
A justiça é lenta, mas chega. É essa certeza que nos anima e que nos diz para não desistir.
Só posso falar de coisas superficiais para todos saberem que continuamos todos atentos.
A propósito, sei que na reunião da mesinha do próximo dia 21, um mesário vai questionar quem paga as refeições que são ingeridas há muitos anos no refeitório da Irmandade em flagrante contraste com o que acontece nas valências, em que as funcionárias as pagam com o seu subsídio de alimentação ou lhas são debitadas mensalmente.
Agora a viatura do processo de peculato de uso já provado, e do qual já foram extraídas certidões, encontra-se a maior parte do tempo encostada na SCMO. Já não é utilizado para fins privados à custa dos Irmãozinhos. Agora é o carro da CMO que anda nas voltas, ou seja, somos sempre nós a pagar.
Só falta regressar à base a outra viatura que está adstrita a actividades estranhas à Irmandade. Posso dizer que se chegou ao cúmulo de vizinhos me telefonarem a informar quando esse carro sai. Até os vizinhos, meus Deus!!!
A propósito da situação financeira, que eu dizia que era caótica e que tentaram desmentir, só temos a certeza que os funcionários ainda não viram nenhum aumento até agora.
Então, se está tudo bem porque é que não aumentam naturalmente as funcionárias?
Então, não há tanto dinheiro? Até há dinheiro para pagar processos repetidos à advogada, porque é que não há para os trabalhadores?
Só deve haver dinheiro para se pagar isenções de horários para quem nada faz ou horas de trabalho suplementar a quem deve saber qualquer coisa de incómodo, sendo preciso pagar o seu silêncio.
Também é certo que as estadias nas instalações da sede depois do horário de trabalho estão a rarear. Será que os familiares começaram a marcar horários ou há qualquer coisa que não se sabe?
quinta-feira, 16 de Abril de 2009
O PROCESSO DA PGR JÁ FOI DISTRIBUÍDO EM OEIRAS
O processo entregue na PGR já está em Oeiras com o nº. 421/09.3TAOER.
Agora, sim, vão ser ouvidos todas as testemunhas ou declarantes que eu arrolo, nas quais se encontram funcionárias da sede e de outras valências e serviços, umas muito faladas e outras não, funcionários do cemitério de Oeiras e a vereação do pelouro, os responsáveis de Leça da Palmeira dos Modelos Bonjour, a Dra Isabel Jonet do Banco Alimentar, beneficiários do banco alimentar, Companhia de Seguros Sagres, através da Securicórdia, o IDICT, familiares e utentes das diversas valências, etc., etc., etc.
Está, igualmente, a estudar-se a possibilidade jurídica de se requerer a conexão dos processos pagos com o dinheiro dos Irmãos ou, em alternativa, extrair certidões dos mesmos para apensar a este mega processo.
Esclareço todos aqueles que aguardavam notícias que, a partir de agora, não posso falar desta matéria que entra em fase de inquérito.
Continuo a manter diálogo com todos através das formas habituais e agradeço a informação que hoje lá se reuniu a mesinha que voltou a ter o tamanho de sempre. Só alguns é que aparecem ou há interesse que só alguns estejam presentes.
Sobre a ordem dada às funcionárias para não acederem à Internet durante as horas de serviço, não faço comentários. Eu sei que elas vêm a página, porque a grande parte delas está desejosa que esta promiscuidade acabe.
No entanto, aqueles que dão ordens para proibir os funcionários de a ver são os mesmos que, durante a reuniãozinha de hoje e logo que ela acabou, lá foram para a página para ver se havia novidades.
Não quero deixar de aproveitar a oportunidade para informar que a Assembleia-geral Extraordinária da Irmandade vai ser requerida nos próximos dias.
terça-feira, 31 de Março de 2009
segunda-feira, 30 de Março de 2009
sexta-feira, 27 de Março de 2009
De um deficit de 48.000€ em 2006, passou para 174.000€ em 2007 e já vai em mais de 185.000€ no ano de 2008!
E não parará enquanto esta gentinha lá estiver! Excepto se lhes arranjarem um tachinho nas próximas eleições.
Eu compreendo a ansiedade de alguns visitantes da minha página, desde funcionários nas suas casas como nas próprias instalações da Irmandade e de muitos Irmãos que a ela acedem para saber a desgraça que vai para aqueles lados.
No entanto eu entendi não alongar-me muito na análise das contas de 2008 porque elas só reflectem o que venho denunciando há muito tempo e só não vê quem não tem interesse em ver.
Depois de ler o relatório do Definitório, vulgo Conselho Fiscal, não tenho comentários a fazer.
Conheço todos os seus elementos, reconheço-os como pessoas de bem, alguns deles com profundos e reconhecidos conhecimentos desta área, mas não posso deixar de lamentar que, com uma ingenuidade atroz ou com uma bondade imensa, se baseiem nas informações recebidas da Mesa para sugerirem a aprovação das contas, em vez de mandar efectuar uma auditoria imediata às contas.
Começo a pensar, e até é voz corrente dentro da própria Irmandade que, muito proximamente, não haverá meios para pagar os ordenados dos funcionários.
No entanto, lá andam todos felizes, comendo e bebendo à custa dos Irmãos, pagando horas extras para pagar favores, isentando de horário e pagando o respectivo agravamento do vencimento a quem nada faz, nem dentro das horas de serviço ou fora delas.
Ou fará?
A propósito da gestão da SCMO eu já assisti à marcação de uma Assembleia Geral Extraordinária para correr com uma Mesa há uns anos por muito menos, e só desejo que proximamente isso venha a acontecer com estes “irmãos canalha” que teimam em destruir a Irmandade e, como já o afirmaram, levar até ao fim o seus projecto que passa, exactamente, pela destruição da mesma.
Já falta pouco!
O que é que o Patriarcado diz disto? Ou não dirá nada, como de costume?
domingo, 22 de Março de 2009
ROMA VAI REABRIR PROCESSO
Considerando que envio cópia para a entidades religiosas de tudo o que escrevo, acabo de receber um e-mail do Pontificium Consilium Pro Laicis questionando sobre a minha disponibilidade para me deslocar a Roma de imediato.
sábado, 21 de Março de 2009
Os “irmãos canalha”
Não se alarmem com a minha linguagem porque, a partir de agora, vou começar a falar português vernáculo.
Vou ter de explicar melhor, para todos perceberem o meu silêncio de anos.
Enquanto uns “irmãos canalha” votavam favoravelmente a minha destituição de Tesoureiro da Irmandade, agora já se sabe porquê, outros “irmãos canalha”, noutros locais arranjados pelo partido, perseguiam e prejudicavam a minha mulher na sua carreira profissional.
É isto mesmo!
Aquela canalhada que convocou e votou a minha destituição de tesoureiro sabia que essa convocatória pública, com aquele único ponto na ordem de trabalhos, poderia prejudicar a minha carreira profissional, já que eu nunca vivi à custa do emprego arranjado pelo partido, como acontece com a maioria destes ditos “irmãos canalha”.
Não fora a minha capacidade técnica e o seu reconhecimento pelas entidades públicas e instituições bancárias, como o IAPMEI e a banca na sua generalidade, e eu estaria nesta altura destruído em todos os aspectos, porque não se destitui um tesoureiro só porque não se dá bem com o seu feitio, mas sim porque ele rouba ou desvia para seu proveito próprio os bens que tem à sua guarda, o que não era o caso.
Nunca foi pela empresa onde prestava serviço e por estas entidades referidas, conhecedores da famosa Assembleia, colocada em causa a minha honestidade e honorabilidade, como o provam os projectos aprovados pelo IAPMEI e a carta abonatória da empresa onde trabalhava, conforme documentos junto.
Assim, e ao mesmo tempo que me atacavam no que me era mais sensível, que era a estabilidade das minhas funções directivas na empresa, a minha mulher era perseguida no seu local de trabalho, mais precisamente por um também ex-“irmão mesário” que a fez marcar passo durante seis anos na progressão da sua carreira profissional.
Intentámos, entretanto, a competente acção judicial e a minha mulher viu há duas semanas a mesma transitar em julgado e reposta a legalidade, ganhando o processo que decorreu no Tribunal de Administrativo e Fiscal de Sintra, que obriga a entidade patronal a reposicioná-la correctamente no lugar a que tinha direito desde sempre, ao mesmo tempo que tem de lhe pagar retroactivos de muito mais de 8 mil euros, acrescidos de juros compensatórios, destes anos todos de injustiça e de perseguição.
O actual Executivo da Junta de Freguesia de Algés é alheio a esta situação, pelo que não se pode assacar-lhe qualquer responsabilidade, e não fora o anterior Presidente Elísio Gouveia e a actual Presidente Alda Lima, e a minha mulher ainda teria sido mais prejudicada. Estes fizeram o que lhes era possível para tentar remediar o que o anterior presidente e antigo “irmão” mesário da Irmandade lhe fez.
Assim, e agora, o garrote que me fez ter contenção nas minhas intenções de mostrar a todos que a maioria destes “irmãos” não presta, está mais aliviado. Pode esta gentinha, atirando poeira para o ar, dizer que desconhecia o que se havia passado com o anterior mesário, mas não me acredito porque comem todos da mesma gamela. São todos iguais e da mesma força partidária.
A minha mulher não vai ser mais prejudicada por este tipo de “irmãos canalha”, já que não me acredito que eles não soubessem do que se havia passado com o anterior mesário e colega de partido e da mesma secção.
Estou livre, ao fim de tantos anos!
Do mesmo modo que sempre salvaguardei os interesses dos funcionários e utentes que comigo colaboram, também nunca quis colocar em risco o posto de trabalho da minha mulher, e foi por isso que me calei estes anos todos. Está aqui a resposta a muitos que me questionam porque silenciei durante anos a destituição de tesoureiro.
Agora, sim, vou pedir a marcação da Assembleia através de 50 Irmãos verdadeiros e aquela gente vai ter de provar a minha expulsão, já que este processo enferma de ilegalidade e ficou no seio de seis “irmãos canalha” dos nove irmãos que compõem a Mesa Administrativa, conforme acta da mesma, que oportunamente publiquei.
Portanto, os “irmãos canalhas” vão ter, a partir de agora, a verdade nua e crua nestas páginas até terem vergonha e se irem embora.
Agarrem-se ao cartão do partido e procurem emprego, porque trabalhar não sabem, mas deixem a Irmandade em paz de vez.
E não se atrevam a meter-me outras acções judiciais, para continuarem a perder, porque agora convoco todos os funcionários para provar aquilo que digo, na certeza que, no final, não vão ser prejudicados com o seu depoimento, porque estão todos com vontade de tirar o tapete a estes “irmãos canalha”.
Prova documental e abonatória de que não fui afectado profissionalmente e um dos projectos SINDEPEDIP aprovados pelo IAPMEI.
quarta-feira, 18 de Março de 2009
Eu devia estar perdidamente bêbedo
Já há muito que eu cheguei a essa triste conclusão, mas hoje, na oportuníssima conferência promovida pela Oeiras Global no Auditório César Batalha, em Oeiras, sob o tema “Novas políticas autárquicas de solidariedade”, eu confirmei que só podia estar perdidamente alcoolizado quando cedi à exigência de aceitar a Senhora Dr. Eduarda Godinho como Provedora da Santa Casa da Misericórdia, já no longínquo ano de 1999, trazendo pela mão, e sem alternativa, o Engenheiro Martinho.
No entanto, toda a gente sabe que eu não bebo bebidas alcoólicas.
Foi tão triste a sua intervenção, tão desenquadrada do próprio tema do seu painel denominado “o retrato social do concelho de Oeiras e a intervenção da SCMO”, que me senti pequenino face às intervenções com súmula e com sentido que as outras conferencistas nos ofereceram.
Falar de estatísticas, mais estatísticas e só de estatísticas foi desastroso, apoiada por um programa informático mal estruturado, obsoleto, "feito" pelos habituais e conhecidos incompetentes, incluindo valências que já não possuímos e com dados ultrapassados. Foi triste assistir a isto!
É isto que temos e eu fui um dos culpados e por isso me penitencio.
Há pessoas que não conseguem admitir as suas limitações, as suas incapacidades. O desejo de protagonismo é atroz, é cego, e não há humildade para um afastamento com dignidade.
Nem o cartão político já lhe serve para nada, agora.
Tenham, pelo menos, vergonha na cara, ao menos isso, porque mais nada se lhes pode exigir. A Instituição merece melhor, mas muito melhor.
O mais interessante é que tínhamos na sala duas das mais prestigiadas colaboradoras da Instituição que, essas sim, teriam mais conhecimentos e, até, mais capacidade técnica para falar da intervenção que a SCMO tem no concelho e o papel que poderia desempenhar se fosse feita uma gestão virada para os mais carenciados e fosse feito um melhor aproveitamento dos meios humanos e técnicos, porque de instalações estamos razoavelmente bem servidos, mas mal optimizadas.
Estive para me dirigir a elas para lhes manifestar a minha opinião, mas tive receio das perseguições que as mesmas poderiam vir a ser alvo no futuro por serem apanhadas a conversar comigo. Sempre tive essa preocupação durante esta minha cruzada, porque não quero ver ninguém prejudicado por falar comigo em público e com testemunhas.
segunda-feira, 16 de Março de 2009
TÃO CATÓLICOS QUE ELES IAM NA PROCISSÃO!
TELEFONARAM-ME, E EU FUI VER.
DA JANELA VI E FOTOGRAFEI OS IRMÃOS DE CRISTO NA PROCISSÃO, VESTIDOS A RIGOR, QUAL FARDA E BATINA (VULGO OPA) A SONHAR NA FACULDADE
QUE NUNCA, ALGUNS, FREQUENTARAM.
IAM TODOS COM UM AR CÂNDIDO, TRANSPIRANDO AMOR EM CRISTO, AMOR PELO PRÓXIMO, CORAÇÃO PLENO DE BONDADE E CARIDADE.
ALGUNS ATÉ TINHAM DIFICULDADE EM ANDAR, TAL ERA O FERVOR PELA FÉ E PELO TAMANHO DA OPA.
É POR ISSO QUE O SENHOR PATRIARCA GOSTA MUITO DELES!
domingo, 8 de Março de 2009
Só faltavam as minhas declarações para terminar este folhetim, com um share de audiência maior que a SIC
J - Doutora Juíza
PM - Paulo Henrique Pereira Mendes de Miranda
MP - Procuradora Adjunta
AA - Advogada de Acusação
AD - Advogado de Defesa
DOUTORA JUIZA COM INTERROGATÓRIO AO ARGUIDO
J Portanto o Senhor ouviu a prova que aqui foi produzida, os testemunhos das pessoas que foram inquiridas, neste momento tem alguma coisa a dizer?
PM Tenho, tenho diversas coisas a dizer, se V. Exa assim mo permite. Primeiro não posso deixar de referir que não foi ouvido ninguém que não funcionários da Santa Casa
J Vamos, então, aqui por partes para não nos dispersarmos. Íamos mais no que respeita aos factos que lhe são imputados, ou seja, à inscrição, à publicação, que aqui se diz que o senhor fez neste blogspot com o seu nome www.paulhmiranda.blogspot.com nesta data a publicação destas fotografias com o título que consta aqui dos autos. Isto é verdade, o senhor fez, colocou esta entrada neste blog, este blog é um seu blog, em relação a isso o que é que o Senhor tem a dizer?
PM Meritíssima Juíza, aquilo que eu pus no blog é “a família feliz à custa da SCMO” apresenta um carro da Santa Casa de Misericórdia com duas pessoas a ser utilizado para serviços que não são da Santa Casa da Misericórdia
J Então isto aqui é verdade
PM É verdade
J Consta aqui da acusação que eu lhe li há pouco
PM Na acusação diz que eu filmei o Senhor Dr., o Senhor Luís Bispo. Eu aqui ponho “a família feliz à custa da SCMO”, não digo que é o Senhor Luís Bispo à custa da Santa Casa
J Mas é ou não é o Senhor Luís Bispo
PM Eu, aqui é duas pessoas
J Mas é ou não é o Senhor Luís Bispo
PM Eu reconheço, também pela fisionomia, que é o Senhor Luís Bispo
J O Senhor sabia que era o Senhor Luís Bispo ao colocar, ao tirar estas fotografias. Foi o senhor que tirou esta fotografia
PM Não, não fui eu, por acaso não fui eu
J Ao colocar, sabia que era ele
PM Disseram-me que era ele e eu sei, porque o conheço como as outras pessoas o reconhecem, que é o Senhor Luís Bispo. Acontece é o que me leva aqui a fazer estas fotografias, a publicá-las, faz parte de um processo que foi intentado contra a Santa casa da Misericórdia sobre actividades que nós, que eu considero que estão menos regulares, para não lhes chamar de irregulares, que deu entrada na Procuradoria Geral da República e que, para eu ter essa prova do ilícito de peculato de uso, tive de tirar, tendo o cuidado, exactamente, e tendo publicado, exactamente, as fotografias que não apanhavam as pessoas, portanto a fisionomia. Só apanhava o carro a ser utilizado para fins privados. É única e simplesmente o que consta no processo e é isso que vai seguir avante para o processo da Procuradoria Geral da República
J Mas essas fotografias foram obtidas à revelia, ou seja, sem autorização de quem estava a ser fotografado.
PM Naturalmente que quem mas ofereceu, quem me deu estas fotografias…
Porque aqui fala-se muito que é só a Santa Casa, mas não, eu tenho diversas reclamações, diversas, mais de vinte ou trinta reclamações de utentes dos serviços, das valências da Santa Casa e, isso são, essas reclamações e as utilizações abusivas dos bens e dos …..
J Que o levaram a tirar essas fotos, não é?
PM Levaram-me a publicar e a juntar ao processo da Procuradoria Geral da República. É só isso, agora não tenho nada como há bocado disse ...
J Se o Senhor queria apresentar queixa na PGR ou seja queria apresentar que a conduta era irregular porque é que publicou também no blog? Se a sua intenção era averiguar da regularidade ou não e apresentar nas autoridades para esse facto, para quê também publicar no blog?
PM Eu aqui tive o cuidado de as pôr no blog e foi exactamente numa tentativa de que as pessoas modificassem os procedimentos. Era, a meu ver, a situação de verificar que não se utilizam carros para fins privados, porque na Santa Casa não está definido que este carro é para uso privado e total do Senhor Luís Bispo e até está exarada uma acta, em data posterior a ser contactado pela polícia, exactamente que diz que é para fins e uso exclusivo da Santa Casa.
Ora bem, isto aqui prova evidente que não é para exclusivo, tanto que há bocado foi afirmado pelo próprio a dizer que foi a um supermercado com a esposa buscar bens para si. Essa sim, essa afirmo fui eu que lha tirei. O que é que não a publiquei, exactamente por ter essa preocupação. Fui eu que tirei essa fotografia, ele sabe perfeitamente que fui que a tirei, que lhe demonstrei que lhe fui tirar a fotografia a ele e à mulher a carregar o carro e não a publiquei. Portanto eu afirmo isso. Eu tirei a fotografia mas não a publiquei, porque eu sabia perfeitamente disso.
J O Senhor sabia, pergunto-lhe, se ao publicar esta fotografia o Senhor diz que teve a preocupação que não se vissem as pessoas,
PM Exactamente
J Mas como o Senhor referiu ainda que as pessoas não estivessem de frente, quem os conhecer
PM Só os da Santa Casa
J Quem os conhecer saberia quem era
PM Só os da Santa Casa
J Da Santa Casa e pessoas que não são da Santa Casa também conhecem o Senhor, não é?, podiam aceder ao site, quem conhecesse a pessoa saberia de quem se tratava. Eu pergunto-lhe se o Senhor achava que podia fazer isso, que achava que esta conduta era lícita ou, pelo contrário, tinha noção que não poderia publicar num blog, neste caso seu, fotografias de outra pessoa.
PM Fotografias de outra pessoa. Aqui, não estou com a preocupação de tirar uma fotografia de outra pessoa. Tenho a preocupação de fotografar um carro.
J Um carro com uma pessoa, porque o carro sozinho também não indicaria se estava a ser usado para fins privados ou públicos
PM Houve uma altura em que eu utilizei umas fotografias com o carro parado na casa das pessoas para provar que estão a ser utilizados.
J Não é essa a fotografia em causa. O que está em causa é a fotografia com duas pessoas, com aquele senhor e o filho.
PM Com a preocupação de preservar a imagem de quem o estava a utilizar
J Por estar de costas
PM Por estar de costas e da criança não ser vista e nem a sua fisionomia. Não se vê rigorosamente nada. Ninguém pode garantir que aquele senhor é o Senhor Luís Bispo.
J Então, assim, achava que podia publicar a fotografia.
PM Achava que sim.
J Portanto para si a imagem é só de frente. É só o rosto
PM Não, é de maneira que se veja exactamente que é pessoa determinada.
J Acabou de dizer que quem quer que conhecesse, se não o conhecesse também não valia a pena estar a cara, não é ?, se eu não conhecer a cara de uma pessoa, não é, eu também consigo reconhecê-la nem que a cara lá esteja. Eu se calhar se visse a cara da pessoa na fotografia. Pergunto-lhe, se eu visse a cara do senhor e não o conhecesse o senhor também não sabia que era o tesoureiro da SCMO
PM É diferente, é diferente, porque é uma fotografia em que se nota que é pessoa determinada e que mais tarde ou mais cedo é reconhecida. Aqui não é. É reconhecida e não se prova, por esta fotografia, que seja o Senhor Luís Bispo Até poderá ser outra pessoa
J Como o senhor mesmo disse quem quer que o conhecesse via que era ele
PM Dentro da Santa casa, fora da Santa Casa não, e é por isso que não apareceu ninguém que não da Santa Casa. Mas, no processo, vão aparecer pessoas fora da Santa Casa que vão dizer exactamente que viram o Senhor Luís Bispo a utilizar o carro noutras situações.
J Mas não é isso que está aqui em causa, o que está aqui em causa é isto que acabei de dizer. Foi das fotografias que publicou.
PM Exactamente a fotografia mostra e demonstra que não é o Senhor Bispo e aqui há dúvidas sobre crianças ou não crianças, se há uma criança, já que eu verifico com cuidado, agora só vi uma criança, outras dizem que viram duas. Também há essa dúvida das pessoas de verem se há uma ou há duas crianças. Portanto, são essas dúvidas todas que até qualquer pessoa pode ter essa dúvida.
J Senhora doutora, sim directamente
PROCURADORA ADJUNTA COM INTERROGATÓRIO AO ARGUIDO
MP Quando insere esta fotografia no seu blog era necessariamente para quem a ele acedesse saber que aquele carro da Santa Casa era utilizado pelo Senhor Bispo.
PM Indevidamente
MP E então era para quem visse ficar com a noção que aquele era o Senhor Bispo. Quem lá estava de costas, de frente, de lado,
PM Houve outras fotografias tiradas
MP Mas esta em concreto
PM Esta em concreto era para provar que o carro era utilizado pela Santa Casa para outros fins que não os da Santa Casa, seja o Senhor Bispo, fosse quem quer que fosse. A minha preocupação não é a do Senhor Luís Bispo, é a utilização do carro para outros fins que não da Santa Casa, única e exclusivamente, porque se eu quisesse, se eu tivesse essa consciência de provar e demonstrar na página que era o Senhor Bispo eu tê-lo-ia feito. Mas não, eu pretendia só provar que o carro estava a ser utilizado mal e com o ilícito de peculato de uso, ponto final, mais nada.
MP Não desejo mais nada, obrigado
J Senhora Doutora, directamente
ADVOGADA ACUSAÇÃO COM INTERROGATÓRIO AO ARGUIDO
AC Senhor Paulo Miranda, segundo diz reconhece perfeitamente que é o Senhor Bispo de costas nestas fotografias, não falando e não especulando mais sobre esse assunto que está devidamente esclarecido aquilo que disse agora, que efectivamente o seu intuito era denunciar que esta viatura era utilizada pala Misericórdia para fins indevidos. Então e o que é que me tem a dizer acerca do título que está inerente a esta fotografia “família feliz à custa da SCMO”
PM Não é Luís Bispo à custa da Santa Casa
AC Que família é esta?
PM È uma feliz família, é uma feliz família
AC Não se identifica aqui
PM Não se identifica aqui que é o Senhor Luís Bispo. Se eu quisesse podia pôr “O Senhor Luís Bispo a viver à custa da Santa casa”
AC Não, não, aquilo que eu lhe pergunto, O senhor disse que se identificava claramente que era o Senhor Bispo, o Senhor diz que é a família feliz, portanto a família feliz é a família de que está na fotografia, é o que lhe pergunto, obviamente, ou era uma terceira família que o Senhor não identificou aqui
PM É uma família, na sua generalidade.
AC Está bem. Está bem. Disse também aqui à Senhora Procuradora que tirou outras tantas fotografias que não as fez publicar, portanto é seu intuito efectivamente demonstrar que o Senhor Bispo, eventualmente, e a viatura da Santa Casa da Misericórdia de Oeiras está ser utilizada indevidamente, é esse o seu propósito, pergunto-lhe, é esse o seu propósito demonstrar que esta viatura
PM Eu penso que estamos, que só está em causa estas fotografias, porque o resto, penso eu, está em segredo de justiça porque entreguei na Procuradoria Geral da República.
AC Mas acabou de dizer
PM Eu disse aqui que entreguei na Procuradoria Geral da República
MP O Senhor disse que tirou outras fotografias, até junto ao supermercado
PM Tirei outras fotografias
AC Já o referiu, eu só estou a constatar
MP O senhor falou até que iria demonstrar outras situações irregulares ….
PM Várias situações irregulares, não só de utilização de viaturas, mas outras situações nas valências
AC Quer demonstrar que a viatura te uma utilização indevida e por isso é que o Senhor faz publicar estas fotografias.
PM Exactamente
AC E disse ainda que para sustentar diz que existe uma acta onde se diz que a viatura se destina para uso unicamente para utilização exclusiva ao serviço da Santa casa, e eu gostaria que precisasse qual é essa acta
PM Ora bem, eu sei…
J Não vai pedir acta nenhuma porque o que está em causa são as fotografias constantes dos autos e as outras situações deverão ser tratadas no processo que o arguido disse que meteu na PGR e é nessa altura que poderá ser necessário saber se há ou não uma acta.
AC Sim Senhora Doutora Juíza, então a única coisa que eu gostaria de precisar para finalizar é que o Senhor admite ter efectivamente tirado várias fotografias portanto do Senhor Bispo em concreto.
PM Desta não, desta não, Desta não.
AC Mas pode dizer ao tribunal quem as tirou?
PM Não
AC Mas permitiu a sua publicação, porque existe no seu blog
PM Exactamente
AC Não desejo mais nada.
ADVOGADO DEFESA COM INTERROGATÓRIO AO ARGUIDO
AD Sr. Dr. Paulo Miranda, diga-me uma coisa. O Senhor estava convencido que era permitido publicar tais fotografias
PM Com a face, com a fisionomia explícita
AD Tal como foram publicadas
PM Senão não o teria feito
AD Estava convencido
PM Eu tenho um processo grande que interessa levar até ao fim com credibilidade e não ia correr o risco de perder, com uma coisinha destas, um processo que vai ser importante
AD Já percebemos a sua cruzada. O senhor estava convencido, é só isso quero que você deixe bem claro aqui no tribunal, O senhor estava convencido que era permitido, que a nossa Lei lhe permitia que o senhor publicasse as fotografias? O senhor tinha consciência que estava a cometer algum crime, algum ..
PM Não, não tinha. Tinha consciências que não estava, não eu tinha consciência, ou melhor, respondendo directamente, não tinha consciência que estava a cometer um crime.
AD Se calhar, até me atreveria a perguntar se o Senhor, neste âmbito, ainda considera que está a ser alvo de alguma injustiça. Pensa que a publicação seria legal lícita
PM Eu penso que face a essa visibilidade das pessoas e que face ao título exactamente “Uma família feliz à custa da SCMO” na sua generalidade e não Luís Bispo à custa da SCMO, eu não estou a atacar o Senhor Luís Bispo até porque não tenho nada contra o senhor
AD Portanto o Senhor achou-se no direito de publicar as fotografias atento ao fim a que se destinava, neste caso, atento a tudo o que estava por detrás e julgava que lhe era permitido
PM Julgava e era estou convencido, estava convencido que não iria com isto, senão teria outras fotografias que me enviaram em que se via a cara mas eu pedia nas páginas “não me mandem fotografias que eu não as publico. Agora com uma fotografia em que só se vê uma mancha de um Senhor, uma criança que não se vê se é criança se é menino ou é menina, eu publiquei, publiquei sem maldade e sem essa consciência disso
AD Senhora Doutora Juíza eu só agradecia que a Senhora que chamasse à atenção das pessoas que estão a assistir a audiência que se remetesse ao silêncio e que não comentassem aquilo que o arguido….
PM Sr. Paulo Miranda, diga-me uma coisa, o Senhor teve em algum momento a intenção de prejudicar a honra o bom nome ou a credibilidade do Senhor Bispo?
PM Não, nunca tive essa oportunidade, eu quero provar que a Mesa Administrativa comete determinadas irregularidades que vão ser comprovadas.
Em particular o Senhor Luís Bispo, nunca.
AD Terminei, Senhora Doutora
PM - Paulo Henrique Pereira Mendes de Miranda
MP - Procuradora Adjunta
AA - Advogada de Acusação
AD - Advogado de Defesa
DOUTORA JUIZA COM INTERROGATÓRIO AO ARGUIDO
J Portanto o Senhor ouviu a prova que aqui foi produzida, os testemunhos das pessoas que foram inquiridas, neste momento tem alguma coisa a dizer?
PM Tenho, tenho diversas coisas a dizer, se V. Exa assim mo permite. Primeiro não posso deixar de referir que não foi ouvido ninguém que não funcionários da Santa Casa
J Vamos, então, aqui por partes para não nos dispersarmos. Íamos mais no que respeita aos factos que lhe são imputados, ou seja, à inscrição, à publicação, que aqui se diz que o senhor fez neste blogspot com o seu nome www.paulhmiranda.blogspot.com nesta data a publicação destas fotografias com o título que consta aqui dos autos. Isto é verdade, o senhor fez, colocou esta entrada neste blog, este blog é um seu blog, em relação a isso o que é que o Senhor tem a dizer?
PM Meritíssima Juíza, aquilo que eu pus no blog é “a família feliz à custa da SCMO” apresenta um carro da Santa Casa de Misericórdia com duas pessoas a ser utilizado para serviços que não são da Santa Casa da Misericórdia
J Então isto aqui é verdade
PM É verdade
J Consta aqui da acusação que eu lhe li há pouco
PM Na acusação diz que eu filmei o Senhor Dr., o Senhor Luís Bispo. Eu aqui ponho “a família feliz à custa da SCMO”, não digo que é o Senhor Luís Bispo à custa da Santa Casa
J Mas é ou não é o Senhor Luís Bispo
PM Eu, aqui é duas pessoas
J Mas é ou não é o Senhor Luís Bispo
PM Eu reconheço, também pela fisionomia, que é o Senhor Luís Bispo
J O Senhor sabia que era o Senhor Luís Bispo ao colocar, ao tirar estas fotografias. Foi o senhor que tirou esta fotografia
PM Não, não fui eu, por acaso não fui eu
J Ao colocar, sabia que era ele
PM Disseram-me que era ele e eu sei, porque o conheço como as outras pessoas o reconhecem, que é o Senhor Luís Bispo. Acontece é o que me leva aqui a fazer estas fotografias, a publicá-las, faz parte de um processo que foi intentado contra a Santa casa da Misericórdia sobre actividades que nós, que eu considero que estão menos regulares, para não lhes chamar de irregulares, que deu entrada na Procuradoria Geral da República e que, para eu ter essa prova do ilícito de peculato de uso, tive de tirar, tendo o cuidado, exactamente, e tendo publicado, exactamente, as fotografias que não apanhavam as pessoas, portanto a fisionomia. Só apanhava o carro a ser utilizado para fins privados. É única e simplesmente o que consta no processo e é isso que vai seguir avante para o processo da Procuradoria Geral da República
J Mas essas fotografias foram obtidas à revelia, ou seja, sem autorização de quem estava a ser fotografado.
PM Naturalmente que quem mas ofereceu, quem me deu estas fotografias…
Porque aqui fala-se muito que é só a Santa Casa, mas não, eu tenho diversas reclamações, diversas, mais de vinte ou trinta reclamações de utentes dos serviços, das valências da Santa Casa e, isso são, essas reclamações e as utilizações abusivas dos bens e dos …..
J Que o levaram a tirar essas fotos, não é?
PM Levaram-me a publicar e a juntar ao processo da Procuradoria Geral da República. É só isso, agora não tenho nada como há bocado disse ...
J Se o Senhor queria apresentar queixa na PGR ou seja queria apresentar que a conduta era irregular porque é que publicou também no blog? Se a sua intenção era averiguar da regularidade ou não e apresentar nas autoridades para esse facto, para quê também publicar no blog?
PM Eu aqui tive o cuidado de as pôr no blog e foi exactamente numa tentativa de que as pessoas modificassem os procedimentos. Era, a meu ver, a situação de verificar que não se utilizam carros para fins privados, porque na Santa Casa não está definido que este carro é para uso privado e total do Senhor Luís Bispo e até está exarada uma acta, em data posterior a ser contactado pela polícia, exactamente que diz que é para fins e uso exclusivo da Santa Casa.
Ora bem, isto aqui prova evidente que não é para exclusivo, tanto que há bocado foi afirmado pelo próprio a dizer que foi a um supermercado com a esposa buscar bens para si. Essa sim, essa afirmo fui eu que lha tirei. O que é que não a publiquei, exactamente por ter essa preocupação. Fui eu que tirei essa fotografia, ele sabe perfeitamente que fui que a tirei, que lhe demonstrei que lhe fui tirar a fotografia a ele e à mulher a carregar o carro e não a publiquei. Portanto eu afirmo isso. Eu tirei a fotografia mas não a publiquei, porque eu sabia perfeitamente disso.
J O Senhor sabia, pergunto-lhe, se ao publicar esta fotografia o Senhor diz que teve a preocupação que não se vissem as pessoas,
PM Exactamente
J Mas como o Senhor referiu ainda que as pessoas não estivessem de frente, quem os conhecer
PM Só os da Santa Casa
J Quem os conhecer saberia quem era
PM Só os da Santa Casa
J Da Santa Casa e pessoas que não são da Santa Casa também conhecem o Senhor, não é?, podiam aceder ao site, quem conhecesse a pessoa saberia de quem se tratava. Eu pergunto-lhe se o Senhor achava que podia fazer isso, que achava que esta conduta era lícita ou, pelo contrário, tinha noção que não poderia publicar num blog, neste caso seu, fotografias de outra pessoa.
PM Fotografias de outra pessoa. Aqui, não estou com a preocupação de tirar uma fotografia de outra pessoa. Tenho a preocupação de fotografar um carro.
J Um carro com uma pessoa, porque o carro sozinho também não indicaria se estava a ser usado para fins privados ou públicos
PM Houve uma altura em que eu utilizei umas fotografias com o carro parado na casa das pessoas para provar que estão a ser utilizados.
J Não é essa a fotografia em causa. O que está em causa é a fotografia com duas pessoas, com aquele senhor e o filho.
PM Com a preocupação de preservar a imagem de quem o estava a utilizar
J Por estar de costas
PM Por estar de costas e da criança não ser vista e nem a sua fisionomia. Não se vê rigorosamente nada. Ninguém pode garantir que aquele senhor é o Senhor Luís Bispo.
J Então, assim, achava que podia publicar a fotografia.
PM Achava que sim.
J Portanto para si a imagem é só de frente. É só o rosto
PM Não, é de maneira que se veja exactamente que é pessoa determinada.
J Acabou de dizer que quem quer que conhecesse, se não o conhecesse também não valia a pena estar a cara, não é ?, se eu não conhecer a cara de uma pessoa, não é, eu também consigo reconhecê-la nem que a cara lá esteja. Eu se calhar se visse a cara da pessoa na fotografia. Pergunto-lhe, se eu visse a cara do senhor e não o conhecesse o senhor também não sabia que era o tesoureiro da SCMO
PM É diferente, é diferente, porque é uma fotografia em que se nota que é pessoa determinada e que mais tarde ou mais cedo é reconhecida. Aqui não é. É reconhecida e não se prova, por esta fotografia, que seja o Senhor Luís Bispo Até poderá ser outra pessoa
J Como o senhor mesmo disse quem quer que o conhecesse via que era ele
PM Dentro da Santa casa, fora da Santa Casa não, e é por isso que não apareceu ninguém que não da Santa Casa. Mas, no processo, vão aparecer pessoas fora da Santa Casa que vão dizer exactamente que viram o Senhor Luís Bispo a utilizar o carro noutras situações.
J Mas não é isso que está aqui em causa, o que está aqui em causa é isto que acabei de dizer. Foi das fotografias que publicou.
PM Exactamente a fotografia mostra e demonstra que não é o Senhor Bispo e aqui há dúvidas sobre crianças ou não crianças, se há uma criança, já que eu verifico com cuidado, agora só vi uma criança, outras dizem que viram duas. Também há essa dúvida das pessoas de verem se há uma ou há duas crianças. Portanto, são essas dúvidas todas que até qualquer pessoa pode ter essa dúvida.
J Senhora doutora, sim directamente
PROCURADORA ADJUNTA COM INTERROGATÓRIO AO ARGUIDO
MP Quando insere esta fotografia no seu blog era necessariamente para quem a ele acedesse saber que aquele carro da Santa Casa era utilizado pelo Senhor Bispo.
PM Indevidamente
MP E então era para quem visse ficar com a noção que aquele era o Senhor Bispo. Quem lá estava de costas, de frente, de lado,
PM Houve outras fotografias tiradas
MP Mas esta em concreto
PM Esta em concreto era para provar que o carro era utilizado pela Santa Casa para outros fins que não os da Santa Casa, seja o Senhor Bispo, fosse quem quer que fosse. A minha preocupação não é a do Senhor Luís Bispo, é a utilização do carro para outros fins que não da Santa Casa, única e exclusivamente, porque se eu quisesse, se eu tivesse essa consciência de provar e demonstrar na página que era o Senhor Bispo eu tê-lo-ia feito. Mas não, eu pretendia só provar que o carro estava a ser utilizado mal e com o ilícito de peculato de uso, ponto final, mais nada.
MP Não desejo mais nada, obrigado
J Senhora Doutora, directamente
ADVOGADA ACUSAÇÃO COM INTERROGATÓRIO AO ARGUIDO
AC Senhor Paulo Miranda, segundo diz reconhece perfeitamente que é o Senhor Bispo de costas nestas fotografias, não falando e não especulando mais sobre esse assunto que está devidamente esclarecido aquilo que disse agora, que efectivamente o seu intuito era denunciar que esta viatura era utilizada pala Misericórdia para fins indevidos. Então e o que é que me tem a dizer acerca do título que está inerente a esta fotografia “família feliz à custa da SCMO”
PM Não é Luís Bispo à custa da Santa Casa
AC Que família é esta?
PM È uma feliz família, é uma feliz família
AC Não se identifica aqui
PM Não se identifica aqui que é o Senhor Luís Bispo. Se eu quisesse podia pôr “O Senhor Luís Bispo a viver à custa da Santa casa”
AC Não, não, aquilo que eu lhe pergunto, O senhor disse que se identificava claramente que era o Senhor Bispo, o Senhor diz que é a família feliz, portanto a família feliz é a família de que está na fotografia, é o que lhe pergunto, obviamente, ou era uma terceira família que o Senhor não identificou aqui
PM É uma família, na sua generalidade.
AC Está bem. Está bem. Disse também aqui à Senhora Procuradora que tirou outras tantas fotografias que não as fez publicar, portanto é seu intuito efectivamente demonstrar que o Senhor Bispo, eventualmente, e a viatura da Santa Casa da Misericórdia de Oeiras está ser utilizada indevidamente, é esse o seu propósito, pergunto-lhe, é esse o seu propósito demonstrar que esta viatura
PM Eu penso que estamos, que só está em causa estas fotografias, porque o resto, penso eu, está em segredo de justiça porque entreguei na Procuradoria Geral da República.
AC Mas acabou de dizer
PM Eu disse aqui que entreguei na Procuradoria Geral da República
MP O Senhor disse que tirou outras fotografias, até junto ao supermercado
PM Tirei outras fotografias
AC Já o referiu, eu só estou a constatar
MP O senhor falou até que iria demonstrar outras situações irregulares ….
PM Várias situações irregulares, não só de utilização de viaturas, mas outras situações nas valências
AC Quer demonstrar que a viatura te uma utilização indevida e por isso é que o Senhor faz publicar estas fotografias.
PM Exactamente
AC E disse ainda que para sustentar diz que existe uma acta onde se diz que a viatura se destina para uso unicamente para utilização exclusiva ao serviço da Santa casa, e eu gostaria que precisasse qual é essa acta
PM Ora bem, eu sei…
J Não vai pedir acta nenhuma porque o que está em causa são as fotografias constantes dos autos e as outras situações deverão ser tratadas no processo que o arguido disse que meteu na PGR e é nessa altura que poderá ser necessário saber se há ou não uma acta.
AC Sim Senhora Doutora Juíza, então a única coisa que eu gostaria de precisar para finalizar é que o Senhor admite ter efectivamente tirado várias fotografias portanto do Senhor Bispo em concreto.
PM Desta não, desta não, Desta não.
AC Mas pode dizer ao tribunal quem as tirou?
PM Não
AC Mas permitiu a sua publicação, porque existe no seu blog
PM Exactamente
AC Não desejo mais nada.
ADVOGADO DEFESA COM INTERROGATÓRIO AO ARGUIDO
AD Sr. Dr. Paulo Miranda, diga-me uma coisa. O Senhor estava convencido que era permitido publicar tais fotografias
PM Com a face, com a fisionomia explícita
AD Tal como foram publicadas
PM Senão não o teria feito
AD Estava convencido
PM Eu tenho um processo grande que interessa levar até ao fim com credibilidade e não ia correr o risco de perder, com uma coisinha destas, um processo que vai ser importante
AD Já percebemos a sua cruzada. O senhor estava convencido, é só isso quero que você deixe bem claro aqui no tribunal, O senhor estava convencido que era permitido, que a nossa Lei lhe permitia que o senhor publicasse as fotografias? O senhor tinha consciência que estava a cometer algum crime, algum ..
PM Não, não tinha. Tinha consciências que não estava, não eu tinha consciência, ou melhor, respondendo directamente, não tinha consciência que estava a cometer um crime.
AD Se calhar, até me atreveria a perguntar se o Senhor, neste âmbito, ainda considera que está a ser alvo de alguma injustiça. Pensa que a publicação seria legal lícita
PM Eu penso que face a essa visibilidade das pessoas e que face ao título exactamente “Uma família feliz à custa da SCMO” na sua generalidade e não Luís Bispo à custa da SCMO, eu não estou a atacar o Senhor Luís Bispo até porque não tenho nada contra o senhor
AD Portanto o Senhor achou-se no direito de publicar as fotografias atento ao fim a que se destinava, neste caso, atento a tudo o que estava por detrás e julgava que lhe era permitido
PM Julgava e era estou convencido, estava convencido que não iria com isto, senão teria outras fotografias que me enviaram em que se via a cara mas eu pedia nas páginas “não me mandem fotografias que eu não as publico. Agora com uma fotografia em que só se vê uma mancha de um Senhor, uma criança que não se vê se é criança se é menino ou é menina, eu publiquei, publiquei sem maldade e sem essa consciência disso
AD Senhora Doutora Juíza eu só agradecia que a Senhora que chamasse à atenção das pessoas que estão a assistir a audiência que se remetesse ao silêncio e que não comentassem aquilo que o arguido….
PM Sr. Paulo Miranda, diga-me uma coisa, o Senhor teve em algum momento a intenção de prejudicar a honra o bom nome ou a credibilidade do Senhor Bispo?
PM Não, nunca tive essa oportunidade, eu quero provar que a Mesa Administrativa comete determinadas irregularidades que vão ser comprovadas.
Em particular o Senhor Luís Bispo, nunca.
AD Terminei, Senhora Doutora
quarta-feira, 4 de Março de 2009
Reconheceu-o pela estatura e pela postura e como andava muito debilitado dava-lhe papinha (de graça?)
J - Doutora Juíza
MJL - Maria Georgina Tavares Caetano de Sá
MP - Procuradora Adjunta
AA - Advogada de Acusação
AD - Advogado de Defesa
DOUTORA JUIZA COM TESTEMUNHA MARIA GEORGINA T.C. SÁ
J Diga-me o seu nome completo
MG Maria Georgina Tavares Caetano de Sá
J O seu estado civil
MG Casada
J A sua profissão
MG Empregada de hotelaria
J E onde reside
MG Amadora
J Morada completa
MG Rua Dr. Mariano Roque Laia, nº 4, 2ºA
J Diga-me uma coisa, a Senhora conhece o Sr. Luís Manuel de Almeida Bispo
MG Sim, sim
J Tem alguma relação de parentesco, de amizade ou outra
MG Não, não
J Alguma relação profissional
MG Profissional
J Trabalhou ou trabalha na SCMO?
MG Trabalho na Santa Casa.
J E diga-me uma coisa. Conhece o Sr. Paulo Henrique Miranda
MG Não, não
J Não conhece? O facto de trabalhar na Santa Casa, de conhecer o Assistente, o Sr. Luís Bispo, impede-a de falar com verdade?
MG Sim, Sim
J Impede-a?
MG Não, não.
Não me impede. Falo só a verdade.
J Sabe que terá de falar a verdade sob pena de incorrer na responsabilidade criminal
MG Sim, Sim
J Jura falar com verdade?
MG Sim
J Tem que dizer que jura
MG Juro
J Faça o favor de se sentar. Vai responder às perguntas da Senhora Procuradora Adjunta.
Senhora Doutora
PROCURADORA ADJUNTA (MP) COM MARIA GEORGINA
MP Muito Obrigada. Boa tarde D. Maria Georgina, a senhora teve conhecimento da existência do blog com a denominação paulohmiranda.blogspot.com?
MG Sim
MP Sim, e como é que teve conhecimento?
MG É assim, tive conhecimento até através de vizinhos meus que consultam várias vezes os sites e como sabendo que eu trabalho na Santa Casa e vendo, pronto, o que lá vinha descriminado e alertaram-se “olha, trabalhas na Santa Casa, já viste o que é que lá está a dizer sobre o que se fala da Santa Casa’”, e eu disse na altura “não” e fui finalmente verificar onde vi que realmente, pronto, o que é que lá estava escrito e alem disso as imagens que lá estavam
MP Nesse blog, para além do nome de Paulo Miranda aparece alguma fotografia?
MG Aparece
MP E é de quem?
MG Do Sr. Bispo com os filhos
MP Não, antes disso.
Quando abre o blog, está alguma fotografia do detentor do blog, ou seja, alguma pessoa que utiliza aquele blog
MG Está lá a fotografia do Sr. Paulo Miranda
MP Do Sr. Paulo Miranda
MG Do Sr. Paulo Miranda
MP É reconhecível, é ….o Sr. Paulo Miranda
MG Sim, sim, sim, sim, sim, sim
MP Quando lhe falaram na existência desse blog, começa a aceder a esse blog, vê comentários sobre a Santa Casa
MG Vejo comentários sobre a Santa Casa, daí ter despertado a atenção
MP Exactamente E quando é que vê essa fotografia que há pouco referiu
MG Isso sim, já há um ano eeeee…
MP Um ano
MG Para aí um ano e tal, desde 2007, desde 2007 que se viu essas fotografias, as primeiras fotografias…
MP As primeiras fotografias. E em que fotografia concretamente o que é que eram, ou seja, quem é que estava retratado
MG É assim, as fotografias que eu vi, até ultimamente deixei de ver, porque achei que não tinha utilidade, é assim…
MP Quem é que estava lá retratado?
MG O carro, o Sr. Bispo e os seus dois filhos
MP O carro, a Senhora reconhece como o carro que ele utilizava, que é da Santa Casa e que é utilizado pelo Sr. Bispo?
MG Sim, sim
MP Portanto é o carro de serviço …
MG É o carro de serviço da Santa Casa
MP O senhor, já foram vistas aqui as fotografias, o Sr. Bispo está de costas
MG Sim
MP A fotografia está lá ao longe, está de costas.
MG Sim
MP A Senhora conhecendo, olhando e quando viu não teve dúvidas que era ele
MG Não, não tive dúvidas
MP Ou seja, quem o conhece, mesmo de costas, percebe que é a pessoa em questão
MG Sim percebe que é o Senhor que lá está
MP Corresponde à estatura, à postura….
MG Sim, sim
MP Não tem dúvidas. Relativamente ao filho ou aos filhos conhece alguns dos filhos
MG Conheço os seus filhos
MP E a criança que lá está pareceu-lhe ser o filho dele?
MG Sim, sim, os filhos dele.
MP Embora estivesse também de costas
MG Sim, embora estivessem também de costas, quer dizer que não está muito bem focado, mas dá para perceber que de facto era.
MP Falou sobre esta fotografia com o Sr. Bispo?
MG Se falei com ele?
MP Sim.
MG Não.
MP Nunca fez qualquer comentário com ele.
MG Isso, isso sim, poderá ter mas não, quer dizer, o tempo que eu vi, porque é assim, aquilo que eu vi que, que me levou, é assim, foi até depois, o estado moral da pessoa, porque é assim, tudo o que lá está dito não condiz, ou seja, o senhor fez acusações que não correspondem à verdade da pessoa.
MP Tem ideia de haver um título ou uma legenda nessa, nessa fotografia, nessas fotografias?
MG Não me recordo
MP Não se recorda
MG Não. Não me recordo.
MP E se eu lhe disser assim que lá estaria”a família feliz à custa da Santa Casa” isto fala lembrar?
MG Ah isso sim, isso diz-me mas só porque foi tanta coisa que há pequenas coisas que já há uns tempos que eu não consulto, porque achei que não deveria e há coisa que já não me lembro.
MP Olhe, do conhecimento que tem do Sr. Bispo, que já o conhece, acha que ele nalguma circunstância se soubesse que esta fotografia ia ser publicada, autorizava?
MG Julgo que não, penso que não, porque é assim, para já não corresponde à verdade, porque ele sempre foi uma boa pessoa, porque daquilo que eu conheço, o Sr. Bispo a nível de trabalho, porque eu até não sou funcionária da Santa Casa, e aquilo que eu conheço, a credibilidade que o senhor tem, portanto, não, não, não acredito que ele fosse porque aquilo que está lá não corresponde àà.., e penso que o que está lá é realmente em termos de ….
MP Depois disto, depois deste contexto todo, continuaram a haver menções ao Senhor Bispo neste blog, viu mais algumas fotografias além destas?
MG Não, não vi
MP Não viu.
MG Não vi porque eu deixei de, pronto,…
MP A partir do momento em que foram publicadas as fotografias deixou de….
MG Deixei, sim deixei de ver.
MP Pronto, está certo, Não preciso de mais nada, obrigado
ADVOGADA DE ACUSAÇÃO COM MARIA GEORGINA
AA D. Maria Georgina, diz que teve conhecimento deste blog porque o mesmo era falado, aquilo que lhe perguntava era se era falado no bom sentido ou se era falada no mau sentido.
MG É assim. Nesta altura, era falado no mau sentido, ou seja, que tava-se a denegrir uma imagem de um senhor e todas essas acusações eram falsas, para mim eram, são falsas.
AA E diz que era falado e que se falava então negativamente por quem, no caso concreto
MG É assim, olhe, eu falei com várias pessoas, neste caso com várias pessoas com a empresa inclusive onde eu trabalho, a nível de vizinhos, das pessoas amigas que consultam os sites que me conhecem a mim e perguntavam-me, portanto, e questionavam-me “trabalhas lá, isso é verdade?” e eu dizia “não”, porque é assim, tudo o que eu conheço do Senhor, é assim, corre o boato possível que uma pessoa, um ser humano com a credibilidade que, pois, tenho ouvisto dizer que tem o Sr. Paulo Miranda, inclusive no concelho de Oeiras, como é possível este andar a difamar uma pessoa, da forma que ele escreveu no blog, sem, pronte, para ele não tem razão para as acusações que ele lá fez.
AA Portanto, está, está, pergunto-lhe se o que está a dizer ao Tribunal é que estas acusações, digamos assim, estas fotografias, e o que lhes estava inerente a título de comentário se foram, assim, então, tidas como credíveis por quem consultava o blog ou por quem dele tinha conhecimento.
MG Foram credíveis por algumas pessoas que, não conhecendo o Sr. Bispo, portanto, as pessoas que não conhecem o Sr. Bispo, à partida vão ler uma situação daquelas e acham que são credíveis, não é.
Para quem não conhece a pessoa em si, não é?
AA Referiu, também, que falou com o Sr. Bispo acerca disto, perguntava-lhe se o Sr. Bispo se mostrou contente, satisfeito, ou, pelo contrário, se teve uma atitude de apreensão ou de…
MG É assim, como deve compreender, uma pessoa que está a ser lesada da maneira que está a ser, quer dizer, ninguém fica contente, inclusive, é assim, eu lidando com o Senhor diariamente vi que o Senhor sentiu-se mal, moralmente, a nível de familiar, portanto, ele teve comportamentos que eu, como digo, conhecendo o Sr. Bispo há vários anos que trabalho com ele, eu até andei preocupada com as atitudes que ele teve, com a situação que ele estava porque ele andou muito, muito, muito debilitado, em baixo, com estas acusações todas que, realmente, como digo, não, não, não têm qualquer credibilidade
AA Portanto, posso depreender que das suas palavras que a honra dele passou a estar em causa, é isso?
MG Sim senhor
AA Senhora Doutora, como esta testemunha está indicada para o pedido de indemnização cível, posso….
J Sim.
AA Tem conhecimento se, então, o Sr. Luís Bispo é uma pessoa respeitada no concelho de Oeiras?
MG Sim senhor.
AA Pode afirmá-lo a título pessoal
MG Posso afirmar
AA Sabe se, na sequência da publicação destas fotografias se essa imagem foi, por algum momento, posta em causa?
MG Foi, sim senhor.
AA Porque é que diz isso?
MG É assim. Foi posta em causa porque há uma pessoa que credibilidade tem com estas imagens que saíram põe em causa a credibilidade da pessoa, em qualquer lado põe em causa a credibilidade da pessoa.
AA Certo, mas ouviu algum comentário depreciativo em qualquer lado
MG Sim, sim, várias pessoas, eu posso dizê-lo que, por exemplo, que na empresa onde trabalho nós questionámos até se essa pessoa que estava lá teria desempenhado as funções, pronto, olhando às funções que, pois, ele está a desempenhar, se essas funções tinham sido bem desempenhadas depois da gente ler aquilo que leu e eu disse, e é assim, isso mesmo pode por em causa conhecendo a pessoa que se conhece há tantos anos, como é que pode sequer neste caso estar dentro da Misericórdia pode dizer e afirmar tanta coisa cá para fora.
AA Colocando em causa a seriedade do aqui Assistente, sabe dizer aqui ao Tribunal se nessa sequência, e só nessa sequência, se o Sr. Bispo se sentiu numa situação depressiva ou de ansiedade
MG Sim. Sim, sim, sim,
AA Constatou isso?
MG Constatei, como digo, constatei sim pessoalmente, porque trabalho com ele diariamente, vejo e foi, aliás durante bastante tempo, ele andou mesmo mal, como acabei de referir há pouco, com aquela situação, não sei, isso não lhe perguntei, mas penso que até teve de recorrer a outros meios para conseguir suportar esta situação.
AA E ele alguma vez lhe referiu que esse estado se deveu, se devia a esta questão das fotografias?
MG Sim, sim, sim. Foi uma das principais situações que ele deveu, porque é assim, quer dizer, qualquer pessoa que está, que anda no seu serviço normal e depois vê-se com umas fotografias destas nos braços, quer dizer, qualquer ser humano fica abalado, não é?
AA Não desejo mais nada.
ADVOGADO DE DEFESA COM MARIA GEORGINA
J Senhor Doutor
AD Com a devida vénia; Senhora Doutora.
Senhora testemunha, enquanto estiveram ali na sala de espera falaram sobre estas questões?
MG Não, não.
AD Não?
Olhe, diga-me outra coisa. Na fotografia a Senhora vê claramente que são os dois filhos?
MG Sim, Sim.
AD Claramente que são os dois filhos.
MG Não, um filho.
AD Um filho.
MG Sim, vejo um filho.
AD Qual deles?
MG É assim, neste caso não posso precisar o nome, mas vejo que é um filho.
AD Então já não estou a perceber.
MG Ouça, não posso dizer o nome porque não posso dizer o nome dos filhos porque eu, por sinal, não sei o nome dos filhos. Conheço os meninos mas não vou-lhe dizer qual é, não posso afirmar qual é o nome dos meninos.
AD Mas sabe o nome deles.
MG Não sei o nome deles. Conheço-os de vista mas não posso dizer-lhe o nome deles, que eu não sei.
AD Mas sabe dizer qual deles é que é.
MG Sim, sim.
AD Claramente, sem dúvidas.
MG Sim, sim sem dúvidas.
AD Não tenho mais nada, Senhora Doutora.
MJL - Maria Georgina Tavares Caetano de Sá
MP - Procuradora Adjunta
AA - Advogada de Acusação
AD - Advogado de Defesa
DOUTORA JUIZA COM TESTEMUNHA MARIA GEORGINA T.C. SÁ
J Diga-me o seu nome completo
MG Maria Georgina Tavares Caetano de Sá
J O seu estado civil
MG Casada
J A sua profissão
MG Empregada de hotelaria
J E onde reside
MG Amadora
J Morada completa
MG Rua Dr. Mariano Roque Laia, nº 4, 2ºA
J Diga-me uma coisa, a Senhora conhece o Sr. Luís Manuel de Almeida Bispo
MG Sim, sim
J Tem alguma relação de parentesco, de amizade ou outra
MG Não, não
J Alguma relação profissional
MG Profissional
J Trabalhou ou trabalha na SCMO?
MG Trabalho na Santa Casa.
J E diga-me uma coisa. Conhece o Sr. Paulo Henrique Miranda
MG Não, não
J Não conhece? O facto de trabalhar na Santa Casa, de conhecer o Assistente, o Sr. Luís Bispo, impede-a de falar com verdade?
MG Sim, Sim
J Impede-a?
MG Não, não.
Não me impede. Falo só a verdade.
J Sabe que terá de falar a verdade sob pena de incorrer na responsabilidade criminal
MG Sim, Sim
J Jura falar com verdade?
MG Sim
J Tem que dizer que jura
MG Juro
J Faça o favor de se sentar. Vai responder às perguntas da Senhora Procuradora Adjunta.
Senhora Doutora
PROCURADORA ADJUNTA (MP) COM MARIA GEORGINA
MP Muito Obrigada. Boa tarde D. Maria Georgina, a senhora teve conhecimento da existência do blog com a denominação paulohmiranda.blogspot.com?
MG Sim
MP Sim, e como é que teve conhecimento?
MG É assim, tive conhecimento até através de vizinhos meus que consultam várias vezes os sites e como sabendo que eu trabalho na Santa Casa e vendo, pronto, o que lá vinha descriminado e alertaram-se “olha, trabalhas na Santa Casa, já viste o que é que lá está a dizer sobre o que se fala da Santa Casa’”, e eu disse na altura “não” e fui finalmente verificar onde vi que realmente, pronto, o que é que lá estava escrito e alem disso as imagens que lá estavam
MP Nesse blog, para além do nome de Paulo Miranda aparece alguma fotografia?
MG Aparece
MP E é de quem?
MG Do Sr. Bispo com os filhos
MP Não, antes disso.
Quando abre o blog, está alguma fotografia do detentor do blog, ou seja, alguma pessoa que utiliza aquele blog
MG Está lá a fotografia do Sr. Paulo Miranda
MP Do Sr. Paulo Miranda
MG Do Sr. Paulo Miranda
MP É reconhecível, é ….o Sr. Paulo Miranda
MG Sim, sim, sim, sim, sim, sim
MP Quando lhe falaram na existência desse blog, começa a aceder a esse blog, vê comentários sobre a Santa Casa
MG Vejo comentários sobre a Santa Casa, daí ter despertado a atenção
MP Exactamente E quando é que vê essa fotografia que há pouco referiu
MG Isso sim, já há um ano eeeee…
MP Um ano
MG Para aí um ano e tal, desde 2007, desde 2007 que se viu essas fotografias, as primeiras fotografias…
MP As primeiras fotografias. E em que fotografia concretamente o que é que eram, ou seja, quem é que estava retratado
MG É assim, as fotografias que eu vi, até ultimamente deixei de ver, porque achei que não tinha utilidade, é assim…
MP Quem é que estava lá retratado?
MG O carro, o Sr. Bispo e os seus dois filhos
MP O carro, a Senhora reconhece como o carro que ele utilizava, que é da Santa Casa e que é utilizado pelo Sr. Bispo?
MG Sim, sim
MP Portanto é o carro de serviço …
MG É o carro de serviço da Santa Casa
MP O senhor, já foram vistas aqui as fotografias, o Sr. Bispo está de costas
MG Sim
MP A fotografia está lá ao longe, está de costas.
MG Sim
MP A Senhora conhecendo, olhando e quando viu não teve dúvidas que era ele
MG Não, não tive dúvidas
MP Ou seja, quem o conhece, mesmo de costas, percebe que é a pessoa em questão
MG Sim percebe que é o Senhor que lá está
MP Corresponde à estatura, à postura….
MG Sim, sim
MP Não tem dúvidas. Relativamente ao filho ou aos filhos conhece alguns dos filhos
MG Conheço os seus filhos
MP E a criança que lá está pareceu-lhe ser o filho dele?
MG Sim, sim, os filhos dele.
MP Embora estivesse também de costas
MG Sim, embora estivessem também de costas, quer dizer que não está muito bem focado, mas dá para perceber que de facto era.
MP Falou sobre esta fotografia com o Sr. Bispo?
MG Se falei com ele?
MP Sim.
MG Não.
MP Nunca fez qualquer comentário com ele.
MG Isso, isso sim, poderá ter mas não, quer dizer, o tempo que eu vi, porque é assim, aquilo que eu vi que, que me levou, é assim, foi até depois, o estado moral da pessoa, porque é assim, tudo o que lá está dito não condiz, ou seja, o senhor fez acusações que não correspondem à verdade da pessoa.
MP Tem ideia de haver um título ou uma legenda nessa, nessa fotografia, nessas fotografias?
MG Não me recordo
MP Não se recorda
MG Não. Não me recordo.
MP E se eu lhe disser assim que lá estaria”a família feliz à custa da Santa Casa” isto fala lembrar?
MG Ah isso sim, isso diz-me mas só porque foi tanta coisa que há pequenas coisas que já há uns tempos que eu não consulto, porque achei que não deveria e há coisa que já não me lembro.
MP Olhe, do conhecimento que tem do Sr. Bispo, que já o conhece, acha que ele nalguma circunstância se soubesse que esta fotografia ia ser publicada, autorizava?
MG Julgo que não, penso que não, porque é assim, para já não corresponde à verdade, porque ele sempre foi uma boa pessoa, porque daquilo que eu conheço, o Sr. Bispo a nível de trabalho, porque eu até não sou funcionária da Santa Casa, e aquilo que eu conheço, a credibilidade que o senhor tem, portanto, não, não, não acredito que ele fosse porque aquilo que está lá não corresponde àà.., e penso que o que está lá é realmente em termos de ….
MP Depois disto, depois deste contexto todo, continuaram a haver menções ao Senhor Bispo neste blog, viu mais algumas fotografias além destas?
MG Não, não vi
MP Não viu.
MG Não vi porque eu deixei de, pronto,…
MP A partir do momento em que foram publicadas as fotografias deixou de….
MG Deixei, sim deixei de ver.
MP Pronto, está certo, Não preciso de mais nada, obrigado
ADVOGADA DE ACUSAÇÃO COM MARIA GEORGINA
AA D. Maria Georgina, diz que teve conhecimento deste blog porque o mesmo era falado, aquilo que lhe perguntava era se era falado no bom sentido ou se era falada no mau sentido.
MG É assim. Nesta altura, era falado no mau sentido, ou seja, que tava-se a denegrir uma imagem de um senhor e todas essas acusações eram falsas, para mim eram, são falsas.
AA E diz que era falado e que se falava então negativamente por quem, no caso concreto
MG É assim, olhe, eu falei com várias pessoas, neste caso com várias pessoas com a empresa inclusive onde eu trabalho, a nível de vizinhos, das pessoas amigas que consultam os sites que me conhecem a mim e perguntavam-me, portanto, e questionavam-me “trabalhas lá, isso é verdade?” e eu dizia “não”, porque é assim, tudo o que eu conheço do Senhor, é assim, corre o boato possível que uma pessoa, um ser humano com a credibilidade que, pois, tenho ouvisto dizer que tem o Sr. Paulo Miranda, inclusive no concelho de Oeiras, como é possível este andar a difamar uma pessoa, da forma que ele escreveu no blog, sem, pronte, para ele não tem razão para as acusações que ele lá fez.
AA Portanto, está, está, pergunto-lhe se o que está a dizer ao Tribunal é que estas acusações, digamos assim, estas fotografias, e o que lhes estava inerente a título de comentário se foram, assim, então, tidas como credíveis por quem consultava o blog ou por quem dele tinha conhecimento.
MG Foram credíveis por algumas pessoas que, não conhecendo o Sr. Bispo, portanto, as pessoas que não conhecem o Sr. Bispo, à partida vão ler uma situação daquelas e acham que são credíveis, não é.
Para quem não conhece a pessoa em si, não é?
AA Referiu, também, que falou com o Sr. Bispo acerca disto, perguntava-lhe se o Sr. Bispo se mostrou contente, satisfeito, ou, pelo contrário, se teve uma atitude de apreensão ou de…
MG É assim, como deve compreender, uma pessoa que está a ser lesada da maneira que está a ser, quer dizer, ninguém fica contente, inclusive, é assim, eu lidando com o Senhor diariamente vi que o Senhor sentiu-se mal, moralmente, a nível de familiar, portanto, ele teve comportamentos que eu, como digo, conhecendo o Sr. Bispo há vários anos que trabalho com ele, eu até andei preocupada com as atitudes que ele teve, com a situação que ele estava porque ele andou muito, muito, muito debilitado, em baixo, com estas acusações todas que, realmente, como digo, não, não, não têm qualquer credibilidade
AA Portanto, posso depreender que das suas palavras que a honra dele passou a estar em causa, é isso?
MG Sim senhor
AA Senhora Doutora, como esta testemunha está indicada para o pedido de indemnização cível, posso….
J Sim.
AA Tem conhecimento se, então, o Sr. Luís Bispo é uma pessoa respeitada no concelho de Oeiras?
MG Sim senhor.
AA Pode afirmá-lo a título pessoal
MG Posso afirmar
AA Sabe se, na sequência da publicação destas fotografias se essa imagem foi, por algum momento, posta em causa?
MG Foi, sim senhor.
AA Porque é que diz isso?
MG É assim. Foi posta em causa porque há uma pessoa que credibilidade tem com estas imagens que saíram põe em causa a credibilidade da pessoa, em qualquer lado põe em causa a credibilidade da pessoa.
AA Certo, mas ouviu algum comentário depreciativo em qualquer lado
MG Sim, sim, várias pessoas, eu posso dizê-lo que, por exemplo, que na empresa onde trabalho nós questionámos até se essa pessoa que estava lá teria desempenhado as funções, pronto, olhando às funções que, pois, ele está a desempenhar, se essas funções tinham sido bem desempenhadas depois da gente ler aquilo que leu e eu disse, e é assim, isso mesmo pode por em causa conhecendo a pessoa que se conhece há tantos anos, como é que pode sequer neste caso estar dentro da Misericórdia pode dizer e afirmar tanta coisa cá para fora.
AA Colocando em causa a seriedade do aqui Assistente, sabe dizer aqui ao Tribunal se nessa sequência, e só nessa sequência, se o Sr. Bispo se sentiu numa situação depressiva ou de ansiedade
MG Sim. Sim, sim, sim,
AA Constatou isso?
MG Constatei, como digo, constatei sim pessoalmente, porque trabalho com ele diariamente, vejo e foi, aliás durante bastante tempo, ele andou mesmo mal, como acabei de referir há pouco, com aquela situação, não sei, isso não lhe perguntei, mas penso que até teve de recorrer a outros meios para conseguir suportar esta situação.
AA E ele alguma vez lhe referiu que esse estado se deveu, se devia a esta questão das fotografias?
MG Sim, sim, sim. Foi uma das principais situações que ele deveu, porque é assim, quer dizer, qualquer pessoa que está, que anda no seu serviço normal e depois vê-se com umas fotografias destas nos braços, quer dizer, qualquer ser humano fica abalado, não é?
AA Não desejo mais nada.
ADVOGADO DE DEFESA COM MARIA GEORGINA
J Senhor Doutor
AD Com a devida vénia; Senhora Doutora.
Senhora testemunha, enquanto estiveram ali na sala de espera falaram sobre estas questões?
MG Não, não.
AD Não?
Olhe, diga-me outra coisa. Na fotografia a Senhora vê claramente que são os dois filhos?
MG Sim, Sim.
AD Claramente que são os dois filhos.
MG Não, um filho.
AD Um filho.
MG Sim, vejo um filho.
AD Qual deles?
MG É assim, neste caso não posso precisar o nome, mas vejo que é um filho.
AD Então já não estou a perceber.
MG Ouça, não posso dizer o nome porque não posso dizer o nome dos filhos porque eu, por sinal, não sei o nome dos filhos. Conheço os meninos mas não vou-lhe dizer qual é, não posso afirmar qual é o nome dos meninos.
AD Mas sabe o nome deles.
MG Não sei o nome deles. Conheço-os de vista mas não posso dizer-lhe o nome deles, que eu não sei.
AD Mas sabe dizer qual deles é que é.
MG Sim, sim.
AD Claramente, sem dúvidas.
MG Sim, sim sem dúvidas.
AD Não tenho mais nada, Senhora Doutora.
O tempo que passava na sede da Irmandade deu para o conhecer bem!
J - Doutora Juíza
MJL - Maria José Leal Bizarro Rodrigues dos Santos
MP - Procuradora Adjunta
AA - Advogada de Acusação
AD - Advogado de Defesa
DOUTORA JUIZA COM TESTEMUNHA MARIA JOSÉ LEAL
J Diga-me o seu nome completo
MJL Maria José Leal Rodrigues Bizarro Santos
J O seu estado civil
MJL Casada
J A sua profissão
MJL Educadora de infância
J E onde reside
MJL A morada completa? Rua Comandante Cousteau Lote 4.07.01 3º Esq
J Diga-me uma coisa. A Senhora conhece o Senhor Paulo Miranda
MJL Pontualmente, de vista
J A senhora conhece o Senhor Luís Manuel de Almeida Bispo
MJL Sim
J Conhece por ter alguma relação profissional, de amizade, parentesco?
MJL Com o Senhor Luís Bispo?
J Sim
MJL Profissional
J A senhora trabalha na Santa Casa da Misericórdia
MJL Sim. Sim.
J O facto de trabalhar na Santa Casa da Misericórdia, de conhecer o assistente e também de vista o arguido, impede-a de falar com verdade
MJL Não
J Sabe que terá de falar com verdade para não incorrer na responsabilidade criminal
MJL Exactamente
J Jura falar com verdade
MJL Sim
J Tem que dizer Jura
MJL Juro
J Faça o favor de se sentar, vai responder à senhora procuradora adjunta
PROCURADORA ADJUNTA (MP) COM MARIA JOSÉ LEAL
MP Boa tarde Senhora D. Maria José. A senhora teve conhecimento da existência denominado de www.paulhmiranda.blogspot.com
MJL Sim
MP Como é que teve conhecimento?
MJL Inicialmente, tive conhecimento por ouvir falar.
MP Dentro da Misericórdia?
MJL Sim
MP E o que é que ouviu falar dentro da Misericórdia quanto a esse blog
MJL Antes de ir ao blog
MP Sim
MJL Falou-se que havia um blog contra a Santa Casa do Senhor Paulo Miranda, somente isso.
MP E teve curiosidade de aceder ao blog
MJL Sim
MP Quando acedeu ao blog, há alguma coisa nele que indique que é efectivamente o Senhor Paulo Miranda alem da denominação, quando se acede ao blog?
MJL Sim
MP Diga
MJL Desculpe, não percebi.
MP Quando acede ao blog além do nome que corresponde ao nome da pessoa, o que é que indica também que o detentor daquele blog é o Senhor Paulo Miranda?
MJL Por aquilo que vem descrito
MP Pelo teor dos comentários
MJL Exactamente,
MP Mas não existe lá uma fotografia?
MJL Existe, sim
MP Pronto, e reconhece o Senhor Paulo Miranda naquela fotografia?
MJL Sim
MP Concretamente recorda-se de em 2007 e já lhe vou perguntar se se lembra da data, ter acedido a esse blog e ter visto lá algumas fotografias que lhe chamassem a atenção?
MJL Sim, vi
MP Tem presente a data? Já não lhe é possível
MJL É para Maio
MP O que é que viu
MJL Vi, portanto, duas fotografias em que aparecia o Senhor Luís Bispo e os seus dois filhos, junto a um carro
MP Essas fotografias constam do processo e vê-se que o Senhor Luís Bispo está de costas
MJL Exactamente
MP Para quem conhece o Senhor Bispo é imediatamente reconhecível como sendo ele
MJL Sim, sim
MP Não tem dúvida, não teve dúvidas que se tratava do Senhor Luís Bispo
MJL Não, Não.
MP Aquele carro que lá está é o carro da Santa Casa
MJL É, sim
MP Que é utilizado pelo Senhor Luís Bispo
MJL Sim, penso que sim, em serviço utilizará o carro
MP Pronto já o viu com esse carro
MJL Sim, na Santa Casa
MP Ou seja, aliando o que se vê, embora não se veja o rosto da pessoa, mas a estatura, as características ainda de costas e o carro, quem conheça bem o Senhor Bispo não tem dúvidas que é ele
MJL Eu nunca pensei assim dessa forma
MP Ou seja, a senhora quando olhou para aquelas fotografias se não tivesse lá uma legenda e uns comentários
MJL Era provável que identificasse imediatamente
MP Pelo conhecimento que a senhora tem do Sr. Bispo e do Senhor Paulo Miranda que já disse que só o conhece de vista, de qualquer forma já tinha ouvido comentários que as relações entre os dois não seriam as melhores
MJL Não, não sei falar muito bem disso. Não estou aaaa…
MP Não está a par. Mas diga-me uma coisa. Acha que caso o Senhor Bispo tivesse tido prévio conhecimento que tinham sido tiradas aquelas fotografias autorizava o Sr. Paulo Miranda a publicá-las no seu blog?
MJL Com certeza que não
MP É a noção que teve. Posteriormente falou disto com o Sr. Luís Bispo, destas fotografias e do que se estava a passar no blog?
MJL É assim, eu normalmente com o Sr. Luís Bispo falo de serviço, só exclusivamente de serviço, apesar de ter conhecimento de todo este processo portanto que se estava a desenrolar no blog houve alturas em que, sim senhora, que falava, portanto a conversa, …..
MP E em relação a estas fotografias?
MJL Não me recordo porque já foi há bastante tempo, sei que, foram para mim, achei chocante esta situação, para mim, portanto e portanto também dava conta que realmente tinham afectado a pessoa em causa. O Sr. Luís Bispo percebia, percebia-se muito bem e portanto não sabia muito bem se havia de vir cá falar mas, às vezes, comentava-se. Portanto era uma coisa que não…, pronto pelo resultado, pelo impacto, que teve, não é.
MP Está certo. Muito obrigado, não desejo mais nada
J Senhora Doutora
ADVOGADA DE ACUSAÇÃO COM MARIA JOSÉ LEAL
AA D. Maria José, começava por lhe perguntar se teve conhecimento deste blog, referiu que teve conhecimento porque se comentava da existência do blog, o que lhe perguntava era se só se comentava ou se teve conhecimento por outras vias, portanto se houve meios de divulgação deste blog que tenha conhecimento.
MJL Sim, inicialmente comentou-se até que, portanto, foi entregue no infantário onde sou coordenadora, foi entregue bastantes jornais pelo próprio Dr. Paulo Miranda, eu não estava presente disseram-me que me iam chamar mas não foi caso disso, acho que o Sr. nem sequer passou da porta da rua, portanto entregou os jornais com indicação das pessoas irem ver a última folha, com essa indicação. É claro que foi curiosidade geral e as pessoas foram ver a última folha e vinha lá um artigo com a referência do blog e foi aí que, então, foi uma corrida às pessoas, as funcionárias todas quiseram ir ver o blog, o que é que constava, o que é que dizia.
AA E isso, por conduta do próprio Sr. Paulo Miranda
MJL Exactamente, porque é sabendo que é divulgar
AA E tem conhecimento, eventualmente, se esta conduta se ficou por aí ou houve tentativa de divulgar este blog mais do que uma vez e o conteúdo do mesmo.
J Senhora Doutora, aqui para o que interessa nos autos já está explicitado na participação
AA Referiu ainda de que relativamente às fotografias em causa neste processo que identificou, imediatamente a pessoa do Sr. Bispo nestas mesmas fotografias e pergunto-lhe se identificou também as crianças, se viu se estavam duas crianças
MJL Claro estavam duas crianças, sim
AA Ou uma criança
MJL Duas
AA Duas e percebeu que eram os filhos
MJL Sim
AA Para quem o conhece e o vê com as duas crianças dá para perceber, eu perguntava se eventualmente ouviu comentários de terceiras pessoas que não fossem tão próximas ao Sr. Bispo e se eventualmente alguém terá referido que teria dúvidas que se era ele que se encontrava na fotografia
MJL Ninguém referiu ter dúvidas, portanto foi identificado nessa altura já haviam pessoas a ir ao blog, portanto numa ordem geral era que se comentava que não havia dúvidas que era efectivamente o Sr. Luís Bispo que lá estava com os filhos e, portanto, comentava-se também que era uma atitude feia, muito feia, essa de ter aparecido nas fotografias aqui tomada pelo Dr. Paulo Miranda, pronto, realmente dúvidas não parece ter havido.
AA A Senhora no âmbito das suas funções contacta com trabalhadores da Santa Casa, obviamente, com dirigentes mas também com pessoas estranhas à Misericórdia, com utentes, Pais de crianças. Esses comentários eventualmente terão sido também proferidos por pessoas estranhas à Misericórdia, ou seja, utentes, ou só no âmbito dos trabalhadores.
MJL No âmbito dos trabalhadores foi, no âmbito de alguns encarregados de educação também,
AA Já referiu também que no seu entender e para si que tudo isto foi chocante. Aquilo que lhe pergunto é se foi chocante porquê, por causa do conteúdo?
MJL Pelo impacto que teve numa pessoa concretamente, numa pessoa que foi sempre, trabalho muitas vezes com o Sr. Bispo, frequentemente, correcta, correctíssima, portanto respeitador educado, nunca nada levava a crer que despoletasse uma situação destas. Somente em trabalho eu, pronto, trabalho na Santa Casa, portanto, trabalho com o Sr. Bispo, é uma pessoa muito presente, tem sido muito útil, por ser muito presente não só para mim, os outros coordenadores também referem o mesmo.
J Vamos concretizar as perguntas, Senhora Doutora
AA Era só para, então, para concluir se efectivamente essa conduta do arguido prejudicou se efectivamente a pessoa do aqui assistente.
J A Senhora Doutora estava indicada para o TIC
AA Não, não desejo mais nada
ADVOGADO DE DEFESA COM MARIA JOSÉ LEAL
AD Diga-me uma coisa Senhora testemunha. Disse que tem a certeza que são os filhos do Sr. Bispo que estão na fotografia.
MJL Sim
AD Então desejo confrontar a senhora testemunha com a fotografia onde constam os filhos que eu julgo que há um que nem sequer aparece.
J É a estas fotografias que se referia, ou seriam outras
MJL Não, nenhuma destas.
J Não eram estas?
MJL Era, lembro-me desta e lembro-me desta também, sim senhora
J O que o Senhor Doutor perguntava era se consegue aí onde consegue distinguir os dois filhos que referiu que estavam os dois.
MJL Pois, exactamente, reparo que só tem um.
J Tinha ficado com essa ideia, que eram os dois mas agora constata que é só um
MJL Sim, Sim
AD Quem é este rapaz, que aqui está?
MJL Qual rapaz. É o filho do Sr. Bispo
AD Como é que sabe que é o filho?
MJL É assim, se o Sr. Bispo está no carro, eu conheço as crianças, aaaa…
AD Pois a pessoas conhece, a pessoa conhece mas
MJL O Sr. Bispo está com o carro, é o Sr. Bispo chega com os filhos, com as crianças, portanto,
AD Deduz que é o Sr. Bispo, deduz que é o seu filho porque está com o Sr. Bispo, é isso?
MJL Exactamente.
AD Está a concluir.
MJL Está de costas
AD Pois, exactamente, está de costas. Portanto conclui, está a fazer uma conclusão
J Senhor Doutor, qual é a pergunta? Agora está o Senhor Doutor a fazer uma confusão.
AD Quem é este Senhor aqui?
MJL Este Senhor que está aqui é o Sr. Bispo.
AD Não tem dúvidas?
MJL Não
AD Mesmo?
MJL Não?
AD Mesmo de costas? Obrigado
J Tem mais alguma pergunta Senhor Doutor?
AD Não, Obrigado Senhora Doutora
MJL - Maria José Leal Bizarro Rodrigues dos Santos
MP - Procuradora Adjunta
AA - Advogada de Acusação
AD - Advogado de Defesa
DOUTORA JUIZA COM TESTEMUNHA MARIA JOSÉ LEAL
J Diga-me o seu nome completo
MJL Maria José Leal Rodrigues Bizarro Santos
J O seu estado civil
MJL Casada
J A sua profissão
MJL Educadora de infância
J E onde reside
MJL A morada completa? Rua Comandante Cousteau Lote 4.07.01 3º Esq
J Diga-me uma coisa. A Senhora conhece o Senhor Paulo Miranda
MJL Pontualmente, de vista
J A senhora conhece o Senhor Luís Manuel de Almeida Bispo
MJL Sim
J Conhece por ter alguma relação profissional, de amizade, parentesco?
MJL Com o Senhor Luís Bispo?
J Sim
MJL Profissional
J A senhora trabalha na Santa Casa da Misericórdia
MJL Sim. Sim.
J O facto de trabalhar na Santa Casa da Misericórdia, de conhecer o assistente e também de vista o arguido, impede-a de falar com verdade
MJL Não
J Sabe que terá de falar com verdade para não incorrer na responsabilidade criminal
MJL Exactamente
J Jura falar com verdade
MJL Sim
J Tem que dizer Jura
MJL Juro
J Faça o favor de se sentar, vai responder à senhora procuradora adjunta
PROCURADORA ADJUNTA (MP) COM MARIA JOSÉ LEAL
MP Boa tarde Senhora D. Maria José. A senhora teve conhecimento da existência denominado de www.paulhmiranda.blogspot.com
MJL Sim
MP Como é que teve conhecimento?
MJL Inicialmente, tive conhecimento por ouvir falar.
MP Dentro da Misericórdia?
MJL Sim
MP E o que é que ouviu falar dentro da Misericórdia quanto a esse blog
MJL Antes de ir ao blog
MP Sim
MJL Falou-se que havia um blog contra a Santa Casa do Senhor Paulo Miranda, somente isso.
MP E teve curiosidade de aceder ao blog
MJL Sim
MP Quando acedeu ao blog, há alguma coisa nele que indique que é efectivamente o Senhor Paulo Miranda alem da denominação, quando se acede ao blog?
MJL Sim
MP Diga
MJL Desculpe, não percebi.
MP Quando acede ao blog além do nome que corresponde ao nome da pessoa, o que é que indica também que o detentor daquele blog é o Senhor Paulo Miranda?
MJL Por aquilo que vem descrito
MP Pelo teor dos comentários
MJL Exactamente,
MP Mas não existe lá uma fotografia?
MJL Existe, sim
MP Pronto, e reconhece o Senhor Paulo Miranda naquela fotografia?
MJL Sim
MP Concretamente recorda-se de em 2007 e já lhe vou perguntar se se lembra da data, ter acedido a esse blog e ter visto lá algumas fotografias que lhe chamassem a atenção?
MJL Sim, vi
MP Tem presente a data? Já não lhe é possível
MJL É para Maio
MP O que é que viu
MJL Vi, portanto, duas fotografias em que aparecia o Senhor Luís Bispo e os seus dois filhos, junto a um carro
MP Essas fotografias constam do processo e vê-se que o Senhor Luís Bispo está de costas
MJL Exactamente
MP Para quem conhece o Senhor Bispo é imediatamente reconhecível como sendo ele
MJL Sim, sim
MP Não tem dúvida, não teve dúvidas que se tratava do Senhor Luís Bispo
MJL Não, Não.
MP Aquele carro que lá está é o carro da Santa Casa
MJL É, sim
MP Que é utilizado pelo Senhor Luís Bispo
MJL Sim, penso que sim, em serviço utilizará o carro
MP Pronto já o viu com esse carro
MJL Sim, na Santa Casa
MP Ou seja, aliando o que se vê, embora não se veja o rosto da pessoa, mas a estatura, as características ainda de costas e o carro, quem conheça bem o Senhor Bispo não tem dúvidas que é ele
MJL Eu nunca pensei assim dessa forma
MP Ou seja, a senhora quando olhou para aquelas fotografias se não tivesse lá uma legenda e uns comentários
MJL Era provável que identificasse imediatamente
MP Pelo conhecimento que a senhora tem do Sr. Bispo e do Senhor Paulo Miranda que já disse que só o conhece de vista, de qualquer forma já tinha ouvido comentários que as relações entre os dois não seriam as melhores
MJL Não, não sei falar muito bem disso. Não estou aaaa…
MP Não está a par. Mas diga-me uma coisa. Acha que caso o Senhor Bispo tivesse tido prévio conhecimento que tinham sido tiradas aquelas fotografias autorizava o Sr. Paulo Miranda a publicá-las no seu blog?
MJL Com certeza que não
MP É a noção que teve. Posteriormente falou disto com o Sr. Luís Bispo, destas fotografias e do que se estava a passar no blog?
MJL É assim, eu normalmente com o Sr. Luís Bispo falo de serviço, só exclusivamente de serviço, apesar de ter conhecimento de todo este processo portanto que se estava a desenrolar no blog houve alturas em que, sim senhora, que falava, portanto a conversa, …..
MP E em relação a estas fotografias?
MJL Não me recordo porque já foi há bastante tempo, sei que, foram para mim, achei chocante esta situação, para mim, portanto e portanto também dava conta que realmente tinham afectado a pessoa em causa. O Sr. Luís Bispo percebia, percebia-se muito bem e portanto não sabia muito bem se havia de vir cá falar mas, às vezes, comentava-se. Portanto era uma coisa que não…, pronto pelo resultado, pelo impacto, que teve, não é.
MP Está certo. Muito obrigado, não desejo mais nada
J Senhora Doutora
ADVOGADA DE ACUSAÇÃO COM MARIA JOSÉ LEAL
AA D. Maria José, começava por lhe perguntar se teve conhecimento deste blog, referiu que teve conhecimento porque se comentava da existência do blog, o que lhe perguntava era se só se comentava ou se teve conhecimento por outras vias, portanto se houve meios de divulgação deste blog que tenha conhecimento.
MJL Sim, inicialmente comentou-se até que, portanto, foi entregue no infantário onde sou coordenadora, foi entregue bastantes jornais pelo próprio Dr. Paulo Miranda, eu não estava presente disseram-me que me iam chamar mas não foi caso disso, acho que o Sr. nem sequer passou da porta da rua, portanto entregou os jornais com indicação das pessoas irem ver a última folha, com essa indicação. É claro que foi curiosidade geral e as pessoas foram ver a última folha e vinha lá um artigo com a referência do blog e foi aí que, então, foi uma corrida às pessoas, as funcionárias todas quiseram ir ver o blog, o que é que constava, o que é que dizia.
AA E isso, por conduta do próprio Sr. Paulo Miranda
MJL Exactamente, porque é sabendo que é divulgar
AA E tem conhecimento, eventualmente, se esta conduta se ficou por aí ou houve tentativa de divulgar este blog mais do que uma vez e o conteúdo do mesmo.
J Senhora Doutora, aqui para o que interessa nos autos já está explicitado na participação
AA Referiu ainda de que relativamente às fotografias em causa neste processo que identificou, imediatamente a pessoa do Sr. Bispo nestas mesmas fotografias e pergunto-lhe se identificou também as crianças, se viu se estavam duas crianças
MJL Claro estavam duas crianças, sim
AA Ou uma criança
MJL Duas
AA Duas e percebeu que eram os filhos
MJL Sim
AA Para quem o conhece e o vê com as duas crianças dá para perceber, eu perguntava se eventualmente ouviu comentários de terceiras pessoas que não fossem tão próximas ao Sr. Bispo e se eventualmente alguém terá referido que teria dúvidas que se era ele que se encontrava na fotografia
MJL Ninguém referiu ter dúvidas, portanto foi identificado nessa altura já haviam pessoas a ir ao blog, portanto numa ordem geral era que se comentava que não havia dúvidas que era efectivamente o Sr. Luís Bispo que lá estava com os filhos e, portanto, comentava-se também que era uma atitude feia, muito feia, essa de ter aparecido nas fotografias aqui tomada pelo Dr. Paulo Miranda, pronto, realmente dúvidas não parece ter havido.
AA A Senhora no âmbito das suas funções contacta com trabalhadores da Santa Casa, obviamente, com dirigentes mas também com pessoas estranhas à Misericórdia, com utentes, Pais de crianças. Esses comentários eventualmente terão sido também proferidos por pessoas estranhas à Misericórdia, ou seja, utentes, ou só no âmbito dos trabalhadores.
MJL No âmbito dos trabalhadores foi, no âmbito de alguns encarregados de educação também,
AA Já referiu também que no seu entender e para si que tudo isto foi chocante. Aquilo que lhe pergunto é se foi chocante porquê, por causa do conteúdo?
MJL Pelo impacto que teve numa pessoa concretamente, numa pessoa que foi sempre, trabalho muitas vezes com o Sr. Bispo, frequentemente, correcta, correctíssima, portanto respeitador educado, nunca nada levava a crer que despoletasse uma situação destas. Somente em trabalho eu, pronto, trabalho na Santa Casa, portanto, trabalho com o Sr. Bispo, é uma pessoa muito presente, tem sido muito útil, por ser muito presente não só para mim, os outros coordenadores também referem o mesmo.
J Vamos concretizar as perguntas, Senhora Doutora
AA Era só para, então, para concluir se efectivamente essa conduta do arguido prejudicou se efectivamente a pessoa do aqui assistente.
J A Senhora Doutora estava indicada para o TIC
AA Não, não desejo mais nada
ADVOGADO DE DEFESA COM MARIA JOSÉ LEAL
AD Diga-me uma coisa Senhora testemunha. Disse que tem a certeza que são os filhos do Sr. Bispo que estão na fotografia.
MJL Sim
AD Então desejo confrontar a senhora testemunha com a fotografia onde constam os filhos que eu julgo que há um que nem sequer aparece.
J É a estas fotografias que se referia, ou seriam outras
MJL Não, nenhuma destas.
J Não eram estas?
MJL Era, lembro-me desta e lembro-me desta também, sim senhora
J O que o Senhor Doutor perguntava era se consegue aí onde consegue distinguir os dois filhos que referiu que estavam os dois.
MJL Pois, exactamente, reparo que só tem um.
J Tinha ficado com essa ideia, que eram os dois mas agora constata que é só um
MJL Sim, Sim
AD Quem é este rapaz, que aqui está?
MJL Qual rapaz. É o filho do Sr. Bispo
AD Como é que sabe que é o filho?
MJL É assim, se o Sr. Bispo está no carro, eu conheço as crianças, aaaa…
AD Pois a pessoas conhece, a pessoa conhece mas
MJL O Sr. Bispo está com o carro, é o Sr. Bispo chega com os filhos, com as crianças, portanto,
AD Deduz que é o Sr. Bispo, deduz que é o seu filho porque está com o Sr. Bispo, é isso?
MJL Exactamente.
AD Está a concluir.
MJL Está de costas
AD Pois, exactamente, está de costas. Portanto conclui, está a fazer uma conclusão
J Senhor Doutor, qual é a pergunta? Agora está o Senhor Doutor a fazer uma confusão.
AD Quem é este Senhor aqui?
MJL Este Senhor que está aqui é o Sr. Bispo.
AD Não tem dúvidas?
MJL Não
AD Mesmo?
MJL Não?
AD Mesmo de costas? Obrigado
J Tem mais alguma pergunta Senhor Doutor?
AD Não, Obrigado Senhora Doutora
segunda-feira, 2 de Março de 2009
O PESSOAL DE APOIO AO CENTRO DE DIA NÃO TEM PERFIL DIGNO NEM TEM ESTILO!
A viatura de apoio ao Centro de Dia, um Opel Agila com o logótipo da SCMO, foi para a revisão. Coisa perfeitamente normal!
O que não é normal é que as funcionárias que o conduzem habitualmente, ou que dele fazem uso EXCLUSIVO ao serviço da Irmandade e do Centro de Dia, não têm o perfil, a silhueta, as formas dignas, o estilo, ou seja, a categoria, para conduzir o carro que costumava andar ao serviço privado de mesários e que estava parado por ordem de alguém, ou com medo da queixa-crime no Ministério Público.
Assim, este carro passou para o serviço de apoio a venda de andares, segundo consta, até porque não tem qualquer logótipo da Irmandade e pode ser usado como privado, e o outro Opelzinho veio recambiado para a Irmandade para uso das ditas funcionárias sem qualquer nível para colocar as unhas no carro comprado à custa do erário dos Irmãos, para uso privado de mesários.
quinta-feira, 26 de Fevereiro de 2009
O dilema das funcionárias continua. Disseram uma coisa que vão ter de confirmar em tribunal, ou entram pelo perjúrio.
Agora, até me telefonam, falando em nome das funcionárias que testemunharam em tribunal, a avisar que o carro está ao serviço da venda de casas, com a condição de eu não publicar os testemunhos das mesmas, ao mesmo tempo que me enviaram cópia da famosa acta 49/07 de 26/9/2007.
Até já se ofereceram para confirmar e fotografar, se for necessário, mas eu não quero porque acho que todos já entenderam que há qualquer coisa de errado com a utilização dos bens e serviços da Irmandade.
Não vale a pena bater mais no ceguinho.
AQUI VAI MAIS UM TESTEMUNHO DAS FIEIS FUNCIONÁRIAS.....
J - Doutora Juíza
ACC - Ana Cristina Costa
MP - Procuradora Adjunta
AA - Advogada de Acusação
AD - Advogado de Defesa
DOUTORA JUIZA COM TESTEMUNHA ANA CRISTINA COSTA
J Diga-me o seu nome completo, por favor
ACC Ana Cristina Morais Costa
J O seu estado civil
ACC Casada
J A sua profissão
ACC Assistente administrativa principal
J E onde reside
ACC Rua Dr. António Francisco, Lote 3 r/c Dto – Caparide
J Diga-me uma coisa. A senhora conhece o senhor Luís Manuel de Almeida Bispo?
ACC Sim
J Tem alguma relação pessoal ou profissional com o assistente?
ACC Profissional
J A senhora trabalha na SCMO
ACC Sim
J Conhece o senhor Paulo Miranda
ACC De vista
J De vista. Não trabalhou, não trabalhava na SCMO.
ACC Trabalhava. Não directamente, mas já era funcionária, na altura
J O facto de ser funcionária da SCMO e de conhecer o Assistente e do arguido impede-a de falar com verdade
ACC Não
J Sabe que terá de falar com verdade sob pena de incorrer na responsabilidade criminal
ACC Sim
J Jura falar com verdade
ACC Juro
J Faça favor de se sentar e vai responder às perguntas da Senhora Procuradora adjunta, do senhor doutor
PROCURADORA ADJUNTA (MPA) COM ANA CRISTINA COSTA
MP Boa tarde D. Ana Cristina. A senhora em 99 já estava na Misericórdia, não é assim? Foi aqui dito que foi a data em que o senhor Paulo Miranda saiu da Misericórdia, e o que eu lhe pergunto é o seguinte: nessa altura o relacionamento entre o senhor Paulo Miranda e o Senhor Luís Bispo era bom ou já era conturbado?
ACC Na altura, eu trabalho na parte da saúde, os edifícios estavam separados, e não tinha muito contacto
MP Teve conhecimento de que o senhor Paulo Miranda era detentor dum blog
ACC Sim
MP Como é que teve esse conhecimento
ACC Não se falava de outra coisa e, claro, com curiosidade também fui visitar o blog
MP Quando se acede ao blog constam lá alguns elementos que indiquem que aquele blog é do senhor Paulo Miranda?
ACC Sim
MP E concretamente
ACC O nome do senhor Paulo Miranda
MP E mais alguma coisa? Tem fotografia?
ACC Tem
MP É a fotografia do senhor Paulo Miranda
ACC Sim, sim, sim.
MP De algumas das vezes que tenha acedido ao blog viu fotografias do senhor Bispo com umas crianças, perto de uma viatura?
ACC Vi, fui eu, até, que o alertei para isso
MP Foi a senhora que deu, tem a ideia da data ou já não tem presente?
ACC Não
MP Mas o ano
ACC 2007, penso.
MP Quem visse essas fotografias e conhecesse, como é óbvio, o senhor Bispo reconhecia-o
ACC Sim
MP Sem dúvida
Embora esteja de costas
ACC Sim
MP Por toda a postura por tudo é facilmente reconhecível
ACC Sim, é facilmente
MP Tem também ideia do título do blog, ou da legenda que tinha essas fotografias?
ACC A família feliz à custa da SCMO
MP A senhora alertou o Sr. Bispo e ele fez-lhe logo ali algum comentário, ou seja que não tinha conhecimento prévio que iriam ser publicadas as fotografias?
ACC Não, não, o senhor Bispo, até eu estava ali a dar-lhe uma novidade
MP A senhora tem ideia, caso o senhor Bispo soubesse antecipadamente que iriam ser publicadas estas fotografias, dele e dos filhos, o autorizaria ou seria manifestamente contra
ACC Eu penso que contra, não é? Eu penso que contra, na minha ideia.
MP Tinha conhecimento que nesta altura, em 2007, havia alguns problemas, confrontos entre os dois, entre o senhor Paulo Miranda e o senhor Bispo
ACC Não
MP Não, não teve conhecimento disso
ACC Não, conflitos, não
MP Estou a dizer mau relacionamento, não era um bom relacionamento.
ACC Não, a única coisa de que se falava como funcionários o que se dizia foi de discussões que havia mas isso que eu presenciasse, não
MP Mas era a ideia que havia em toda a Sanita Casa é que havia problemas, ou que teria havido problemas entre ambos
ACC Sim
MP Acha que face a tudo isto, de alguma forma ou algum momento o Senhor Miranda poderia pensar que o Senhor Bispo não se importava que publicasse fotografias dele e dos seus filhos?
ACC Eu penso que não cabe a nós pensar se a outra pessoa consentiria ou não. Eu, por exemplo, se fosse da minha vida, acho que não consentiria, principalmente dos meus filhos
MP Mas face a todas as circunstância, ou seja, enquadrando aquelas fotografias. Aquelas fotografias não estavam sozinhas, estavam as fotografias, estava um texto e estava esta legenda “uma família feliz à custa da SCMO”. O que é que ressalta de tudo isto, para si que leu?
ACC Para mim que leu, parece que estás a acusar o senhor Bispo de viver à custa da Misericórdia, não é? No fundo, acho que a Misericórdia o que dá a entender quando se lê aquilo, a Misericórdia ali é tudo, sei lá, se calhar não é a palavra mais bonita “é uma balda” que ali “faz-se tudo o que se quer e se lhe apetece”, não é bem assim.
MP Ou seja, são comentários e comentários ilustrados por uma fotografia contra o Senhor Bispo.
ACC Sim, o senhor Bispo
MP Não desejo mais nada
ADVOGADA DE ACUSAÇÃO COM ANA CRISTINA COSTA
AA D. Ana, referiu à digníssima procuradora que quando foi consultar este blog, que o foi consultar porque não se fava de outra coisa. Aquilo que lhe pergunto, portanto, é quem é que não falava, quem é que falava, se era só uma pessoa, duas pessoas
ACC Não, comigo até os utentes, eu trabalho na saúde, os utentes que são Irmãos e que nós temos um bom relacionamento nos vinham perguntar “Então o que é que se passa na Misericórdia, que não se fala de outra coisa”, “É verdade, não e?”. Claro que conhecendo o Senhor Bispo de perto como nós o conhecemos, nós tentávamos dizer às pessoas que “as coisas não são tão bem assim” e tentávamos sempre dar a volta à situação, porque no fundo pois até às tantas não é no senhor Bispo, era na Misericórdia que se fala.
AA E aqui no caso concreto, falando do Senhor Bispo, portanto esses comentários que ouvia na sequência imediatamente destas fotografias, pergunto se eram comentários positivos ou depreciativos da pessoa
ACC Depreciativos, claro, porque ninguém conhece o senhor Bispo de perto como nós que trabalhamos com ele praticamente todos os dias
AA Digamos, referiu que foi a senhora que o alertou relativamente a estas fotografias, em particular o que lhe perguntava era se mediante essa informação que lhe prestou, ao fim e ao cabo, se ele ficou bem-disposto, se ficou aborrecido
ACC Claro que não,
AA Qual foi a sua reacção?
ACC Ficou aborrecido e foi ele ver com os seus próprios olhos. Penso que quando saiu dali foi ver, porque ninguém fica contente.
AA Na sequência do que também foi questionado pela senhora procuradora manifestou-lhe desagrado perante esta situação
ACC Claro, claro que sim
AA Podemos, com certeza depreender que por esse facto, essas fotografias jamais seriam autorizadas pelo próprio
ACC Claro que não
AA Também foi questionado aqui e eu queria que esclarecesse concretamente se estas fotografias se deixavam perceber nitidamente que se tratava do Senhor Bispo, estando de costas.
ACC Eu não tive dúvidas
AA Não teve qualquer dúvida
ACC Não
AA Das pessoas que comentaram consigo a existência destas fotografias no blog, alguém comentou que “pareceu-me o Senhor Bispo”, “Era o Senhor Bispo efectivamente” surgiu em alguém a dúvida se seria ele a pessoa que estava naquelas fotografias
ACC Não, toda a gente dizia que era o Senhor Bispo
Era nítido
AA Nítido
Disse também que se falava na Misericórdia e portanto nos meios que a senhora frequenta que haveria discussões entre o arguido e o senhor Bispo. Tem a certeza que haviam discussões, que tipo de discussões que haviam ou isso eram comentário
ACC Havia comentários. Certeza que eu presenciasse não. Mas havia comentários, sim, que teria havido em tempos uma discussão com o Senhor Paulo Miranda, com o Engº. Martinho. Era o que se falava.
AA Com o Engenheiro Martinho
ACC Aliás está no site, acho que também se menciona isso
AA Mas esses comentários aparecem agora ou já eram anteriores à data da saída do Senhor Paulo Miranda. Pergunto-lhe é, na sequência da existência deste blog ou já anteriormente se falava
ACC Já anteriormente se falava, quando o Senhor Paulo Miranda saiu, claro que comentava-se
AA Então, eventualmente relacionada com as circunstâncias da saída do próprio
ACC Sim
AA Certíssimo, não desejo mais nada, Senhora Doutora
ADVOGADO DE DEFESA COM ANA CRISTINA COSTA
AD Sem querer ser exaustivo, sem querer ser exaustivo, eu queria que a senhora testemunha nos dissesse se não houve nenhuma pessoa na Santa Casa da Misericórdia que não tivesse dúvidas de que era o Senhor Bispo que estava nas fotografias.
ACC Que comentasse comigo, não.
AD Portanto, está-me aqui a dizer que todas pessoas que viram as fotografias viram o Senhor Bispo que até está de costa na fotografia, a fotografia não é nítida, e ninguém não tem dúvidas e que é o filho ou os filhos
ACC Filhos
AD São os dois filhos que estão na fotografia
ACC Numa das fotografias deve estar um já fora do carro e o outro, certamente o Senhor Bispo a dirigir-se para a porta, certamente para abrir a porta.
AD Não tem dúvidas que são os seus filhos
ACC Conheço-os
AD Não tenho mais nada, Senhora Doutora
sábado, 21 de Fevereiro de 2009
Quem paga à advogada a acusação particular de um mesário? A desfalcada SCMO, que serve para tudo como sempre?
J - Doutora Juíza
LB - Lúís Manuel Almeida Bispo
MP - Procuradora Adjunta
AA - Advogada de Acusação
AD - Advogado de Defesa
ASSISTENTE LUÍS BISPO COM DOUTORA JUIZA
J Diga-me o seu nome completo, por favor
LB Luís Manuel de Almeida Bispo
J O seu estado civil
LB Casado
J A sua profissão
LB Chefe de serviços…… na Câmara municipal de Oeiras
J E onde reside
LB Em Oeiras
J Na morada onde foi notificado?
LB Exactamente. Avenida do Ultramar nº. 18, 1º. Dto
J O Senhor é Assistente aqui nestes autos e esse facto impede-o de falar senão com verdade
LB Não
J Sabe que terá de falar com verdade sob pena de incorrer em responsabilidade criminal.
LB Com certeza
J Faça o favor de se sentar. Então diga-me. Este processo aqui que estamos hoje em julgamento, o Senhor sabe certamente o que se trata
LB Sim
J Então o que é que aconteceu
LB Bom, o que aconteceu foi que desde 2007 a partir de Abril Maio que não tenho tido sossego porque o Senhor que está aqui à minha direita que constantemente me persegue para todo o lado e… pronto, e isto resume tudo
J Hum, Hum, mas mais concretamente aqui uma… um blogspot
LB Hum, hum
J Terá tido uma publicação no dia 28 de Maio de 2007, do que é que tratava esta …
LB Portanto eram, foram publicadas fotografias minhas a entrar dentro de um carro
J Tiradas quanto tempo antes?
LB Acompanhado dos meus filhos. Eu não sei quanto tempo antes, eu fui informado num dia de manhã, presumo que tenham sido tiradas senão nesse dia, na véspera ou na antevéspera, isso não posso precisar, mas, mas, mas foram seguramente tiradas de manhã.
J E o Senhor teve conhecimento que essas fotografias foram tiradas?
LB Tive conhecimento depois de publicadas.
J Não, não, na altura quando estavam a ser tiradas.
LB Não, não tive conhecimento
J E foi contactado para alguma autorização para as mesmas serem publicadas
LB Nem pouco mais ou menos.
J Juíza Senhora Doutora
LUÍS BIPO COM PROCURADORA ADJUNTA (MP)
MP Posso, directamente
J Directamente, sim Senhora Doutora
MP Bom dia
LB Bom dia
MP Senhor Luís Bispo, o Senhor exerce ou exerceu o cargo de tesoureiro da Mesa Administrativa da Santa Casa da Misericórdia
LB Exerço ainda
MP Há! Exerce ainda. E em Maio de 2007 também exercia
LB Sim
MP Esta fotografia que aqui está em causa foi uma fotografia tirada estava o Senhor junto de uma viatura da Santa Casa
LB Exactamente
MP O Senhor há pouco disse que ia a entrar no carro. Ia a entrar neste carro? É a viatura que utiliza?
LB 51-67-ZU exactamente
MP E estava com o seu filho menor
LB Com dois dos meus filhos menores
MP Estava com dois filhos menores. O Senhor, isto já se percebe que há problemas para trás possivelmente no âmbito do exercício das suas funções com o aqui arguido. Se o aqui arguido se lhe tivesse a si dirigido e tivesse pedido para publicar esta fotografia num blog, ter-lhe-ia permitido?
LB Obviamente que não.
MP Resumidamente, pode explicar ao tribunal qual é o problema entre o Senhor e o aqui arguido e qual é a vossa relação, de onde é que se conhecem de uma forma muito resumida.
LB Eu, Eu, Eu, honestamente não tenho problemas nenhuns com o Senhor a não ser desde 2007 que o Senhor não me larga, é talvez uma questão que talvez lhe terá de colocar a ele
MP Mas porquê, conhecem-se, não se conhecem.
LB Cruzei-me com o Senhor numa Direcção da Misericórdia algures em 98, 99, por aí, altura em que o Senhor fazia parte da direcção, duma direcção de que eu fazia parte. Entretanto o Senhor saiu da direcção, desde 99 que não tem cargos de direcção, acabou por ser expulso da Irmandade julgo que em 2003 e, portanto, quer dizer e durante esse período eu nunca mais tive qualquer contacto com o Senhor
MP Ou seja, o vosso conhecimento vem do facto de terem sido ambos membros da direcção da Misericórdia
LB Exactamente, exactamente.
MP E houve alguma participação mútua em termos de procedimento disciplinar enquanto membros da direcção, ou seja contra o aqui arguido ou vice-versa.
LB Não, não
MP Não! Esta, esta fotografia no seu entender terá sido publicada no blog com que propósito?
LB Com o propósito de me prejudicar não é? obviamente, até porque o título da fotografia para aí aponta, obviamente.
MP Isto foi uma actuação isolada ou tem havido….
LB Não, é repetida, é repetida, é repetida. Já depois dessas, houve outras fotografias tiradas noutros sítios, por outros onde eu circulo, Misericórdia, meu local de trabalho, à porta da minha casa, seja de manhã seja à noite, altas horas da noite devo dizer que o Senhor circula à volta da minha casa
MP Mas isso, nesses episódios o Senhor disse que não consegui, que não sabe quem lhe tirou a fotografia, mas noutros já constatou que é fotografado pelo aqui arguido presente.
LB Olhe, eu não posso obviamente provar porque a fotografia não foi publicada, mas há cerca de um mês eu fui fotografado à noite, porque vi o flash e achei estranho, não é? cerca das um quarto para as sete da tarde à porta do, à porta do supermercado perto de minha casa, onde eu estava a meter as coisas dentro do carro e vejo um flash e até pensei inicialmente que tinha sido uma luz de um carro dos bombeiros, de um carro da polícia, pela tonalidade, e depois, quando olho, vejo o carro do Senhor e o Senhor lá dentro, pelo que deduzi que tinha sido uma fotografia de um flash.
MP Diga-me uma coisa. No âmbito deste circunstancialismo que me está aqui a descrever, ou seja, há uma situação problemática entre ambos, poderia de alguma forma o aqui arguido se quer presumir que o Senhor não se opusesse a que fossem publicadas fotografias suas ou dos seus filhos no blog dele.
LB De forma nenhuma! Até pelos comentários associados às fotografias, de forma nenhuma!
MP Não desejo mais nada, Senhora Doutora Juíza
ADVOGADA DE ACUSAÇÃO COM LUÍS BISPO
AA Bom dia Senhor Bispo.
LB Bom dia.
AA No seguimento do que acabou dizer à digníssima Procuradora eu gostava que esclarecesse ou que tentasse de alguma forma esclarecer melhor o Tribunal acerca desta relação existente, porque aquilo que lhe pergunto é se o Senhor Bispo em particular se tem algum problema com o aqui arguido.
LB Absolutamente nenhum!
AA Já referiu
LB Absolutamente nenhum! É como digo, tivemos um contacto, cruzámo-nos, entre aspas, na direcção da Misericórdia em 98, 99, o Senhor depois saiu por razões que ele pode explicar e depois disso eu tenho feito parte sucessivamente dos órgãos sociais da Misericórdia, tenho exercido o cargo de tesoureiro três mandatos seguidos, fomos eleitos para mais um, para mais três anos, e, portanto, nunca mais me cruzei como Senhor, a não ser em Abril de 2007 quando o Senhor vai à Misericórdia para fazer uma nova proposta para ser admitido como Irmão e depois tive conhecimento da existência de um blog, deste blog, e pronto, mas de resto o Senhor tirando uma vez que me abordou na rua porque pediu à polícia para me identificar porque dizia que eu estava a usar um carro sem autorização, nunca mais falei com ele.
AA Portanto, posso depreender, e corrija-me se eu estiver errada, que nunca o Senhor Bispo tomou qualquer atitude nem contra nem a favor do aqui arguido.
LB Não, nada.
AA Portanto a conduta dele terá provado que, por razões que o próprio conhecerá mas que não estão subjacentes a nada que o Senhor Bispo possa ter feito.
LB Nada
AA Pergunto-lhe, ainda, disse também à Senhora Procuradora que estas fotografias indiciavam irregularidades praticadas por si, atento o texto que lhe estava inerente e que visavam denegrir a sua imagem. Aquilo que lhe perguntava é se, efectivamente, isso não passaria de uma intenção ou se, efectivou, se estas fotografias denegriram a sua imagem de qualquer forma.
LB Com certeza que sim. Com certeza que sim.
AA Pode consubstanciar a este Tribunal porque é que afirma que isso aconteceu.
LB Fui abordado várias vezes por pessoas que, de facto, tiveram conhecimento dessa publicação e as pessoas, na dúvida, fica a dúvida se de facto as coisas que se dizem até prova em contrário se são verdade, se não são verdade, e portanto fica sempre a dúvida na mente das pessoas.
AA Disse também ao Tribunal que esta actividade era continuada, portanto, a publicação de fotografias e outros textos, etc., pode precisar ao Tribunal desde quando isto acontece e se já terminou eventualmente.
LB Não, não terminou, não terminou, portanto, como eu referi, desde 2007, desde Abril / Maio de 2007, e portanto, é continuado. Portanto, várias fotografias à porta de casa, à porta do infantário dos meus filhos, tive inclusive até que tomar algumas precauções por causa disso, porque a gente não sabe a dimensão da acção das pessoas, e à porta da escola foram tiradas fotografias e publicadas aqui à porta do Tribunal também, em frente à escola, dentro do meu local de trabalho, na Misericórdia, portanto, continuada.
Continuada e como eu disse, ainda há um mês eu das fotografias só delas tinha conhecimento depois de publicadas no blog, a única vez que me apercebi que tinha sido tirada uma fotografia foi esta tirada à noite, foi tirada com flash, em frente ao supermercado aqui em Oeiras, portanto ao pé de minha casa e que eu deduzi que tivesse sido um flash, não pode ter sido outra coisa.
AA E como é que já que diz ter conhecimento como é que teve conhecimento das fotografias e de tudo o que vem quando…..
LB Eu fui avisado pela primeira vez da publicação das fotografias dos meus filhos por uma pessoa na Misericórdia que me alertou nesse dia que tinha sido também informada que estavam fotografias dos meus filhos no blog deste Senhor e eu, de imediato, fui ver o que se passava e constatei que era verdade.
AA Portanto, tem clara noção, pergunto-lhe, se estas fotografias e tudo o que vem dito nesse blog se circula, digamos assim, e em que âmbito é que isso circulará.
LB Circula, circula. Circula, e o Senhor faz questão de, onde as pessoas não têm acesso ao blog, de fazer chegar em suporte de papel, e portanto, dizer de uma forma ou de outra vejam este blog, tia fotocópias e manda por fax, e essas coisas todas.
AA Portanto é abordado no âmbito da Misericórdia, como disse, e pergunto-lhe se é só nesse âmbito ou se fora da Misericórdia também será abordado por via dessa
LB Também fora da Misericórdia
AA Não desejo mais nada
ADVOGADO DE DEFESA COM LUÍS BISPO
J Senhor Doutor
AD Posso fazê-lo directamente?
J Sim, directamente.
AD Senhor Luís Bispo, diga-me uma coisa, para além de trabalhar na Câmara Municipal de Oeiras e de ser tesoureiro aqui na Santa Casa da Misericórdia, tem mais alguma outra ocupação, não?
LB Não
AD Não tem.
LB Não
AD Então não trabalha ali no cemitério de Oeiras, não?
LB O ser funcionário da Câmara tem a ver com o Cemitério de Oeiras. Sou responsável pelos cemitérios municipais de Oeiras e de Carnaxide.
AD Então a viatura, tal como consta aqui na acusação, é da propriedade da Santa Casa de Misericórdia
LB Exactamente
AD E o Senhor utiliza a viatura há quanto tempo?
LB Desde que a viatura foi comprada. Em Maio de 2005. Esta, já usava outra antes, portanto….
AD É o Senhor que detêm o uso exclusivo da viatura?
LB Eu não tenho o uso exclusivo da viatura.
AD Eu estou a dizer exclusivo, se há algum outro funcionário que a utiliza.
LB Não. Funcionários, só normalmente um motorista da Misericórdia em serviço que a utiliza.
AD Que a utiliza.
LB Sim
AD Não tenho mais nada
LB - Lúís Manuel Almeida Bispo
MP - Procuradora Adjunta
AA - Advogada de Acusação
AD - Advogado de Defesa
ASSISTENTE LUÍS BISPO COM DOUTORA JUIZA
J Diga-me o seu nome completo, por favor
LB Luís Manuel de Almeida Bispo
J O seu estado civil
LB Casado
J A sua profissão
LB Chefe de serviços…… na Câmara municipal de Oeiras
J E onde reside
LB Em Oeiras
J Na morada onde foi notificado?
LB Exactamente. Avenida do Ultramar nº. 18, 1º. Dto
J O Senhor é Assistente aqui nestes autos e esse facto impede-o de falar senão com verdade
LB Não
J Sabe que terá de falar com verdade sob pena de incorrer em responsabilidade criminal.
LB Com certeza
J Faça o favor de se sentar. Então diga-me. Este processo aqui que estamos hoje em julgamento, o Senhor sabe certamente o que se trata
LB Sim
J Então o que é que aconteceu
LB Bom, o que aconteceu foi que desde 2007 a partir de Abril Maio que não tenho tido sossego porque o Senhor que está aqui à minha direita que constantemente me persegue para todo o lado e… pronto, e isto resume tudo
J Hum, Hum, mas mais concretamente aqui uma… um blogspot
LB Hum, hum
J Terá tido uma publicação no dia 28 de Maio de 2007, do que é que tratava esta …
LB Portanto eram, foram publicadas fotografias minhas a entrar dentro de um carro
J Tiradas quanto tempo antes?
LB Acompanhado dos meus filhos. Eu não sei quanto tempo antes, eu fui informado num dia de manhã, presumo que tenham sido tiradas senão nesse dia, na véspera ou na antevéspera, isso não posso precisar, mas, mas, mas foram seguramente tiradas de manhã.
J E o Senhor teve conhecimento que essas fotografias foram tiradas?
LB Tive conhecimento depois de publicadas.
J Não, não, na altura quando estavam a ser tiradas.
LB Não, não tive conhecimento
J E foi contactado para alguma autorização para as mesmas serem publicadas
LB Nem pouco mais ou menos.
J Juíza Senhora Doutora
LUÍS BIPO COM PROCURADORA ADJUNTA (MP)
MP Posso, directamente
J Directamente, sim Senhora Doutora
MP Bom dia
LB Bom dia
MP Senhor Luís Bispo, o Senhor exerce ou exerceu o cargo de tesoureiro da Mesa Administrativa da Santa Casa da Misericórdia
LB Exerço ainda
MP Há! Exerce ainda. E em Maio de 2007 também exercia
LB Sim
MP Esta fotografia que aqui está em causa foi uma fotografia tirada estava o Senhor junto de uma viatura da Santa Casa
LB Exactamente
MP O Senhor há pouco disse que ia a entrar no carro. Ia a entrar neste carro? É a viatura que utiliza?
LB 51-67-ZU exactamente
MP E estava com o seu filho menor
LB Com dois dos meus filhos menores
MP Estava com dois filhos menores. O Senhor, isto já se percebe que há problemas para trás possivelmente no âmbito do exercício das suas funções com o aqui arguido. Se o aqui arguido se lhe tivesse a si dirigido e tivesse pedido para publicar esta fotografia num blog, ter-lhe-ia permitido?
LB Obviamente que não.
MP Resumidamente, pode explicar ao tribunal qual é o problema entre o Senhor e o aqui arguido e qual é a vossa relação, de onde é que se conhecem de uma forma muito resumida.
LB Eu, Eu, Eu, honestamente não tenho problemas nenhuns com o Senhor a não ser desde 2007 que o Senhor não me larga, é talvez uma questão que talvez lhe terá de colocar a ele
MP Mas porquê, conhecem-se, não se conhecem.
LB Cruzei-me com o Senhor numa Direcção da Misericórdia algures em 98, 99, por aí, altura em que o Senhor fazia parte da direcção, duma direcção de que eu fazia parte. Entretanto o Senhor saiu da direcção, desde 99 que não tem cargos de direcção, acabou por ser expulso da Irmandade julgo que em 2003 e, portanto, quer dizer e durante esse período eu nunca mais tive qualquer contacto com o Senhor
MP Ou seja, o vosso conhecimento vem do facto de terem sido ambos membros da direcção da Misericórdia
LB Exactamente, exactamente.
MP E houve alguma participação mútua em termos de procedimento disciplinar enquanto membros da direcção, ou seja contra o aqui arguido ou vice-versa.
LB Não, não
MP Não! Esta, esta fotografia no seu entender terá sido publicada no blog com que propósito?
LB Com o propósito de me prejudicar não é? obviamente, até porque o título da fotografia para aí aponta, obviamente.
MP Isto foi uma actuação isolada ou tem havido….
LB Não, é repetida, é repetida, é repetida. Já depois dessas, houve outras fotografias tiradas noutros sítios, por outros onde eu circulo, Misericórdia, meu local de trabalho, à porta da minha casa, seja de manhã seja à noite, altas horas da noite devo dizer que o Senhor circula à volta da minha casa
MP Mas isso, nesses episódios o Senhor disse que não consegui, que não sabe quem lhe tirou a fotografia, mas noutros já constatou que é fotografado pelo aqui arguido presente.
LB Olhe, eu não posso obviamente provar porque a fotografia não foi publicada, mas há cerca de um mês eu fui fotografado à noite, porque vi o flash e achei estranho, não é? cerca das um quarto para as sete da tarde à porta do, à porta do supermercado perto de minha casa, onde eu estava a meter as coisas dentro do carro e vejo um flash e até pensei inicialmente que tinha sido uma luz de um carro dos bombeiros, de um carro da polícia, pela tonalidade, e depois, quando olho, vejo o carro do Senhor e o Senhor lá dentro, pelo que deduzi que tinha sido uma fotografia de um flash.
MP Diga-me uma coisa. No âmbito deste circunstancialismo que me está aqui a descrever, ou seja, há uma situação problemática entre ambos, poderia de alguma forma o aqui arguido se quer presumir que o Senhor não se opusesse a que fossem publicadas fotografias suas ou dos seus filhos no blog dele.
LB De forma nenhuma! Até pelos comentários associados às fotografias, de forma nenhuma!
MP Não desejo mais nada, Senhora Doutora Juíza
ADVOGADA DE ACUSAÇÃO COM LUÍS BISPO
AA Bom dia Senhor Bispo.
LB Bom dia.
AA No seguimento do que acabou dizer à digníssima Procuradora eu gostava que esclarecesse ou que tentasse de alguma forma esclarecer melhor o Tribunal acerca desta relação existente, porque aquilo que lhe pergunto é se o Senhor Bispo em particular se tem algum problema com o aqui arguido.
LB Absolutamente nenhum!
AA Já referiu
LB Absolutamente nenhum! É como digo, tivemos um contacto, cruzámo-nos, entre aspas, na direcção da Misericórdia em 98, 99, o Senhor depois saiu por razões que ele pode explicar e depois disso eu tenho feito parte sucessivamente dos órgãos sociais da Misericórdia, tenho exercido o cargo de tesoureiro três mandatos seguidos, fomos eleitos para mais um, para mais três anos, e, portanto, nunca mais me cruzei como Senhor, a não ser em Abril de 2007 quando o Senhor vai à Misericórdia para fazer uma nova proposta para ser admitido como Irmão e depois tive conhecimento da existência de um blog, deste blog, e pronto, mas de resto o Senhor tirando uma vez que me abordou na rua porque pediu à polícia para me identificar porque dizia que eu estava a usar um carro sem autorização, nunca mais falei com ele.
AA Portanto, posso depreender, e corrija-me se eu estiver errada, que nunca o Senhor Bispo tomou qualquer atitude nem contra nem a favor do aqui arguido.
LB Não, nada.
AA Portanto a conduta dele terá provado que, por razões que o próprio conhecerá mas que não estão subjacentes a nada que o Senhor Bispo possa ter feito.
LB Nada
AA Pergunto-lhe, ainda, disse também à Senhora Procuradora que estas fotografias indiciavam irregularidades praticadas por si, atento o texto que lhe estava inerente e que visavam denegrir a sua imagem. Aquilo que lhe perguntava é se, efectivamente, isso não passaria de uma intenção ou se, efectivou, se estas fotografias denegriram a sua imagem de qualquer forma.
LB Com certeza que sim. Com certeza que sim.
AA Pode consubstanciar a este Tribunal porque é que afirma que isso aconteceu.
LB Fui abordado várias vezes por pessoas que, de facto, tiveram conhecimento dessa publicação e as pessoas, na dúvida, fica a dúvida se de facto as coisas que se dizem até prova em contrário se são verdade, se não são verdade, e portanto fica sempre a dúvida na mente das pessoas.
AA Disse também ao Tribunal que esta actividade era continuada, portanto, a publicação de fotografias e outros textos, etc., pode precisar ao Tribunal desde quando isto acontece e se já terminou eventualmente.
LB Não, não terminou, não terminou, portanto, como eu referi, desde 2007, desde Abril / Maio de 2007, e portanto, é continuado. Portanto, várias fotografias à porta de casa, à porta do infantário dos meus filhos, tive inclusive até que tomar algumas precauções por causa disso, porque a gente não sabe a dimensão da acção das pessoas, e à porta da escola foram tiradas fotografias e publicadas aqui à porta do Tribunal também, em frente à escola, dentro do meu local de trabalho, na Misericórdia, portanto, continuada.
Continuada e como eu disse, ainda há um mês eu das fotografias só delas tinha conhecimento depois de publicadas no blog, a única vez que me apercebi que tinha sido tirada uma fotografia foi esta tirada à noite, foi tirada com flash, em frente ao supermercado aqui em Oeiras, portanto ao pé de minha casa e que eu deduzi que tivesse sido um flash, não pode ter sido outra coisa.
AA E como é que já que diz ter conhecimento como é que teve conhecimento das fotografias e de tudo o que vem quando…..
LB Eu fui avisado pela primeira vez da publicação das fotografias dos meus filhos por uma pessoa na Misericórdia que me alertou nesse dia que tinha sido também informada que estavam fotografias dos meus filhos no blog deste Senhor e eu, de imediato, fui ver o que se passava e constatei que era verdade.
AA Portanto, tem clara noção, pergunto-lhe, se estas fotografias e tudo o que vem dito nesse blog se circula, digamos assim, e em que âmbito é que isso circulará.
LB Circula, circula. Circula, e o Senhor faz questão de, onde as pessoas não têm acesso ao blog, de fazer chegar em suporte de papel, e portanto, dizer de uma forma ou de outra vejam este blog, tia fotocópias e manda por fax, e essas coisas todas.
AA Portanto é abordado no âmbito da Misericórdia, como disse, e pergunto-lhe se é só nesse âmbito ou se fora da Misericórdia também será abordado por via dessa
LB Também fora da Misericórdia
AA Não desejo mais nada
ADVOGADO DE DEFESA COM LUÍS BISPO
J Senhor Doutor
AD Posso fazê-lo directamente?
J Sim, directamente.
AD Senhor Luís Bispo, diga-me uma coisa, para além de trabalhar na Câmara Municipal de Oeiras e de ser tesoureiro aqui na Santa Casa da Misericórdia, tem mais alguma outra ocupação, não?
LB Não
AD Não tem.
LB Não
AD Então não trabalha ali no cemitério de Oeiras, não?
LB O ser funcionário da Câmara tem a ver com o Cemitério de Oeiras. Sou responsável pelos cemitérios municipais de Oeiras e de Carnaxide.
AD Então a viatura, tal como consta aqui na acusação, é da propriedade da Santa Casa de Misericórdia
LB Exactamente
AD E o Senhor utiliza a viatura há quanto tempo?
LB Desde que a viatura foi comprada. Em Maio de 2005. Esta, já usava outra antes, portanto….
AD É o Senhor que detêm o uso exclusivo da viatura?
LB Eu não tenho o uso exclusivo da viatura.
AD Eu estou a dizer exclusivo, se há algum outro funcionário que a utiliza.
LB Não. Funcionários, só normalmente um motorista da Misericórdia em serviço que a utiliza.
AD Que a utiliza.
LB Sim
AD Não tenho mais nada
sexta-feira, 20 de Fevereiro de 2009
Providência cautelar ao livro de actas das reuniões ORDINÁRIAS da mesinha
Na gravação da audiência, antes de ser ordenado silêncio na plateia pela Senhora Doutora Juíza a pedido do meu advogado, foi dito em alto e bom som que era mentira haver uma acta destinada a definir a utilização das viaturas da SCMO.
Como tudo é de esperar, desde o rasurar do livro de actas ao seu estratégico desaparecimento, vai ser requerida de imediato uma providência cautelar do mesmo, para que a acta nº 49 de 26 de Setembro de 2007 não desapareça como por milagre, já que também consta ter sido recitado o Pai Nosso no seu início.
Depois quero tentar perceber pela voz quem afirmou “É falso, é falso!” haver essa acta, vindo do público, para ver o que se vai fazer a seguir.
Como tudo é de esperar, desde o rasurar do livro de actas ao seu estratégico desaparecimento, vai ser requerida de imediato uma providência cautelar do mesmo, para que a acta nº 49 de 26 de Setembro de 2007 não desapareça como por milagre, já que também consta ter sido recitado o Pai Nosso no seu início.
Depois quero tentar perceber pela voz quem afirmou “É falso, é falso!” haver essa acta, vindo do público, para ver o que se vai fazer a seguir.
quinta-feira, 19 de Fevereiro de 2009
O TESTEMUNHO DE ANA CRISTINA NEVES NO PROCESSO
J - Doutora Juíza
ACN - Ana Crsitina Neves
MP - Procuradora Adjunta
AA - Advogada de Acusação
AD - Advogado de Defesa
DOUTORA JUIZA COM TESTEMUNHA ANA CRISTINA NEVES
J Diga-me o seu nome completo
ACN Ana Cristina Lourenço da Graça das Neves
J Estado civil
ACN Casada
J Profissão
ACN Assistente administrativa
J E onde reside
ACN Porto Salvo
J Morada completa
ACN Av. dos Descobrimentos nº 12, 2º. Esqº, Porto Salvo
J A Senhora conhece o Senhor Paulo Miranda
ACN Sim
J Tem alguma relação pessoal ou profissional com o arguido ou já teve no passado?
ACN No passado. Foi tesoureiro da Misericórdia
J Então trabalha na Misericórdia?
ACN Trabalho.
J Então conhece também o Senhor Luís Manuel Bispo.
ACN Sim
J Pelo facto conhecer o Senhor Luís Manuel Bispo e ter conhecido o Senhor Paulo Miranda quando ele era Tesoureiro e de ser funcionária na Santa Casa da Misericórdia de Oeiras impede-a de falar com verdade?
ACN Não, não me impede nada.
J Sabe que vai falar com verdade sob pena de incorrer na responsabilidade criminal. Jura falar com verdade?
ACN Juro.
J Faça o favor de se sentar e responder às perguntas da Senhora Doutora.
PROCURADORA ADJUNTA (MP) COM ANA CRISTINA NEVES
MP Senhora D. Ana Cristina, a Senhora teve conhecimento da publicação num blog de fotografias do Senhor Bispo e dos filhos?
ACN Sim
MP Como é que teve conhecimento
ACN Porque se falava muito no blog e eu também fui ver.
MP Falava-se deste blog porquê?
ACN Porque dizia-se que aquele dizia coisas acerca da Misericórdia e, pronto, com curiosidade, fui ver.
MP Quem lhe transmitiu essa informação disse-lhe quem era o detentor desse espaço na internet, quem utilizava aquele blog?
ACN Sim
MP Quem é?
ACN No geral, entre funcionárias comentávamos.
MP Não, não, estou a dizer mas quem era a pessoa que detinha o blog, ou seja quem escrevia lá no blog, que publicava as coisas no blog, quem era?
ACN O Dr. Paulo Miranda
MP Isso foi o que era dito dentro da Misericórdia. A Senhora acedeu a esse blog, pode dizer-me se esse blog tem o endereço www.paulohmiranda.blogspot.com
ACN Sim
MP Tem
ACN Sim
MP Acedendo-se a esse blog para além do nome que vem indicado há mais algum elemento do qual se extraia que este blog é utilizado e é criado pelo Senhor Paulo Miranda?
ACN Não estou a perceber.
MP A Senhora acedeu a este blog, pelo menos houve uma vez que já disse que, pronto, e que viu e que publicam-se lá coisas sobre a Misericórdia. Para além do nome que vem no blog
ACN Sim
MP o que é que a faz crer acreditar que este blog é do Senhor Paulo Miranda
ACN Então, está lá a sua fotografia e tem o nome dele.
MP É isso mesmo que eu quero que me diga, que está a sua fotografia, a sua identificação,
ACN Sim, exactamente.
MP é a fotografia do Senhor Paulo Miranda, está lá a sua identificação
ACN Sim
MP A 28 de Maio de 2007 recorda-se se viu algumas fotografias publicadas do Senhor Bispo?
ACN Não me recordo das datas em que acedi, não,
MP Quando acedeu viu sempre as mesmas fotografias ou iam mudando
Iam mudando
ACN E há várias fotografias do Senhor Bispo
MP Sim
ACN Com os filhos
MP Sim
ACN Recorda-se de alguma em que ele esteja junto a um veículo que utiliza da Santa Casa
MP Sim
ACN E recorda-se se havia alguma legenda ou algum título
MP Não me recordo do título
ACN Seria possível que fosse a família feliz à custa da SCMO
MP É possível, sim
ACN É possível
MP Do conhecimento que tem do Senhor Bispo e do Senhor Paulo Miranda acha que o Senhor Bispo autorizaria caso soubesse que iam ser publicadas estas fotografias autorizava?
ACN Não
MP Não.
ACN Não
MP Acha que de alguma forma o Senhor Paulo Miranda poderia sequer pensar que estava autorizado a publicar estas fotografias?
ACN Eu acho que não
MP A relação entre os dois é complicada, não é uma boa relação
ACN Não, não é
MP E isto já vem desde quando?
ACN De algum tempo.
Eles estiveram juntos na direcção da Misericórdia, tem conhecimento disso?
MP Fizeram parte os dois da direcção da Misericórdia, altura em que os dois fizeram parte.
ACN No início
MP Recorda-se quando o Senhor Paulo Miranda saiu?
ACN Não me recordo da data
MP Mas o ano, vamos falar do ano
ACN 99
MP 99
ACN Lembro-me de 99 ser o nosso tesoureiro
MP Antes disto em Maio de 2007 tem ideia de que as relações entre os dois já andavam extremadas
ACN Em Maio já existia o blog, portanto, as relações já não eram boas.
MP Já não eram boas.
MP nesse blog são publicados só comentários e textos relativamente ao Senhor Bispo ou relativamente a outras pessoas da Misericórdia?
ACN Também.
MP E à própria Misericórdia também
ACN À própria Misericórdia, funcionários
MP Muito obrigado, não desejo mais nada.
ADVOGADA DE ACUSAÇÃO COM ANA CRISTINA NEVES
AA D. Ana, disse à Senhora Procuradora que tem conhecimento nomeadamente que existe uma fotografia no blog, este blog pertence ao Senhor Paulo Miranda, o que lhe pergunto é se das vezes que consultou este blog se não reparou que, senão todos, a grande maioria dos comentários que aparecem são assinados pelo próprio.
ACN Sim, sim, são assinados. Têm lá o nome, sim
AA Também disse ter visto as fotografias não se recordando exactamente o título das mesmas, aquilo que lhe perguntava era se estas fotografias, ou se tem conhecimento que estas fotografias, denegriram de alguma forma a imagem do Senhor Bispo.
ACN Sem dúvida que denegriu, sim.
AA Diz isso porquê?
ACN Porque, pronto, quer dizer, uma pessoa com esse tipo de fotografias não tem, eu acho para mim, nem sequer se tem propriamente que estar a mostrar a família da pessoa nem ….
AA À parte de estamos a falar de uma fotografia onde aparecem crianças, penso que é a isso que se está a referir, não falando já disso mas da própria fotografia e do título que está inerente a esta fotografia, se é que sabe, aquilo que lhe pergunto é se inclusivamente ouviu comentários de terceiros se isto se falou na Misericórdia
ACN Fala-se muito na Misericórdia
AA no intuito de falar bem ou mal, digamos assim, da pessoa do Senhor Bispo
ACN Sim, fala-se muito, pronto, toda a gente comenta esse tipo de coisas lá
AA se comenta bem ou se comenta mal
ACN Comenta-se mal, não é, porque é que lá diz
AA Comenta-se mal está a querer dizer, pergunto-lhe se aquilo que se diz se é abonatório da pessoa do Senhor Luís Manuel Bispo ou se é ao contrário se denegria a imagem
ACN Denegria a imagem do Senhor Bispo, sim.
AA Se me permite a testemunha também está indicada para o pedido de indemnização cível. Posso já?
Nessa sequência perguntava-lhe se pode dizer ao Tribunal que tipo de consequências é que a publicação destas fotografias tiveram sobre a pessoa do Senhor Luís Manuel Bispo.
ACN O senhor Bispo andava muito em baixo
AA Andava muito em baixo. Pode dizer como andava, deprimido, andava doente, andava abatido
ACN Abatido, sim, sim
AA E pode dizer ao tribunal se esse abatimento se verificava em termos de que estivesse transtornado, estivesse com alguma espécie de perturbação
ACN Notava-se, sim, sim
AA E isso foi um dia ou dois, foi mais tempo?
ACN Não, bastante tempo,
AA Acha que ele já superou essa situação?
ACN Penso que não, não se supera assim com facilidade
AA Mas, não se supera com facilidade quer dizer que ele ainda está numa situação de ansiedade
ACN Ainda, ainda, sim, está ansioso
AA Ansioso, disse. Certíssimo.
Sabe dizer ao Tribunal se eventualmente o Senhor Bispo procurou ajuda médica, se isto se repercutiu e, eventualmente, nas suas relações familiares ou pessoais.
ACN Isso é que não, ajuda médica não sei
AA Mas quanto à sua conduta, a conduta mantém-se igual, já disse que andava ansioso, deprimido, que se mantém até à presente data, o que eu pergunto é se a conduta dele em termos sociais, em termos profissionais se mantém igual à data anterior a estes factos ou se se alterou ou se continua…
ACN Anda nervoso
AA Continua
ACN Continua a andar nervoso
AA Não tenho mais nada
ADVOGADO DE DEFESA COM ANA CRISTINA NEVES
AD Antes de mais, bom dia.
Olhe, diga-me uma coisa. Esteve ali na sala das testemunhas juntamente com o assistente, não foi, com o Senhor Luís Bispo
ACN Sim
AD Falaram sobre isto, não
ACN Não
AD Não falaram sobre isto,
Muito bem.
Diga-me só uma coisa. Diz aqui que o Senhor Bispo andava triste, andava abatido, mas alguma vez lhe perguntou porque é que ele andava assim?
ACN Sim falámos. Falámos
AD E o que é que lhe disse?
ACN Bom, que é por causa das coisas que se diz sobre ele.
AD Das coisas que se diz. Foi só isso?
ACN Sim
AD Então não sabe de que coisas
ACN É o que está escrito no blog
AD Ah! Convém ser o mais precisa possível. Olhe diga-me uma coisa, a Senhora foi ao blog?
ACN Fui
AD E viu as fotografias.
Quantas é que são? Sabe? Na altura quando foi à internet.
ACN Vi duas
AD Viu duas. E que fotografias é que eram?
ACN Eram uma em que está a esposa do Senhor Bispo
AD Sim
ACN E outra em estava o Senhor Bispo com os filhos
AD E agora vou perguntar-lhe o seguinte. Em momento algum a Senhora teve dúvidas que era o Senhor Bispo que estava na fotografia.
ACN Não
AD Não teve dúvidas que é o Senhor Luís Bispo que estava na fotografia
ACN Não
AD Nem da sua esposa
ACN Nem da sua esposa
AD Eu gostaria que a testemunha fosse confrontada com as fotografias que constam nos autos, porque eu julgo que numa delas, inclusivamente, o Senhor Bispo está de costas.
Portanto, não tem dúvidas que é o Senhor Bispo que está na fotografia. Mas é pela indumentária, pela roupa, pelo corte de cabelo,
ACN Pela postura, pelo corte de cabelo, pela roupa
AD Que fique aqui registado que ele está de costas e que a fotografia não é nítida.
ACN Os filhos
AD exacto, aqui são duas crianças que aqui estão, mas também estão de costas, não se vê a cara deles, pois não
ACN Não
AD Não se vê a cara deles. A Senhora vê aqui a cara do Senhor Bispo?
ACN Não se vê a cara
AD Não se vê a cara do Senhor Bispo
ACN Nesta fotografia aqui?
AD Vê-se pela postura
ACN Pela postura
Pelo corte, pela própria roupa.
AD E aqui pela parte daqui da cabeça, pouco se vê. Portanto são estas duas fotografias as únicas que viu.
ACN Não, há uma outra
AD Há uma outra.
Qual é que é, já agora.
:::::::: estava coxo, podem não estar
J Não constam dos autos, As fotografias que estão em causa são estas duas
AD são estas duas
AD Mesmo vendo de costas, não tem dúvidas.
ACN Eu reconheço o Senhor
AD Reconhece o Senhor
ACN Sim
AD E se não tivesse aqui a viatura?
ACN A postura é a mesma
AD Mas se não tivesse aqui a viatura. Se visse essa fotografia num espaço sem ser no blog
J Mas tem que se ver a fotografia no contexto onde ela está, se tem viatura ou sem.
AD Portanto não tem dúvidas que é o Senhor que está ali de costas?
ACN Tenho, de certeza
AD Muito bem
J Mais nada? Junto fotografia ou
AD Não, só tenho mais uma ou duas questões
J Então pode sentar-se
AD Já agora, em que data é que viu as fotografias, recorda-se, em que altura?
ACN Não me recordo, não. Da data, não
AD Não se recorda
Não precisa de ser data exacta, concreta, já que até um pouco difícil. Mas assim o ano, pelo menos. Foi no ano passado?
ACN Neste ano não foi
AD Este ano de 2009
ACN Pois, este ano claro que não foi
AD Ano passado? Foi há dois anos
ACN Já não me lembro se foi no ano passado ou há dois anos. Já não me lembro da data, porque uma pessoa vê com frequência.
AD Mas o que está aqui em questão são fotografias. Não é aquilo que se vê.
ACN Sim, sim, mas não me lembro da data, não
AD Olhe, diga-me uma coisa. A Senhora conhece o Senhor Paulo Miranda
ACN Sim
AD Já agora que ideia que tem desse Senhor. Antes de mais trabalhou com ele durante quanto tempo. Isso passou-se em 1999
ACN Sim, penso que sim.
AD Durante quanto tempo trabalhou com ele
ACN Não trabalhei durante muito tempo
AD Meses, semanas
ACN Meses
AD Tem ideia porque é que ele saiu
ACN Não
AD Não tem
A Senhora é assistente administrativa
ACN Sou
AD Bem, não tenho mais nada
ACN - Ana Crsitina Neves
MP - Procuradora Adjunta
AA - Advogada de Acusação
AD - Advogado de Defesa
DOUTORA JUIZA COM TESTEMUNHA ANA CRISTINA NEVES
J Diga-me o seu nome completo
ACN Ana Cristina Lourenço da Graça das Neves
J Estado civil
ACN Casada
J Profissão
ACN Assistente administrativa
J E onde reside
ACN Porto Salvo
J Morada completa
ACN Av. dos Descobrimentos nº 12, 2º. Esqº, Porto Salvo
J A Senhora conhece o Senhor Paulo Miranda
ACN Sim
J Tem alguma relação pessoal ou profissional com o arguido ou já teve no passado?
ACN No passado. Foi tesoureiro da Misericórdia
J Então trabalha na Misericórdia?
ACN Trabalho.
J Então conhece também o Senhor Luís Manuel Bispo.
ACN Sim
J Pelo facto conhecer o Senhor Luís Manuel Bispo e ter conhecido o Senhor Paulo Miranda quando ele era Tesoureiro e de ser funcionária na Santa Casa da Misericórdia de Oeiras impede-a de falar com verdade?
ACN Não, não me impede nada.
J Sabe que vai falar com verdade sob pena de incorrer na responsabilidade criminal. Jura falar com verdade?
ACN Juro.
J Faça o favor de se sentar e responder às perguntas da Senhora Doutora.
PROCURADORA ADJUNTA (MP) COM ANA CRISTINA NEVES
MP Senhora D. Ana Cristina, a Senhora teve conhecimento da publicação num blog de fotografias do Senhor Bispo e dos filhos?
ACN Sim
MP Como é que teve conhecimento
ACN Porque se falava muito no blog e eu também fui ver.
MP Falava-se deste blog porquê?
ACN Porque dizia-se que aquele dizia coisas acerca da Misericórdia e, pronto, com curiosidade, fui ver.
MP Quem lhe transmitiu essa informação disse-lhe quem era o detentor desse espaço na internet, quem utilizava aquele blog?
ACN Sim
MP Quem é?
ACN No geral, entre funcionárias comentávamos.
MP Não, não, estou a dizer mas quem era a pessoa que detinha o blog, ou seja quem escrevia lá no blog, que publicava as coisas no blog, quem era?
ACN O Dr. Paulo Miranda
MP Isso foi o que era dito dentro da Misericórdia. A Senhora acedeu a esse blog, pode dizer-me se esse blog tem o endereço www.paulohmiranda.blogspot.com
ACN Sim
MP Tem
ACN Sim
MP Acedendo-se a esse blog para além do nome que vem indicado há mais algum elemento do qual se extraia que este blog é utilizado e é criado pelo Senhor Paulo Miranda?
ACN Não estou a perceber.
MP A Senhora acedeu a este blog, pelo menos houve uma vez que já disse que, pronto, e que viu e que publicam-se lá coisas sobre a Misericórdia. Para além do nome que vem no blog
ACN Sim
MP o que é que a faz crer acreditar que este blog é do Senhor Paulo Miranda
ACN Então, está lá a sua fotografia e tem o nome dele.
MP É isso mesmo que eu quero que me diga, que está a sua fotografia, a sua identificação,
ACN Sim, exactamente.
MP é a fotografia do Senhor Paulo Miranda, está lá a sua identificação
ACN Sim
MP A 28 de Maio de 2007 recorda-se se viu algumas fotografias publicadas do Senhor Bispo?
ACN Não me recordo das datas em que acedi, não,
MP Quando acedeu viu sempre as mesmas fotografias ou iam mudando
Iam mudando
ACN E há várias fotografias do Senhor Bispo
MP Sim
ACN Com os filhos
MP Sim
ACN Recorda-se de alguma em que ele esteja junto a um veículo que utiliza da Santa Casa
MP Sim
ACN E recorda-se se havia alguma legenda ou algum título
MP Não me recordo do título
ACN Seria possível que fosse a família feliz à custa da SCMO
MP É possível, sim
ACN É possível
MP Do conhecimento que tem do Senhor Bispo e do Senhor Paulo Miranda acha que o Senhor Bispo autorizaria caso soubesse que iam ser publicadas estas fotografias autorizava?
ACN Não
MP Não.
ACN Não
MP Acha que de alguma forma o Senhor Paulo Miranda poderia sequer pensar que estava autorizado a publicar estas fotografias?
ACN Eu acho que não
MP A relação entre os dois é complicada, não é uma boa relação
ACN Não, não é
MP E isto já vem desde quando?
ACN De algum tempo.
Eles estiveram juntos na direcção da Misericórdia, tem conhecimento disso?
MP Fizeram parte os dois da direcção da Misericórdia, altura em que os dois fizeram parte.
ACN No início
MP Recorda-se quando o Senhor Paulo Miranda saiu?
ACN Não me recordo da data
MP Mas o ano, vamos falar do ano
ACN 99
MP 99
ACN Lembro-me de 99 ser o nosso tesoureiro
MP Antes disto em Maio de 2007 tem ideia de que as relações entre os dois já andavam extremadas
ACN Em Maio já existia o blog, portanto, as relações já não eram boas.
MP Já não eram boas.
MP nesse blog são publicados só comentários e textos relativamente ao Senhor Bispo ou relativamente a outras pessoas da Misericórdia?
ACN Também.
MP E à própria Misericórdia também
ACN À própria Misericórdia, funcionários
MP Muito obrigado, não desejo mais nada.
ADVOGADA DE ACUSAÇÃO COM ANA CRISTINA NEVES
AA D. Ana, disse à Senhora Procuradora que tem conhecimento nomeadamente que existe uma fotografia no blog, este blog pertence ao Senhor Paulo Miranda, o que lhe pergunto é se das vezes que consultou este blog se não reparou que, senão todos, a grande maioria dos comentários que aparecem são assinados pelo próprio.
ACN Sim, sim, são assinados. Têm lá o nome, sim
AA Também disse ter visto as fotografias não se recordando exactamente o título das mesmas, aquilo que lhe perguntava era se estas fotografias, ou se tem conhecimento que estas fotografias, denegriram de alguma forma a imagem do Senhor Bispo.
ACN Sem dúvida que denegriu, sim.
AA Diz isso porquê?
ACN Porque, pronto, quer dizer, uma pessoa com esse tipo de fotografias não tem, eu acho para mim, nem sequer se tem propriamente que estar a mostrar a família da pessoa nem ….
AA À parte de estamos a falar de uma fotografia onde aparecem crianças, penso que é a isso que se está a referir, não falando já disso mas da própria fotografia e do título que está inerente a esta fotografia, se é que sabe, aquilo que lhe pergunto é se inclusivamente ouviu comentários de terceiros se isto se falou na Misericórdia
ACN Fala-se muito na Misericórdia
AA no intuito de falar bem ou mal, digamos assim, da pessoa do Senhor Bispo
ACN Sim, fala-se muito, pronto, toda a gente comenta esse tipo de coisas lá
AA se comenta bem ou se comenta mal
ACN Comenta-se mal, não é, porque é que lá diz
AA Comenta-se mal está a querer dizer, pergunto-lhe se aquilo que se diz se é abonatório da pessoa do Senhor Luís Manuel Bispo ou se é ao contrário se denegria a imagem
ACN Denegria a imagem do Senhor Bispo, sim.
AA Se me permite a testemunha também está indicada para o pedido de indemnização cível. Posso já?
Nessa sequência perguntava-lhe se pode dizer ao Tribunal que tipo de consequências é que a publicação destas fotografias tiveram sobre a pessoa do Senhor Luís Manuel Bispo.
ACN O senhor Bispo andava muito em baixo
AA Andava muito em baixo. Pode dizer como andava, deprimido, andava doente, andava abatido
ACN Abatido, sim, sim
AA E pode dizer ao tribunal se esse abatimento se verificava em termos de que estivesse transtornado, estivesse com alguma espécie de perturbação
ACN Notava-se, sim, sim
AA E isso foi um dia ou dois, foi mais tempo?
ACN Não, bastante tempo,
AA Acha que ele já superou essa situação?
ACN Penso que não, não se supera assim com facilidade
AA Mas, não se supera com facilidade quer dizer que ele ainda está numa situação de ansiedade
ACN Ainda, ainda, sim, está ansioso
AA Ansioso, disse. Certíssimo.
Sabe dizer ao Tribunal se eventualmente o Senhor Bispo procurou ajuda médica, se isto se repercutiu e, eventualmente, nas suas relações familiares ou pessoais.
ACN Isso é que não, ajuda médica não sei
AA Mas quanto à sua conduta, a conduta mantém-se igual, já disse que andava ansioso, deprimido, que se mantém até à presente data, o que eu pergunto é se a conduta dele em termos sociais, em termos profissionais se mantém igual à data anterior a estes factos ou se se alterou ou se continua…
ACN Anda nervoso
AA Continua
ACN Continua a andar nervoso
AA Não tenho mais nada
ADVOGADO DE DEFESA COM ANA CRISTINA NEVES
AD Antes de mais, bom dia.
Olhe, diga-me uma coisa. Esteve ali na sala das testemunhas juntamente com o assistente, não foi, com o Senhor Luís Bispo
ACN Sim
AD Falaram sobre isto, não
ACN Não
AD Não falaram sobre isto,
Muito bem.
Diga-me só uma coisa. Diz aqui que o Senhor Bispo andava triste, andava abatido, mas alguma vez lhe perguntou porque é que ele andava assim?
ACN Sim falámos. Falámos
AD E o que é que lhe disse?
ACN Bom, que é por causa das coisas que se diz sobre ele.
AD Das coisas que se diz. Foi só isso?
ACN Sim
AD Então não sabe de que coisas
ACN É o que está escrito no blog
AD Ah! Convém ser o mais precisa possível. Olhe diga-me uma coisa, a Senhora foi ao blog?
ACN Fui
AD E viu as fotografias.
Quantas é que são? Sabe? Na altura quando foi à internet.
ACN Vi duas
AD Viu duas. E que fotografias é que eram?
ACN Eram uma em que está a esposa do Senhor Bispo
AD Sim
ACN E outra em estava o Senhor Bispo com os filhos
AD E agora vou perguntar-lhe o seguinte. Em momento algum a Senhora teve dúvidas que era o Senhor Bispo que estava na fotografia.
ACN Não
AD Não teve dúvidas que é o Senhor Luís Bispo que estava na fotografia
ACN Não
AD Nem da sua esposa
ACN Nem da sua esposa
AD Eu gostaria que a testemunha fosse confrontada com as fotografias que constam nos autos, porque eu julgo que numa delas, inclusivamente, o Senhor Bispo está de costas.
Portanto, não tem dúvidas que é o Senhor Bispo que está na fotografia. Mas é pela indumentária, pela roupa, pelo corte de cabelo,
ACN Pela postura, pelo corte de cabelo, pela roupa
AD Que fique aqui registado que ele está de costas e que a fotografia não é nítida.
ACN Os filhos
AD exacto, aqui são duas crianças que aqui estão, mas também estão de costas, não se vê a cara deles, pois não
ACN Não
AD Não se vê a cara deles. A Senhora vê aqui a cara do Senhor Bispo?
ACN Não se vê a cara
AD Não se vê a cara do Senhor Bispo
ACN Nesta fotografia aqui?
AD Vê-se pela postura
ACN Pela postura
Pelo corte, pela própria roupa.
AD E aqui pela parte daqui da cabeça, pouco se vê. Portanto são estas duas fotografias as únicas que viu.
ACN Não, há uma outra
AD Há uma outra.
Qual é que é, já agora.
:::::::: estava coxo, podem não estar
J Não constam dos autos, As fotografias que estão em causa são estas duas
AD são estas duas
AD Mesmo vendo de costas, não tem dúvidas.
ACN Eu reconheço o Senhor
AD Reconhece o Senhor
ACN Sim
AD E se não tivesse aqui a viatura?
ACN A postura é a mesma
AD Mas se não tivesse aqui a viatura. Se visse essa fotografia num espaço sem ser no blog
J Mas tem que se ver a fotografia no contexto onde ela está, se tem viatura ou sem.
AD Portanto não tem dúvidas que é o Senhor que está ali de costas?
ACN Tenho, de certeza
AD Muito bem
J Mais nada? Junto fotografia ou
AD Não, só tenho mais uma ou duas questões
J Então pode sentar-se
AD Já agora, em que data é que viu as fotografias, recorda-se, em que altura?
ACN Não me recordo, não. Da data, não
AD Não se recorda
Não precisa de ser data exacta, concreta, já que até um pouco difícil. Mas assim o ano, pelo menos. Foi no ano passado?
ACN Neste ano não foi
AD Este ano de 2009
ACN Pois, este ano claro que não foi
AD Ano passado? Foi há dois anos
ACN Já não me lembro se foi no ano passado ou há dois anos. Já não me lembro da data, porque uma pessoa vê com frequência.
AD Mas o que está aqui em questão são fotografias. Não é aquilo que se vê.
ACN Sim, sim, mas não me lembro da data, não
AD Olhe, diga-me uma coisa. A Senhora conhece o Senhor Paulo Miranda
ACN Sim
AD Já agora que ideia que tem desse Senhor. Antes de mais trabalhou com ele durante quanto tempo. Isso passou-se em 1999
ACN Sim, penso que sim.
AD Durante quanto tempo trabalhou com ele
ACN Não trabalhei durante muito tempo
AD Meses, semanas
ACN Meses
AD Tem ideia porque é que ele saiu
ACN Não
AD Não tem
A Senhora é assistente administrativa
ACN Sou
AD Bem, não tenho mais nada
segunda-feira, 16 de Fevereiro de 2009
“Maldita a hora em que mandámos que fossem nossas testemunhas”, diz-se agora, lá para os lados da SCMO!
Acabo de receber um email da oeiras respira a informar-me que a Câmara está já atenta à utilização do carro da CMO a ser utilizado em serviços privados, como antigamente era feito com o carro da desfalcada Santa Casa da Misericórdia, agora para ir buscar o filho, aquele que foi reconhecido pelas atentas funcionárias que o conhecem desde pequeno e que vai para a explicação na Rua Francisco de Almeida nº 2 em Oeiras (perto da nossa conhecida empresa José Artur, Lda).
O que a Chefia vai fazer, não se sabe, mas parece que está prevista uma surpresa para próximo lá isso está, de fonte segura.
Parece que, agora que foi proibido pela actual mesinha de gastar o dinheiro da SCMO, passou a gastar o dinheiro que é pago por todos nós, pelos nossos impostos. É preciso ter lata!
Já agora, quantas facturas já lhe foram emitidas pelas refeições que continua a manjar à custa da SCMO? E paga-as? Pelo menos, as funcionárias recebem nas valências as facturas para pagar quando ingerem refeições, e pagam!
Entratanto, tomei conhecimento por um mesário actual que as funcionárias que o conhecem pelo perfil, de costas ou pela silhueta, por causa das declarações que fizeram no tribunal que levam à condenação da anterior mesinha cumulativamente pelo crime de peculato de uso, e outros, vão deixar de receber as horas extraordinárias desnecessárias que recebiam, com a desculpa que não há dinheiro para pagar favores destes.
Há quem saiba para onde foi esse dinheiro e como é possível a SCMO apresentar este tipo de resultados líquidos.
Vou começar a publicar as declarações de cada uma das testemunhas e, depois, vão entender a decisão tomada, pois claro!
sábado, 14 de Fevereiro de 2009
Puxa! Mais outro processo perdido. Vê-se logo que não pagam do seu bolso à advogada
Recebi hoje mesmo a decisão junta dos Serviços do MP de Oeiras que NÃO ACOMPANHA A ACUSAÇÃO no processo que a Senhora Provedora mais uma vez intentou contra mim.
É preciso não ter mesmo vergonha para voltar a falar na famosa acta nº. 32, de uma reunião mesmo muito Ordinária, que ainda vai dar muito que falar.
Foi mais uma perdida, tudo com custas para a coitada e tão maltratada Santa Casa.
Contratar advogada com o dinheiro dos Irmãos é fácil, pelo que metem processos como mudam de camisa. É por isto, e por muito mais coisas, que não querem sair de lá.
A advogada cumpre o seu dever, porque foi para isso que estudou. Mete os processos que a contratam para meter, cumprindo a sua função. É uma pessoa que junta o seu profissionalismo, que lhe é reconhecido, com a simpatia e educação que sempre demonstra quando nos cruzamos, mesmo em lados opostos.
Clicar cada documento

É preciso não ter mesmo vergonha para voltar a falar na famosa acta nº. 32, de uma reunião mesmo muito Ordinária, que ainda vai dar muito que falar.
Foi mais uma perdida, tudo com custas para a coitada e tão maltratada Santa Casa.
Contratar advogada com o dinheiro dos Irmãos é fácil, pelo que metem processos como mudam de camisa. É por isto, e por muito mais coisas, que não querem sair de lá.
A advogada cumpre o seu dever, porque foi para isso que estudou. Mete os processos que a contratam para meter, cumprindo a sua função. É uma pessoa que junta o seu profissionalismo, que lhe é reconhecido, com a simpatia e educação que sempre demonstra quando nos cruzamos, mesmo em lados opostos.
Clicar cada documento

terça-feira, 10 de Fevereiro de 2009
A SENTENÇA DAS FOTOGRAFIAS ILÍCITAS.
Por agora fica a sentença do Tribunal Judicial de Oeiras que, naturalmente, mereceu o devido recurso para o Tribunal da Relação.
A partir de amanhã vou publicar os testemunhos gravados das funcionárias Ana Cristina Lourenço da Graça Neves, Ana Cristina Mourinho Morais Costa, Maria José Leal Rodrigues Bizarro Santos e Maria Georgina Tavares Caetano de Sá, aquelas que o reconhecem de costas, pelo pescoço, pelo perfil, pelo filho que já não vêm pessoalmente há mais de dois anos mas que dele se lembram, etc., etc..
Não precisarei de dizer que estas “testemunhas” garantem que é o Senhor Luís Bispo que está com a família, porque eu só digo que é uma família feliz, pelo que são elas que vão ser, agora, as minhas testemunhas principais de que não abdicarei nunca para provar a existência do crime de peculato de uso, mesmo que faltem a uma ou outra sessão por doença ou outro motivo. Quero ouvi-las repetir tudo.
Foi por isso, e pelo recurso, que requeri os testemunhos gravados da audiência, que muito importantes vão ser para mim.
Obrigado a todas pelo apoio que sempre me deram. Eu sabia que podia contar com elas, como sempre.



sexta-feira, 6 de Fevereiro de 2009
Já foi distribuído ao Senhor Procurador da República no Círculo Judicial de Oeiras.
quarta-feira, 4 de Fevereiro de 2009
Vou começar a publicar algumas das peças que serão parte integrante do livro.
Deixo o parecer do Definitório para outra altura e vou demonstrar que, como venho dizendo há muito tempo, a gestão que a SCMO está a ter só tem um caminho certo.
A destruição total da Irmandade.
As admissões dos amigos das amigas, ou vice-versa, os gastos com carros e outros desvios levam a que em 2006 tivessem apresentado um resultado líquido deficitário de 48.775,01 € e no ano de 2007, altura em que já alertava com veemência, pode ler-se nas contas de gerência que o deficit foi de 174.116,73 €.
É obra, para que diz em jornais que está tudo bem com a SCMO.
Paralelamente, compradas certamente, há funcionárias que vão prestar declarações às autoridades dizendo que está tudo a correr às mil maravilhas e que não notam qualquer preocupação da mesinha. Mas elas entendem alguma coisa da poda? Escrevi PODA, ok?
O Scolari perguntava se o burro era ele, pelo que não quero imitá-lo, mas que me apetece, lá isso apetece!

sábado, 31 de Janeiro de 2009
A VERDADE COMEÇA A SER ESCRITA EM UM PRIMEIRO LIVRO
Concluí o primeiro livro sobre estes dois anos de investigação acerca da actividade da Santa Casa da Misericórdia levada a cabo pela mesa administrativa que terminou o mandato e se manteve em gestão até às eleições realizadas no final do ano.
Uma editora tinha apresentado uma proposta para colocar à disposição do público, em geral, toda as situações que me foram sendo relatadas por encarregados de educação, familiares, utentes das valências e dos próprios funcionários, e que agora decidi aceitar.
Foi feita uma pesquisa sobre origens dos gestores, por acaso convidados para pertencer aos órgãos sociais por mim, pelo Dr. Laurindo dos Santos, pelo Dr. Aquiles Parreira e pelo Engº Leite Pereira, depois de termos elaborado o projecto para a Irmandade na minha casa de Paço de Arcos.
Um jornalista de investigação colaborou comigo para fazer pesquisas sobre os percursos de todos os membros da dita mesa administrativa, desde a sua filiação partidária ao aproveitamento do cartão partidário para singrar na vida, com uma carreira recheada de situações caricatas.
Tenho, por exemplo, a descrição de dois habituais frequentadores de um café onde lhe eram servidas bicas por uma, agora, alta dirigente da Irmandade, o seu percurso pelos serviços prisionais da Carregueira, com episódios deveras interessantes e de aprofundar melhor, passando por Sintra e a sua ascensão na carreira profissional por herança familiar, a sua entrada na política pela mão de Isaltino Morais, a quem morde agora a mão, etc., etc.
A constituição de empresas, falências de outras e outros capítulos, vão merecer algumas descrições de funcionários das mesmas.
Um outro mesário serviu-se da sua carteira partidária para, depois de um período de subserviência ao Engº. Leite Pereira, lá guindar na carreira dentro dos quadros municipais, onde já completou 20 anos de serviço. Uns episódios interessantes sobre o mármore que cobria os corpos entretanto exumados também lá vêm relatados. Vamos conhecer o caminho percorrido desde qundo usava fato de macaco até ao fatinho de domingo que agora usa e os sinais exteriores de riqueza que agora ostenta.
Também foi esse mesmo cartão partidário que catapultou um outro para os órgãos sociais de alguns estabelecimentos hospitalares e que se orgulha de ter uma página na internet onde descreve todo o seu percurso profissional constituido por umas tantas páginas, descrevendo com exaustão todos os cargos e tarefas desempenhadas, com um rol de infinitas descrições de coisas insignificantes, como pertencendo a equipas de admissão de pessoal, etc., etc., sendo possível conhecer-se e descrever, também, algumas ligações fortes que vão merecer algum destaque e avaliação.
De registar e esclarecer todos que este elemento nos foi imposto, sem possibilidade de escolha, por razões que viemos a saber por existirem fortíssimas relações de amizade entre famílias, que se descrevem no livro, já que não o conhecíamos de parte alguma.
As contrapartidas partidárias foram também o mote para o convite de alguns profissionais da política que, na sua vida profissional nunca ultrapassaram o patamar de mediocridade e que dependiam destas ligações para receber o favor de colocação em outros lugares de confiança política no concelho.
Para agora é o que se pode dizer, porque quero que sejam uma surpresa todos os factos reais descritos no livro que vai ser lançado em Oeiras numa livraria de referência.
sexta-feira, 30 de Janeiro de 2009
Se a estupidez pagasse imposto…..
Em vez de estar a dormir, porque ainda tem de “trabalhar” mais 25 anos para ter uma reformazita com o ordenado que aufere pago por nós, está a fazer “viagens” pelo Japão 124.103.151.11 toyamahon.toyama.ocn.ne.jp - OPEN COMPUTER NETWORK OCN.NE.JP pelas 03H18 só para ir ver as novidades da página a pensar que é mais esperto que as novas tecnologias.
É mesmo teimoso e estúpido ao mesmo tempo mas, para mim, é uma honra já que isto demonstra a preocupação pela divulgação das vigarices.
Elas só são publicadas quando EU entender, até porque tenho de ter cuidado com o chamado segredo de justiça.
Não tenhamos pressa porque a justiça é lenta mas chega! Agora há Freeport's e outros casos mediáticos para entreter o povão, mas não tarda a distribuição do processo pela PGR, e aí veremos o que se passa.
Vão vivendo à grande enquanto podem! Eu recordo um dito popular que diz que uma lagartixa nunca chegará a jacaré.
quarta-feira, 28 de Janeiro de 2009
Comentários utilizando IP's mascarados
Eu estou farto de dizer e esclarecer que estão perfeitamente localizados os IP de consulta e de publicação de comentários, como hoje aconteceu para uma página que já ninguém vê, porque eu comprometi-me com toda a gente em não fazer referência à origem, como deve ter visto até agora.
Se quer que o comentário seja visto, agradeço que o envie sempre para a última página, enviando-me, eventualmente por e-mail, a cópia da queixa no livro de reclamações da valência, que eu coloco-a disfarçada na página, sem mostrar a origem.
Agora utilizar acessos dos brasis e das inglaterras não vale a pena, porque o que se detecta é outro que não posso dizer, entende? A propósito, acredito que conheça o Brasil, mas já foi alguma vez à Inglaterra?
sábado, 24 de Janeiro de 2009
Antes mesmo do recurso que vai ser feito, afinal ficou provado o peculato de uso cometido pelo reconhecido pela silheta e de costas.
Neste processo de fotografias ilícitas era previsível que o MP se decidisse que havia cometido o ilícito, do qual naturalmente se vai recorrer como já havia dito, pelo que se vai ser pedir prova gravada das declarações prestadas e, depois, o Tribunal da Relação que decida.
Entretanto, naturalmente, tem de haver contrapartidas para as funcionárias que declararam em tribunal que reconheciam pelas costas, pelo pescoço e pela cabeça do dito cujo.
É perfeitamente justa a atribuição de mais umas horitas extras ou outras regalias.
Pensando melhor, entendi, também, envolver algumas funcionárias como declarantes no processo que entreguei na Procuradoria Geral da República, bem como umas empresas fornecedoras de serviços de obras, como a PROGENHO LDA(com fortes ligações a um membro da mesa), a JOSÉ ARTUR DOMINGOS LDA (que tem familiares na sede da Irmandade), as empresas doadoras de bens e o Banco Alimentar, a Companhia de Seguros Sagres, etc., etc.
Entretanto há Irmãos que já se disponibilizaram para barrar o carro da Irmandade quando virem que é utilizado para fins pessoais e depois pedirem a presença das autoridades.
Acham, e eu concordo, que a viatura não é para estar ao serviço pessoal de ida e volta para o emprego, bem como do resto que todos nós sabemos, mas sim para prestar serviço para a Irmandade, conforme cópia da acta nº. 49 da Irmandade de 26 de Setembro de 2007, depois de ser abordado pelas autoridades policiais e da qual tive acesso no Tribunal.
Portanto, é muito possível que isto aconteça, o que se lamenta, porque vão ficar envolvidos e identificados pelas autoridades a família feliz, o que, particularmente me incomoda porque envolve crianças, havendo a considerar, igualmente, "encontros imediatos de terceiro grau", também registados fotograficamente, o que também não me agrada porque envolve outras pessoas.
Isto não é o caso FREEPORT onde se filma tudo e se julga, ou se pretende julgar, quem prevarica.
Aqui julga-se, ou pretende-se condenar, quem tem coragem de denunciar, mas algo me diz que vai mudar se houver escândalo envolvendo a inacção do Senhor Cardeal Patriarca que calou e consentiu tudo o que se está a passar na Irmandade.
Vou dar luz verde para a Comunicação Social falar do processo porque o conceito de segredo de justiça foi alterado recentemente.
A confirmar-se a anulação da sentença através do recurso, o que se espera, confirma-se perante os Irmãos, e é a esses que é dirigida esta página, a existência do crime de peculato de uso e de outros, que eram do conhecimento de todos os membros da chamada mesinha, mas que não tiveram coragem de tomar uma atitude.
A hierarquia da CMO, a quem vai ser enviada esta página para conhecimento, vai ser arrolada como declarante por autorizar o estacionamento de carros no interior do cemitério em local interdito a viaturas privadas, segundo reza um sinal no portão. Temos ainda o testemunho de dois funcionários/as do mesmo serviço que me têm ajudado neste processo.
O reconhecido por meia dúzias de funcionárias de perfil, de costas, pelo pescoço e pela silhueta parece ter muitos inimigos.
Quem sobe muito depressa e, até, já anda de fato e com carros à custa dos outros, esquece as origens e, depois, os próprios colegas. E mais não digo.
Talvez por isto, e por outras coisas que vão sabendo aos poucos, é que interessava que eu não fosse o tesoureiro da Santa Casa da Misericórdia.
Também sobre isso e sobre a acta nº. 32/03 de 10 de Maio de 2003 ainda muito se vai falar. De registar que recitaram o Pai Nosso antes de começar a Sessão, tal é o fervor pela Igreja, pelo amor ao próximo e a Deus, para depois fazerem esta sacanagem. Só gostava era de saber qual é a alínea do 10º artigo do Compromisso que se enquadra na minha hipotética expulsão.
Finalmente tive acesso à decisão de expulsão sumária, sem processo, sem direito a defesa e sem dela tomar conhecimento, porque ainda não foi feita prova da recepção da famigerada carta que nunca existiu. Mentem, (mais um processo para a Advogada) porque têm a máquina bem oleada para tentar desacreditar-me, o que nunca aconteceu, nem acontecerá.
Agora vai ser a Assembleia Geral da Irmandade a decidir sobre este assunto, até porque acredito na independência e na isenção da Dra Madalena Castro, pessoa que muito prezo e admiro.
Mas, cada coisa a seu tempo.
Segue a dita e famosa acta de uma sessão Ordinária (enquadra-se bem o nome)da mesinha que esteve escondida durante anos e, a seguir, os artigos do Compromisso a que se referem, para todos perceberem as verdadeiras intenções destes ditos Irmãos que até vão à missa bater com a mãozinha no peito e beijam a mão ao Senhor Cardeal.
Algum ser normal acredita que eu não recorreria para a Assembleia Geral, conforme o abaixo nº 2 do Compromisso, se soubesse dessa famosa e falsa carta? Todos que me conhecem acreditam que eu ficaria quieto? Começam agora a ver a tramóia desta gente que tem interesses em se eternizar na gestão da SCMO?

sexta-feira, 16 de Janeiro de 2009
Mais outro processo perdido no tribunal por esta mesinha
Esta mesinha é mesmo masoquista!
Só deduz acusações contra mim, paga a advogados e perde sempre.
Segue a prova no fim desta página sem mais comentários, porque me mete pena ver esta gente passar a vida a estourar o dinheiro da Irmandade, quando o devia aplicar noutras coisas, eventualmente ajudando os mais desprotegidos e reduzindo as capitações das crianças dos infantários.
Como têm advogada que não pagam com o seu dinheiro, passam a vida a chamá-la para lhe dar trabalho, o que ela agradece, porque sabe que vai receber apesar dos resultados negativos que a irmandade apresenta, se bem que andem para aí a dizer que a SCMO está estável financeiramente. É mentira e isso vai provar-se, excepto se houver marosca com o programa de contabilidade que estrategicamente instalaram antes das eleições.
Esta decisão do Tribunal de Oeiras deve ter sido um alívio para as “funcionárias contratadas para testemunhar", porque teriam de prestar declarações com as faces encarnadas como um pimentão, com medo da fiscalização, entenda-se intimidação, feita pela senhora provedora que, para estas situações de pressão sobre o pessooal, aparece sempre com o motorista/guarda-costas, pago por todos nós.
Naturalmente que estas testemunhas contratadas vão receber algo em troca, sejam mais umas horitas extraordinárias no ordenado ou outra coisa qualquer, certamente!
Eu, como prometi, nem as questionei sobre assuntos que as podiam comprometer, porque teriam de falar verdade trazendo-lhes certamente bastantes problemas no emprego. Pelo menos compreendi a posição daquelas funcionárias que precisam do seu emprego e não se deve colocar esta gente entre fogos, brincando com a estabilidade da sua vida privada.
Quando forem chamadas no processo entregue na PGR vou ter de as colocar entre a espada e a parede, porque estará em causa a devolução da dignidade e da estabilidade à Irmandade, considerando a gravidade das acusações.
Até à decisão deste processo, que pode levar à demissão compulsiva da mesa, situação que está a ser colocada em cima da mesa e que vai ser pedida, naturalmente, vamos ver quantas vezes vai esta provedora à Irmandade para tratar de assuntos normais de gestão, já que se contam pelos dedos da mão as vezes que lá apareceu desde há muitos meses.
O reconhecível pelas costas, lombo ou pescoço, como passará a ser conhecido e designado, é que vai passar lá a vida até à demissão, porque tomar pequeno-almoço, almoço e lanche gratuitos e ter agradáveis companhias não se arranjam em todos os lados, mas vai ter de justificar as faltas de serviço que devia prestar no cemitério.
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terça-feira, 13 de Janeiro de 2009
O RECONHECIMENTO ATRAVÉS DAS COSTAS, PELO PESCOÇO OU PELAS ANCAS? É DIFÍCIL RESPONDER.
Enquanto não é tomada qualquer decisão do julgamento de hoje, o meu advogado entendeu, e bem, que devia tirar as fotografias que motivaram o processo por fotografias ilícitas.
Procedi deste modo de acordo com as minhas declarações no tribunal, na certeza que haverá outros meios de prova de que a viatura da SCMO é utilizada para fins privados, com custos para a Irmandade, configurando a prática do ilícito de peculato de uso, crime público, mesmo que agora se forje outra acta a autorizar a sua utilização para uso total.
Agora vou ter de o mandar parar, juntamente com alguma autoridade, e PEDIR autorização para o fotografar a si e à família, quando passeia com o carro a levar a esposa ao supermercado, ao emprego e os filhos à escola.
Quero ver se ele se opõe, apesar da sua situação de fragilidade e de alteração psicológica que as situações registadas fotograficamente lhe têm causado e que foram unanimemente afirmadas pelas funcionárias da SCMO.
Mas o que é que estas alminhas poderiam dizer, senão isto?
Só queria que vissem as caras encarnadas como tomates de algumas funcionárias a fazer as declarações que reconheciam a/as criança/as que apreciam na fotografia bem como o dito tesoureiro constrangido e afectado psicologicamente.
A presença intimidatória da Provedora assim obrigava e viam um homem de costas mas reconheciam-no como se fosse o dito tesoureiro, triste e afectado psicologicamente.
Só não entendo, sinceramente, como o reconheceram e qual a parte do corpo das costas que lhe faziam garantir que era o dito cujo e a sua criança.
Estava em causa o seu emprego e eu declarei que nunca exercerei sobre as mesmas quaisquer tipo de acções ou retaliações, até porque o mundo dá muitas voltas, compreendendo a dependência das mesmas ao emprego que precisam e algumas horinhas extras para aumentar o seu ordenado, mesmo que não sejam necessárias.
Gostoso foi ouvir algumas dizer, com ar cândido, que acharam que o dito cujo andava abalado com isto tudo. Estou cheio de pena dele!
De registar que a Senhora Provedora foi dar o seu apoio moral aos seus funcionários, entenda-se intimidação, quando é raro estar presente para decidir assuntos que se referem à gestão da SCMO.
Aguardemos a douta decisão do Tribunal e depois se decidirá o que fazer, se haverá recurso em caso de condenação ou outro procedimento adequado.
Felizmente que há sempre um passo acima de Oeiras, se bem que acredite na isenção da Meritíssima Juíza do Tribunal de Oeiras, e só desejo que o Tribunal da Relação, se for necessário, não tenha assim tanto conhecimento das costas do Sr. Bispo, como têm as ditas funcionárias.
segunda-feira, 12 de Janeiro de 2009
As instruções da advogada (paga por quem?)
Fui contactado por duas das funcionárias que vão estar presentes amanhã no julgamento das fotografias e pediram-me alguns conselhos, porque ficaram confusas com as instruções recebidas da advogada hoje de manhã.
Não faço comentários sobre as conversas havidas para não lhes criar problemas.
Penso que se trata de uma queixa privada do dito utilizador da viatura, pelo que estarei atento ao pagamento dos honorários da advogada. Ou será que, com tantas mordomias e benesses de borla, também tem advogado de graça?
domingo, 11 de Janeiro de 2009
O testemunho das funcionárias com medo
Eu compreendo a ansiedade das funcionárias sobre as questões que lhe serão colocadas sobre o processo das ditas fotografias ilícitas. Se respondem de uma maneira estão “lixadas”. Se respondem de outra, então têm problemas por declarações falsas perante o Tribunal.
Para as sossegar quero informá-las que compreendo esta toda atrapalhação e prometo nem as questionar em nada.
Vou dispensar qualquer tipo de inquérito às mesmas, porque receio que metam as mãos pelo pés e se coloquem em maus lençóis perante a chefia.
A única pergunta que vai servir para o julgamento é se reconhecem o dito senhor nas fotografias que eu publiquei na minha página e que hoje volto a publicar. Só isso.
Agora olhem para as fotos e vejam se conseguem garantir que é o dito, se nem a cara lhe conseguem ver, nem a da criancinha que está ao lado. Só lhe vai ser questionado se conhecem o carro e se sabem se estaria a ser utilizado ao serviço da Irmandade.
No processo-crime é que vão ver a carinha dos dois, como prova do peculato de uso e nessa oportunidade é que lhe vai ser questionado se reconhecem as ditas carinhas.
Aí, cuidado com as mentiras! Prestar falsas declarações em tribunal é grave!
POR INDICAÇÃO DO MEU ADVOGADO RETIREI AS FOTOS, AGUARDANDO A DOUTA DECISÃO DA JUÍZA DO TRIBUNAL.
sexta-feira, 9 de Janeiro de 2009
Até os vizinhos se enojam com sinais exteriores de riqueza de um simples chefe de coveiros e a exposição de carros da CMO e da SCMO para uso privado!
Recebi uma chamada telefónica de um vizinho que me convidou a ir a sua casa para me mostrar os originais das fotos que me tem enviado. Não vou publicá-las porque farão parte do processo da PGR, juntamente com o seu depoimento.
No entanto, muito obrigado.
Aproveito para registar que as funcionárias das Juntas de Freguesia que trabalham nas valências pagam as refeições que ingerem no seu local de trabalho e as funcionárias da SCMO têm de optar por receber subsídio de almoço ou, em alternativa, ingerir as refeições no mesmo.
Como é que se passa com este dito funcionário público? Paga as refeições, os pequenos-almoços e lanches que ingere nas instalações da SCMO? Para onde vai esse dinheiro?
A propósito, como é feita a avaliação de assiduidade do mesmo no serviço que lhe paga e que vem dos nossos impostos? Alguém ligado à hierarquia da CMO disse-me, que com a Dra Madalena Castro nos órgãos sociais da Irmandade outro galo cantará.
Conhecendo-a como eu muito bem a conheço, como pessoa séria, competente, zelosa do seu trabalho, acredito que algo irá modificar, pelo menos até à intervenção das autoridades no processo que pode levar à demissão compulsiva desta mesa.
No entanto, muito obrigado.
Aproveito para registar que as funcionárias das Juntas de Freguesia que trabalham nas valências pagam as refeições que ingerem no seu local de trabalho e as funcionárias da SCMO têm de optar por receber subsídio de almoço ou, em alternativa, ingerir as refeições no mesmo.
Como é que se passa com este dito funcionário público? Paga as refeições, os pequenos-almoços e lanches que ingere nas instalações da SCMO? Para onde vai esse dinheiro?
A propósito, como é feita a avaliação de assiduidade do mesmo no serviço que lhe paga e que vem dos nossos impostos? Alguém ligado à hierarquia da CMO disse-me, que com a Dra Madalena Castro nos órgãos sociais da Irmandade outro galo cantará.
Conhecendo-a como eu muito bem a conheço, como pessoa séria, competente, zelosa do seu trabalho, acredito que algo irá modificar, pelo menos até à intervenção das autoridades no processo que pode levar à demissão compulsiva desta mesa.
segunda-feira, 5 de Janeiro de 2009
A mesa e o senhor Patriarca “arguidos”
Não posso deixar de publicar o comentário que anonimamente me colocaram na página anterior. Trata-se do sentir da grande maioria dos Irmãos e dos utentes e é uma vergonha. Desde o início que assumi o compromisso de não divulgar a origem dos comentários e quando achar que os mesmos colidem com os princípios que defendo faço, e sempre farei, censura. Não me chamem de salazarista mas sim de coerente, mas não sou, certamente, camarada. Podem estar descansados os comentaristas que eu cumpro aquilo que prometo. Agradeço a vossa disponibilidade para testemunhar o que demonstra que começam a perder medo das pressões que lhes andam a fazer.
Sobre a constituição de arguido é natural que todos sejam constituídos já que há crimes considerados públicos e semi-públicos, pelo que o MP não poderá deixar de cumprir a Lei. Quem não quer ser lobo que não vista a pele.
«Ainda estão a tempo de renunciar ao mandato, antes da tomada de posse e antes de serem «arguidos». É pena ver esta gente decente metida em sarilhos. Penso que esta situação está bastante gravosa e a palavra que passa cá para fora é que são mesmos uns opor……..... É lamentável ver todas as funcionárias de todas as valências (jardins de infância) e centros de dia a badalarem à boca cheia, nos cafés do concelho de Oeiras estas «situações». Fica mal para uma Instituição de solidariedade social. Só não dão a cara porque têm medo de represálias e medo de perder o emprego de que tanto precisam. Voltamos ao tempo do Salazar, camaradas!!!! Ou comungas comigo ou faço-te a cama. Tens de ser surdo, mudo e não ver nada. Mas, como? Se tudo se passa nas minhas barbas!!!!»
TERMINAREI SEMPRE AS MINHAS PÁGINAS COM O APELO À VERDADE DOS FACTOS. PUBLIQUEM ANTES DE SER REQUERIDO PELA VIA JUDICIAL A CARTA QUE DIZEM QUE ME ENVIARAM E O REGISTO DE RECEPÇÃO DEVIDAMENTE ASSINADO.
NÃO CONTINUEM A VIVER NA MENTIRA.
TENTEM SER SÉRIOS, AO MENOS!
A VIGARICE FOI FINALMENTE DESCOBERTA.
Tive oportunidade de ir consultar o processo das famosas fotografias ilícitas e consegui ver que, por deliberação exarada na acta nº 32 de 10 de Julho de 2003, foi decidido por esta mesinha expulsar-me de Irmão num simples e curto parágrafo sem quaisquer explicações adicionais.
Finalmente tomei conhecimento que houve um documento que foi forjado e que vem referido como me tendo sido dado conhecimento dessa decisão em CARTA REGISTADA COM AVISO DE RECEPÇÃO, mentindo despudoradamente.
Trata-se de mais uma manobra nojenta e eu gostaria que houvesse coragem desta gente para publicar na folha informativa da Irmandade cópia dessa carta, cópia do registo e cópia do aviso de recepção. Não têm coragem porque é tudo falso e tudo foi congeminado porque sou o único capaz de lhes fazer frente sem medo de pretensos processos que não me amedrontam e só tenho a dizer que esta farsa está quase a acabar.
Sobre o processo das ditas fotos ilícitas, e para todos compreenderem o que está a acontecer, peço que imaginem que alguém vê uma pessoa a roubar um banco e tira uma fotografia, sendo que o gatuno, de seguida, intenta um processo ao autor das fotos porque não lhe pediu autorização para o fotografar quando ele estava a roubar.
Como é que esta mesinha, que é cumulativamente responsável por tudo assim como a hierarquia da Igreja que a apadrinha, podia ser levada a tribunal por peculato de uso se não fossem tiradas as fotografias?
Utilizava o testemunho das funcionárias Ana Cristina Lourenço da Graça Neves, Maria João Coimbra da Fontoura, Ana Cristina Mourinho Morais Costa, Maria Georgina Tavares Caetano de Sá ou Maria José Leal Rodrigues Bizarro dos Santos, que são metidas neste processo sem saber o que vão testemunhar, pelas suas próprias declarações no processo?
Eu até tenho pena destas alminhas porque as suas declarações são simples anedotas para agradar aos chefes e estou vivamente interessado em vê-las responder a algumas perguntas.
Vai ser bonito ver esta mesa tomar posse, até porque o Patriarcado está metido numa grande alhada e não pode senão homologar os resultados da farsa das últimas eleições, e depois vir a público a acusação irreversível do Ministério Público, porque as denúncias documentadas, incluídas as ditas fotografias ilícitas, são crimes públicos e, por isso, tem de haver acusação.
segunda-feira, 22 de Dezembro de 2008
sexta-feira, 19 de Dezembro de 2008
segunda-feira, 15 de Dezembro de 2008
quinta-feira, 4 de Dezembro de 2008
O que o nosso Compromisso diz, textualmente, no seu nº. 2 do Artigo 53º
REVISTO COM CUIDADO PARA NÃO INCORRER NO CRIME DE DIVULGAÇÃO DE SEGREDO DE JUSTIÇA, PORQUE HAVERIA MUITO MAIS PARA DIZER, MAS NÃO SERÁ POR AGORA. SABER ESPERAR É UMA VIRTUDE MAS, QUANDO FALAR, ATÉ O CARMO E A TRINDADE VÃO ABANAR.
Segundo me chegou aos ouvidos, vindo de uma fonte muito próxima do senhor Patriarca, está em cima da mesa a hipótese de não serem homologados os resultados da farsa das últimas eleições.
Parece que, de repente, Sua Eminência se questionou a si próprio como tinha acontecido aquela votação na terceira urna onde estavam, por mera e oportuna coincidência, as últimas aquisições de irmãos, repito “irmãos”, arregimentados à última hora pela senhora Provedora, pelo seu digníssimo marido e irmã, condimentados com uma pitada de sal através da sua escolha e selecção da sempre fiel directora de serviços.
Parece que até mesmo uma alta individualidade consegue perceber esta jogada e a mesma fonte acha que o senhor Patriarca vai sair chamuscado se homologar esta vigarice.
A ver vamos, mas que não vai ficar muito bem na foto, lá isso não vai, quando a comunicação social independente falar deste caso milagroso de multiplicação de manos e não de pães, como aconteceu em Oeiras.
Muito ainda se vai falar deste acto eleitoral, tal foi o desespero que foi colocado com as votações à última da hora de uma criteriosa e selectiva admissão de manos, “contratados” para estas eleições.
Uma coisa é certa. O nosso Compromisso diz, textualmente, no seu nº. 2 do Artigo 53º que no prazo de cinco dias úteis o Senhor Presidente da Mesa da Assembleia Geral cessante comunicará o resultado a cada um dos Irmãos eleitos, previsivelmente com a homologação decretada pelo Patriarcado. Como já passaram 7 dias úteis parece que o parto está a ser difícil, talvez pelas situações aqui descritas.
Pela leitura de um comentário, devidamente identificado por e-mail, vim a saber que o patriarcado recebeu o dito abaixo-assinado de +/- 100 candidatos a irmão acompanhado dos documentos necessários para a sua validação como irmãos, do qual foi enviado cópia à mesinha que o colocou no cesto dos papeis. Mas, também, o patriarcado nada fez, como de costume.
A ser verdade isto, parece haver uma associação de irregularidades em que o patriarcado poderá estar envolvido, já que nem se dignou responder aos signatários nem ao seu mandatário. É isto que nós temos e é isso que se vai dar conhecimento público para haver uma reacção do mesmo. Porque é que o patriarcado queria dar a vitória a esta mesinha? Pergunta sem resposta.
Viva a igreja que temos! Será que é por estas e por outras razões que vemos as nossas igrejas vazias nas homilias, proliferando uma data de igrejas por Lisboa inteira, desde o Jesus do Fim-de-Semana, ao Deus dos Últimos Dias, ao Deus do Sétimo Dia, a Igreja Universal e outras do género? Eu continuo a acreditar na minha igreja católica apostólica romana e acredito que, mais tarde ou mais cedo, algo vai mudar.
O desespero de perder as regalias conquistadas eram tantas que, no próprio dia das eleições o carro alugado (Peugeot 307 SL(?) matrícula 73-29-ZQ) conduzido por um colaborador da MILUPA, o Sr. Emílio Castro, que fez entrega de produtos mas, desta vez, pela porta lateral com manobras difíceis para lá chegar para não ser detectado, porque havia instruções para o carro ser apreendido na porta tradicional, não conseguindo, no entanto, ludibriar quem assistiu a tudo. Responsáveis desta empresa vão depor e aí vamos saber de algumas verdades.
Foi, pensava-se, ser o último brinde aos beneficiários dos produtos daquela marca, que o faz sem guias de remessa e não são registados no espólio da irmandade. No entanto, para tapar alguns olhos, lá chegam a alguns estabelecimentos uns quantos produtos para disfarçar.
Conseguem negar as instruções rigorosas do Banco Alimentar porque, caso não as cumprissem, seriam cortados os fornecimento à SCMO? Há quem vá testemunhar sobre isso e também vai ser uma surpresa porque se trata de membros da antiga mesinha e do próprio Banco Alimentar que se viu obrigado a fazer uma inspecção recente, ou não é verdade?.
E por favor, não afirmem que utilizo cargos políticos, que agora não detenho, quando mantenho contactos com as entidades doadoras. Não preciso disso para denunciar o que denunciei nestas páginas. Basta falar verdade e mais nada.
Mais, é bom que tenham muito cuidado com o que escrevem para algumas entidades doadoras, até porque nunca na minha página falei mal da Instituição. Falei, isso sim, da “gestão” que ele está a ter, o que é totalmente diferente, e essa correspondência vai ser requerida para juntar ao processo.
Não gastem mais dinheiro com acções judiciais despropositadas porque todas serão avocadas (perguntem à Senhora Advogada o que é) ao processo principal da Procuradoria-geral da República, mas se o fizerem, que sejam os honorários à Senhora Advogada pagos individualmente pelos membros da mesinha. Já não chega de utilização dos meios que deviam ser usados em favor dos verdadeiros Irmãos?
Então não chegam as viaturas para uso privado, as refeiçõezinhas gratuitas, demoradas e bem acompanhadas, as faltas de assiduidade ao serviço, pago por todos nós e onde recebem subsídio de refeição que não pagam à SCMO, agora também querem advogados de graça?
Isto é que vai uma crise!
A propósito de insultos e outros actos e gestos obscenos, eu quero esclarecer que só responderei aos mesmos quando for na presença de outras pessoas, principalmente da família feliz e do local de trabalho ou dos vizinhos.
Aí sim, responderei à letra, e não só, para que todos compreendam toda a verdade, como foi no dia da presença da PSP chamada para ver onde o carro da SCMO estava escondido e que as autoridades obrigaram a mostrar, como consta do processo de 13 de Janeiro.
Permitiu-se a mesinha fazer uma acta de expulsão de Irmão sem me darem conhecimento e sem me permitirem uma defesa prevista em qualquer código, depois convocarem uma Assembleia Geral Extraordinária com o único ponto de Ordem de Trabalhos de destituição de Tesoureiro como um simples marginal e mau gestor dos bens da SCMO, eventualmente para estarem livres para fazerem o que andam a fazer, e pensam que eu ficava quieto? Agora tenho todo o tempo do mundo para repor a verdade dos factos e os verdadeiros Irmãos vão poder ver quem é esta mesinha.
Vamos até ao fim até provar que tudo foi uma vigarice pegada e há Irmãos que querem ser esclarecidos com uma Assembleia Geral Extraordinária, que será requerida logo após a tomada de posse se ela, desgraçadamente para a SCMO, se realizar.
A promiscuidade está para durar até lá e o Patriarcado continua impávido e sereno, avalizando estas situações, mas a partir de agora quem decide na Irmandade são os verdadeiros Irmãos.
Portanto, dou a esta mesinha tempo para preparar toda a documentação necessária para a Assembleia, como sejam as causas da minha destituição de Tesoureiro, as causas da minha expulsão de Irmão, os inquéritos disciplinares se os houve, a nota de culpa, se houve, a resposta à mesma, se houve, a decisão do órgão inquiridor, se houve, e a prova da sua recepção por mim, se a houve, e, bem assim, a minha defesa, se a houve.
Ou será que foi um saneamento à moda do PREC?
domingo, 30 de Novembro de 2008
O resultado da golpada anunciada
Como repararam, eu permiti nestes dias a entrada de comentários livres, gratuita e covardemente insultuosos, pensando ingenuamente que não estão devidamente identificados.
Eu entendo o estado de espírito da “equipa” ganhadora e dos satélites que gravitam à volta dos interesses instalados, até porque estes só servem para fazer, em nome da mesinha ainda mais pequenina, os ditos comentários.
Na altura própria lá se chegará.
Sobre as candidaturas apresentadas foi mais que provado que os verdadeiros Irmãos votaram contra a lista vencedora, e só na urna número três é que esta ganhou com as golpadas de admissão anunciadas. Todos sabiam do risco que corriam ao concorrer nestas eleições forjadas.
Eu não concorri, como repararam, até porque tudo fizeram para que eu não entrasse como Irmão porque tinham medo que a auditoria, a fazer-se, deixaria a descoberto muita coisa. Acreditem que, se não fosse por medo, eles já tinham recuado na ilegalidade da minha hipotética expulsão de Irmão.
Mas, mais tarde ou mais cedo, tudo se irá resolver e virá à tona toda a verdade.
O Patriarcado, depois do receio do escândalo em Roma, que poria em causa as estruturas da hierarquia da Igreja, e com falsas promessas feitas pessoalmente pelo Senhor Patriarca, não analisou o processo com isenção e alinhou na ilegalidade. Não entendo o e-mail recebido do mesmo a convocar-me para uma audiência se não tivesse medo da decisão que viria de Roma que, como provei, foi aceite para discussão no Tribunal competente e superior ao nacional. A seu tempo será este assunto tratado.
Dei mais destaque, naturalmente, a uma candidatura, por exclusão de partes. Nem que a mesma fosse liderada por um macaco eu faria dela mais publicidade, quanto mais uma candidatura que tinha como cartão-de-visita um Homem popular, o Senhor Manuel Caetano, pessoa honesta, rigorosa, que não permitiria que qualquer desvio de gestão decorresse neste triénio, fosse quem fosse o provedor eleito.
Não podia fazer mais nada do que dar singela publicidade ao seu programa de candidatura, mesmo sabendo que pairava no ar a suspeição das admissões de Irmãos por esta mesinha, que tiveram o aval do Patriarcado, sabe-se lá porquê, se bem que seja de calcular.
Só tenho pena dos utentes e dos funcionários da Irmandade. Por um lado, continuam as perseguições e o servilismo, por outro lado a Irmanadade continua, pelo menos por agora, a ter a "gestão" que teve estes ultimos anos até à sua destruição total.
sábado, 29 de Novembro de 2008
A GOLPADA DAS CANDIDATURAS A IRMÃO RESULTOU, COMO EU HAVIA DITO.
A PRIMEIRA URNA E A SEGUNDA AINDA DAVAM A VITÓRIA À LISTA V, MAS NA DITA TERCEIRA ONDE ESTAVAM OS DITOS “IRMÃOS” DA CHAPELADA GANHOU A LISTA A, PELA DIFERENÇA DAS ADMISSÕES LEVADAS A CABO DE UMA MANEIRA QUE SÓ É POSSÍVEL ENTENDER NESTA IRMANDADE.
NINGUÉM PERCEBEU QUE RECORRER “SUPERIORMENTE” NÃO LEVA A LUGAR NENHUM. TODA A GENTE PERCEBEU QUE O ESCÂNDALO NÃO INTERESSAVA À IGREJA E À SUA HIERARQUIA.
SÓ A PROCURADORIA-GERAL DA REPÚBLICA É QUE VAI RESOLVER ISTO E TALVEZ A IGREJA SE ARREPENDA DA ATITUDE QUE TOMOU.
NÃO SE TRATA DA VITÓRIA OU DA DERROTA, ATÉ PORQUE EU NÃO ENTRAVA NA LISTA, MAS TENHO PENA QUE A GOLPADA TENHA SURTIDO EFEITO A FAVOR DESTA MESINHA QUE CONTINUA PEQUENINA E AUSENTE ATÉ ALGUMA COISA SER DECIDIDA.
ATÉ AO LAVAR DOS CESTOS É VINDIMA.
quarta-feira, 26 de Novembro de 2008
LISTA V “MUDANÇA E MELHORIA”
Uma candidatura que nasce da vontade de mudança.
MESA DA ASSEMBLEIA GERAL
MANOEL JOSÉ BARATA ALVES CAETANO (Presidente)
Luís Manuel Rodrigues da Costa Tavares (Vice-Presidente)
Rui Manuel de Freitas (1º Secretário)
Afonso de Jesus Soares (2º Secretário)
Maria Leonor Mil Homens H. G. R. da Conceição (suplente)
Armando da Silva Lima (suplente)
MESA ADMINISTRATIVA
JOÃO AUGUSTO RODRIGUES DA COSTA TAVARES (Provedor)
José Manuel Parreira Duarte Meira (Vice-Provedor)
Joaquim António Henrique Ribeiro da Conceição (Tesoureiro)
António José da Silva Cabecinha (Secretário)
Alfredo Amaral de Figueiredo (Vogal)
Carlos Manuel Vieira Lima (Vogal)
Celina Maria Quintas Nascimento Mendonça (Vogal)
Maria Fernanda Gomes da Silva Aguião Valente (Vogal)
José Mário Lopes Freire de Sousa (Vogal)
Zulmira Simões Lopes Araújo Ogando (Vogal)
José da Veiga Alves Inácio (Suplente)
Maria da Luz Plantier Santos Pitta (Suplente)
Maria Isabel Alcântara Guerreiro (Suplente)
DEFINITÓRIO
MANUEL ALVES DE MATOS (Presidente)
João Luís Gomes Durão (Vogal)
José Norberto Baptista Machado (Vogal)
José Gomes dos Santos (Suplente)
Reinaldo Cavaco Gonçalves (Suplente)
Colabore com a Equipa e VOTE nas eleições
PROGRAMA DE CANDIDATURA 2008/2011
Esta candidatura nasce da vontade de mudança. Mudança que é necessária uma vez que a envolvente da Misericórdia se modificou, porque a Comunidade está a mudar e porque assistimos a um Mundo em completa e complexa mudança.
Todos nós mudamos ao longo da Vida, crescemos, abraçamos projectos, consolidamos e voltamos a dar novos passos. Ao longo da Vida precisamos que cuidem de nós e de cuidar dos outros, assim é a Misericórdia: precisa que cuidem dela para que cuide dos outros.
A Misericórdia precisa de acompanhar os novos tempos pelo que se tem de adaptar a esses tempos que, insistimos, são de mudança; precisa de ter uma estrutura sólida e ao mesmo tempo flexível para enfrentar esses novos desafios; precisa de adquirir novas competências para responder às questões complexas da Comunidade; precisa de olhar o futuro criando novas oportunidades para o crescente número de excluídos; precisa de comunicar e envolver os Irmãos no trabalho que é de todos; precisa de adquirir coesão interna para ser uma Instituição de referência; precisa de se fortalecer para ser o porto de abrigo para os mais necessitados da Comunidade.
O nosso Programa assenta na Mudança com um objectivo de Melhoria Contínua; a melhoria da Condições de Trabalho; a melhoria dos Instrumentos de Suporte; a melhoria dos Serviços Prestados e a melhoria da Gestão.
Por isso, apresentamos uma equipa multidisciplinar nas suas competências, uma equipa com a experiência dos mais seniores e com a energia dos mais novos. Uma equipa para abraçar com Ética, com Seriedade, com Responsabilidade e com Valores, o Bem comum da Irmandade: isto é, constituída por Servos Bons e Fiéis que encaram a responsabilidade com Deus e com a Humanidade como o Tesouro a ser compartilhado.
Iremos ter um olhar crítico e atento para áreas tão específicas como são a da Terceira Idade, a da Saúde, a da Acção Social e a da Infância desenvolvendo as actividades adequadas às carências daqueles que a elas recorrem, balizados pelos princípios da Sustentabilidade Social, Financeira e Económica.
É com espírito de humildade e bem-fazer recebidos da Rainha D. Leonor, a padroeira das Misericórdias, que nos apresentamos ao escrutínio dos Irmãos.
domingo, 23 de Novembro de 2008
“Cântico Negro”
José Régio neste poema contido na sua obra de Poemas de Deus e do Diabo escreve:
"Não sei por onde vou,
Não sei para onde vou
Sei que não vou por aí!"
Os Irmãos da Santa Casa, nos contactos que comigo estabelecem, afirmam categoricamente:
“Não sei a que horas vou,
Não sei em quem vou votar,
Só sei que vou votar numa lista opositora à mesinha actual”
sexta-feira, 21 de Novembro de 2008
quarta-feira, 19 de Novembro de 2008
Ainda mexe, caramba! (Actualizado)
Segundo me foi informado, se bem que ainda não tenha comunicado aos seus actuais parceiros na Mesinha, a Senhora Provedora anda a convidar pessoas acima de qualquer suspeita, como é o caso do Irmão Ferreira de Matos, para dar crédito a uma hipotética candidatura.
O interessante é que essas pessoas idóneas não sabem que também estão na lista os famosos Eng. Martinho, o encarregado do cemitério Luís Bispo, o sempre disponível Fatela e saúda-se o regresso do proprietário da agência funerária, que havia pedido a demissão há tempos, bem como a sobrinha da Provedora, à procura de poiso, e como suplente aparece a Vereadora da CMO Dra Madalena Castro, certamente enganada.
Está tudo preparado para fazer o funeral da SCMO e até já há uma cova aberta e contratada a agência funerária.
Eventualmente, e correndo o risco de um processo por divulgação de segredo de justiça, vou esclarecer as pessoas de bem, que estão a ser convidadas para fazer parte desta lista, através da colocação nesta página do documento com carimbo da Procuradoria-Geral da República, que é bastante esclarecedor do que esta equipa fez à Santa Casa da Misericórdia nos últimos anos.
Custa-me a acreditar que este e outros Irmãos que primam pela dedicação pela Irmandade e que são íntegros e honestos na sua vida privada se deixem embalar por convites destes, com os problemas que vão ter a seguir com a inspecção.
Felizmente que tenho conhecimento da existência de uma lista alternativa a esta que é formada por pessoas de bem, com a única disposição de trabalhar pela Santa Casa de Misericórdia e liderada por Irmãos que já deram provas de dedicação à Irmandade e com competência já demonstrada.
terça-feira, 18 de Novembro de 2008
Haverá uma lista para todos os Órgãos Sociais
Pensámos guardar segredo até à última para anunciar a lista que se vai apresentar a sufrágio para cada um dos Órgãos Sociais da SCMO nas eleições a realizar no próximo dia 28, sexta-feira, com início à hora do lanche habitual, todos bem sabemos porquê.
Achámos, no entanto, que não seria justo manter esta situação de preocupação que tem sido manifestada pelos diversos contactos telefónicos e por endereço electrónico, pelo que posso sossegar todos que foi decidido apresentar uma lista constituída por Irmãos verdadeiros, honestos e desinteressados, que se disponibilizaram para abraçar este projecto novo de arrumar esta Irmandade.
A seu tempo serão aqui divulgados os seus nomes e pelouros atribuídos, sendo que a sua primeira preocupação vai ser fazer o levantamento das realidades actuais da Santa Casa de Misericórdia, num período de um mês, convocando nova Assembleia Geral Extraordinária tendo em vista serem apresentadas e discutidas as alternativas para a solução da crise instalada.
Mais, já não posso dizer.
Mesmo havendo esta lista única, torna-se essencial a presença do maior número de votantes apesar do prejuízo causado na sua vida privada, já que houve a preocupação desta Mesinha de marcar as eleições para um período de ponte de três dias, para desvalorizar estas eleições.
sexta-feira, 14 de Novembro de 2008
A PROVEDORA EM EXERCÍCIO E A SUA MESINHA NÃO SE VÃO RECANDIDATAR.
Apesar de ter colocado a família, marido, filha e irmã, bem como a sua protegida directora, a assinar grande parte das cerca de 70 proposta de Irmãos aceites ultimamente e destinadas a falsear novamente as eleições marcadas para 28 do corrente, a Provedora em exercício e a sua Mesinha, já só composta por 5 elementos, não vão a votos neste acto eleitoral.
De registar que foram recusadas cerca de 1800 novas propostas e, como eu disse, só entraram aquelas propostas que se destinavam a dar cobertura a uma nova farsa de eleições, com uma nova lista da Provedora em exercício.
A Senhora Provedora sabe que a Procuradoria-Geral da República irá instruir as autoridades para aprofundar e punir as irregularidades denunciadas, o que levaria à demissão da sua equipa se desgraçadamente para a Irmandade, ganhasse as próximas eleições e, assim, não está disposta a correr esse risco.
Sai de cabeça baixa, na certeza que o processo não parará até ao aprofundamento das situações que referirei este fim-de-semana, já que depois de segunda-feira tenho por Lei de remeter-me ao silêncio até à conclusão do processo.
Continuo a desejar que o Senhor Patriarca se decida abdicar da sua imunidade diplomática para prestar declarações no processo, porque não pode alegar desconhecimento de tudo o que foi denunciado, correndo o risco de ser igualmente responsabilizado por isso.
Pelo menos, já está a ser julgado todos os dias pelos verdadeiros Cristãos de Oeiras, que não compreendem a posição do chefe da igreja católica, que eu também professo apesar de não ser preciso andar a bater com a mão no peito para o Senhor Patriarca ver.
quinta-feira, 13 de Novembro de 2008
BEM PODEM DAR CHAZINHOS À CUSTA DA IRMANDADE, QUE NÃO GANHAM DE CERTEZA.
Começada a campanha eleitoral bem pode esta Mesinha em exercício andar a fazer campanha eleitoral nas valências e no Centro de Dia com os mais idosos, oferecendo chazinho e bolos tudo a expensas da Irmandade que, desta vez, não ganham.
Os sinos da libertação da nossa Capela vão tocar nesse dia.
De registar que, agora, depois de eu denunciar o desvio dos bens alimentares, tenho recebido imensas mensagens a informar-me da surpresa por agora, agora sim, receberam os mais carenciados quantidades significativas de bens alimentares.
Teremos oportunidade de ver para onde foram os outros durante estes anos todos.
Voltamos a ver o carro da Irmandade a ser utilizado para fins privados, registado novamente pelas autoridades, e será mais uma peça para o processo na Procuradoria-geral da República.
sexta-feira, 7 de Novembro de 2008
A imunidade diplomática do Senhor Patriarca em causa
Será que o Senhor Patriarca D. José Policarpo vai utilizar a prorrogativa de imunidade diplomática para não prestar declarações no Ministério Público?
É de esperar que isso aconteça a quem pactua silenciosamente com o que se passa na Santa Casa da Misericórdia de Oeiras, mas há que contar com a hierarquia da Igreja, o Tribunal de Roma e a comunicação social.
Entretanto lá vão para Fátima, à custa dos Irmãos, fingindo-se muito católicos e baterem a mão no peito para estarem nas graças do Senhor Patriarca e da União das Misericórdias, que parecem não entender, e ninguém sabe porquê, que tudo não passa de uma farsa.
É só aguardar, para se verem os próximos episódios desta palhaçada toda!
terça-feira, 28 de Outubro de 2008
O Código de Processo Penal a quanto obriga!
Como estou obrigado ao segredo de justiça, e como não quero incorrer no crime punível pelo Artigo 371º do Código Penal sobre violação de segredo de justiça no processo penal, conjugado com o Artigo 86º do Código de Processo Penal, não posso nem vou, a partir de agora, divulgar matéria que consta dos autos e que será surpresa para muitos.
Assim, e considerando que um dos membros da “mesinha” não vai estar presente amanhã, a reunião far-se-á sem matéria para discutir, porque nada escrevo hoje, e vão estar até altas horas da madrugada a discutir o sexo dos anjos e quantos mais amigos metem nos cadernos eleitorais, justificando, assim, aos cônjuges a chegada tarde a casa.
Eles já acreditam em tudo, portanto…
Também pode acontecer não haver reunião nenhuma, porque não há tema para falar senão continuar a nada fazer, excepto olhar para o umbigo.
sexta-feira, 24 de Outubro de 2008
AS OBRAS DE SANTA ENGRÁCIA NO 1º DE MAIO
MAIS UMAS OBRITAS NO 1º DE MAIO NO BERÇÁRIO, PELO MENOS PELA SÉTIMA VEZ NO MESMO SÍTIO.
INTERESSANTE, NÃO É?
SEM COMENTÁRIOS.
sexta-feira, 17 de Outubro de 2008
OS PRODUTOS DOADOS PELO MODELOS BONJOUR DE OEIRAS CONTINUAM A SER DESVIADOS (OU ROUBADOS?) DA GESTÃO DA IRMANDADE.
SEI QUE NO PASSADO DIA 14, PELAS 16H00, UMA CARRINHA FIAT DA SCMO, CONDUZIDA POR UM CONHECIDO MOTORISTA DA IRMANDADE, LEVANTOU DOS MODELOS BONJOUR DE OEIRAS PRODUTOS DOADOS POR ESTA REDE DE SUPERMERCADOS QUE, COMO SEMPRE, NÃO DERAM ENTRADA NO CIRCUITO INTERNO DE DISTRIBUIÇÃO AOS MAIS CARENCIADOS.
FORAM DESVIADOS, OU QUÊ?
SEGUNDO CONSTA, É PARA DISTRIBUIÇÃO POR ALGUNS PRIVILEGIADOS.
É ESTA A GESTÃO QUE TEMOS NA SCMO E QUE FAZ PARTE DO PROJECTO INACABADO.
terça-feira, 14 de Outubro de 2008
PROVIDÊNCIA CAUTELAR À CONTABILIDADE
VAI SER INSTAURADA UMA PROVIDÊNCIA CAUTELAR PREPARATÓRIA À CONTABILIDADE DA IRMANDADE, TENDO EM VISTA A APREENSÃO DE TODOS OS MOVIMENTOS CONTABILÍSTICOS ANTES E DEPOIS DA ADOPÇÃO DO NOVO PROGRAMA QUE FOI ADQUIRIDO DEPOIS DAS FALSAS ELEIÇÕES, OU SEJA, JÁ EM GESTÃO DE NEGÓCIOS CORRENTES.
TUDO SERÁ FEITO SALVAGUARDANDO OS SUPERIORES INTERESSES DA SCMO, DOS SEUS FUNCIONÁRIOS E DOS UTENTES.
DESTA DECISÃO VAI SER DADO CONHECIMENTO A SUA EMINÊNCIA SENHOR CARDEAL PATRIARCA, QUE TAMBÉM É CONHECEDOR DA FARSA DAS VOTAÇÕES SECRETAS DE IRMÃOZINHOS AMIGOS, LEVADA A CABO HÁ UNS DIAS, COM A AUSÊNCIA DE UM MESÁRIO EM EXERCÍCIO ESTANDO, POR ISSO, A DELIBERAR COM CINCO VOTOS UMA SITUAÇÃO QUE DEVIA SER DO CONHECIMENTO DO SENHOR PATRIARCA.
ESTA MESINHA ADMINISTRATIVA EM EXERCÍCIO SABE QUE FOI MANDATADA POR DECRETO PATRIARCAL PARA "VERIFICAR TODAS AS ADMISSÕES EFECTUADAS ENTRE 11 DE ABRIL DE 2007 E 1 DE MARÇO DE 2008", NÃO PARA DECIDIR.
IGUALMENTE NÃO TEM PODERES PARA EXPULSAR NINGUÉM NEM APRECIAR PROCESSOS QUE SÃO DA COMPETÊNCIA EXCLUSIVA DO SENHOR PATRIARCA, COMO É O MEU REGRESSO AO SEIO DA IRMANDADE DE ONDE FUI ILEGALMENTE EXPULSO POR MOTIVOS QUE, AGORA, JÁ SÃO BEM EVIDENTES.
AGORA SE ENTENDE PORQUE ERA PRECISO QUE EU NÃO ESTIVESSE NA MESA ADMINISTRATIVA!
A PROPÓSITO DE EXPULSÕES POR FALTA DE PAGAMENTO DE QUOTAS ANUAIS EU NÃO POSSO DEIXAR DE ACHAR ESTA DECISÃO, NO MÍNIMO, CARICATA. EM TODOS OS CLUBES, DO BENFICA, PORTO OU UDRA, QUEM NÃO PAGA QUOTAS ATEMPADAMENTE É, NATURALMENTE, IMPEDIDO DE EXERCER OS SEUS DIREITOS DE SÓCIO, DE ASSISTIR A JOGOS OU DE PARTICIPAR EM ELEIÇÕES, READQUIRINDO OS SEUS DIREITOS DEPOIS DE LIQUIDAR AS QUOTAS EM ATRASO.
NOS PARTIDOS POLÍTICOS, SEJA NO PSD, NO CDS OU, MESMO, NOS PROGRESSISTAS, QUEM DESEJAR PARTICIPAR NA VIDA DO PARTIDO TEM DE TER A SUA QUOTIZAÇÃO EM DIA E, MESMO QUE NÃO PAGUE QUOTAS DURANTE VINTE ANOS, É AUTORIZADO A VOTAR NO INTERIOR DO SEU PARTIDO SE PAGAR AS QUOTAS ATRASADAS, E SÓ. REGISTE-SE QUE NO PSD, QUEM NÃO PAGA QUOTAS HÁ DEZ OU VINTE ANOS, PAGANDO SOMENTE DUAS QUOTAS ATRASADAS DE 12€ ADQUIRE OS SEUS DIREITOS PERDIDOS.
AQUI NA NOSSA IRMANDADE, QUEM NÃO SE LEMBRAR DE PAGAR OS MÍSEROS 8€ ANUAIS POR MAIS DE TRÊS OU QUATRO ANOS É, PURA E SIMPLESMENTE, EXCLUÍDO DE IRMÃO, PORQUE A IRMANDADE NÃO PRECISA DE DINHEIRO NEM DE VERDADEIROS IRMÃOS. SÓ PARA ELEIÇÕES, DEPOIS SÃO EXCLUÍDOS.
terça-feira, 7 de Outubro de 2008
O que diz o Compromisso sobre o que se passa na SCMO
Diz o Compromisso que perdem a qualidade de Irmão aqueles que infrinjam as alíneas c) e e) do seu Artigo 10º e, por este meio, o direito de se candidatar a quaisquer Órgãos da Santa Casa da Misericórdia.
A citada alínea c) diz, textualmente, que podem ser excluídos quem não prestem contas dos valores, em abstracto, que lhes tenham sido confiados e a sua alínea e) do mesmo Artigo aplica a mesma sanção para os que causem danos comprovados à Instituição.
O Senhor Cardeal Patriarca de Lisboa vai ter de levar em conta a gestão exercida à distância desta equipa em exercício provisório, se bem que hoje a Irmandade tinha sido honrada com a presença do sempre número dois de qualquer lista em que entre a Senhora Provedora em exercício. É preciso eu falar para aparecerem!
Quanto à utilização de bens para seu proveito próprio, alvo de uma acção por peculato de uso por ser cumulativamente responsável toda a equipa, o desvio de bens doados à Irmandade geridos por terceiros sem registo de entrada e de saída, a usurpação de poderes que lhe não estão confiados neste período atribuído por Sua Eminência, bem como de outros assuntos que proximamente farei referência, devem ser quanto baste para que o dito projecto inacabado fique como está pois, caso contrário, qualquer dia não temos Santa Casa nenhuma.
Temo, muito sinceramente, qualquer atitude mais fiscalizadora da Segurança Social, que também é conhecedora da "gestão" da Irmandade e que possa decidir pela suspensão dos subsídios atribuídos à Irmandade, colocando em risco os postos de trabalho e o bom andamento das valências.
Todos aguardamos o bom senso desta Mesinha para que nem se permita avançar com nova candidatura, considerando que o Senhor Patriarca de Lisboa tem conhecimento que eu vou ser candidato, com um grande apoio demonstrado pelas inúmeras manifestações de apoio que recebo.
Já chega de tanta anarquia e desgoverno, não acham?!
Aguardo o contacto da SIC para se falar abertamente sobre tudo o que se passa na SCMO, numa entrevista a realizar junto da sede da Irmandade, mas antes tenho de receber a devida autorização do Senhor Patriarca de Lisboa, já que me comprometi nada fazer sem o informar.
sábado, 4 de Outubro de 2008
A declaração para efeitos fiscais
Os Modelo Bonjour, da Senhora da Hora, através da colaboradora D. Sónia Esteves, informou-me que não vão passar a declaração para efeitos fiscais dos produtos doados no valor de 8.871,74 €, entretanto solicitada pela Irmandade.
Vai aguardar até à entrada da nova gestão saída das próximas eleições, que não vai ser esta certamente, e depois quer saber a quem foram distribuídos os bens.
Só nessa altura é que emite a declaração necessária, porque está provado que os produtos não foram geridos pela Santa Casa de Misericórdia de Oeiras.
É por estas e por outras, e por eu saber de coisas de que ainda não falei, que esta Mesinha anda a tentar ultrapassar o Senhor Patriarca de Lisboa, que é conhecedor de tudo, e está a deliberar sem a sua autorização.
Parece que se esquece esta Mesinha que está em gestão temporária por ordens de Sua Eminência e que não pode deliberar sem o conhecimento deste, sejam admissões ou exclusões, porque foi mandatada para AVALIAR AS CANDIDATURAS, não para decidir.
É por isso que todas as deliberações dos cinco presentes na reuniãozinha de há dias não vão servir para nada, apesar de passarem horas e horas a decidir e a votar entre amigos a admissão dos "irmãos" para a chapelada.
Um deles até faltou de propósito, para não estar presente na palhaçada.
sexta-feira, 3 de Outubro de 2008
SÓ VISTO, PORQUE É DIFÍCIL ACREDITAR. COM CARRO E MOTORISTA PAGO POR TODOS NÓS!
NUNCA ESTÁ PRESENTE PARA TRATAR DOS ASSUNTOS DA IRMANDADE MAS, PARA COMEMORAR OS ANOS DA AUXILIAR ADMINISTRATIVA QUE PROMOVEU A DIRECTORA GERAL, A PROVEDORA EM EXERCÍCIO LÁ APARECE NO REFEITÓRIO DA SCMO COM CARRO E MOTORISTA DO ESTADO, PAGO POR TODOS NÓS.
MAIS UMA REFEIÇÃOZINHA PAGA PELOS IRMÃOS?
AGORA É QUE COMPREENDEMOS QUE AINDA NÃO TENHAM ACABADO O PROJECTO, PORQUE AINDA FALTAVA ESTA REFEIÇÃO E OUTRA LÁ PARA O FINAL DESTE MÊS.
SEGUNDO INFORMAÇÕES DE QUEM ESTAVA PRESENTE, COMEMOROU-SE TAMBÉM A ENTRADA DE NOVOS IRMÃOS NA REUNIÃO DA MESINHA DE ONTEM, SENDO 24 VERDADEIROS, COMO SEMPRE DISSE, E MAIS DE MEIA CENTENA DA CHAPELADA PARA FORJAREM A LISTA QUE DIZEM QUE VÃO APRESENTAR.
COMO PAGA DE ALGUNS FAVORES FOI IGUALMENTE INFORMADO QUE PASSARAM A EFECTIVA UMA FUNCIONÁRIA FILHA DE OUTRA COORDENADORA PROTEGIDA. AS GOLPADAS CONTINUAM, ATÉ TOMARMOS POSSE E REVERMOS ESTAS SITUAÇÕES DE FAVOR.
E A BRONCA DO PIONEIRO? É PRECISO ESTAR MESMO NAS MÃOS DA SUA COORDENADORA, PORQUE DEVE SABER MUITO, PARA NÃO SER PASSADA PARA O DIRECTO.
QUANDO NÃO SE TEM UM PINGO DE VERGONHA, É ISTO QUE ACONTECE!
VÃO SER ENVIADAS CÓPIAS DAS PROVAS PARA O MINISTÉRIO DA JUSTIÇA.
quinta-feira, 2 de Outubro de 2008
JÁ ESTÃO A ENTRAR EM DESESPERO DE CAUSA APESAR DO MEU PROCESSO NÃO SER DA COMPETÊNCIA DAQUELAS SEIS ALMINHAS
RECEOSOS QUE AS CONTAS DA SUA GESTÃO SEJAM ANALISADAS NUMA AUDITORIA INDEPENDENTE, A MESINHA LÁ ANDA MUITO PREOCUPADA COM O MEU REGRESSO À IRMANDADE, TENTANDO OPOR-SE À DECISÃO DE SUA EMINÊNCIA O SENHOR CARDEAL PATRIARCA DE LISBOA, ÚNICA ENTIDADE QUE TEM COMPETÊNCIA PARA DECIDIR SOBRE A MINHA ILEGAL EXPULSÃO.
POR MUITO QUE CUSTE A ESTA MEIA DÚZIA DE "IRMÃOS", EU SOU IRMÃO DA SCMO DE PLENO DIREITO E TUDO FAREI PARA DEFENDER OS MEUS DIREITOS, ENTRE OS QUAIS OS DE FISCALIZAR A GESTÃO QUE A IRMANDADE ESTÁ A TER, AO MESMO TEMPO QUE COMPARAR AS CONTABILIDADES DAS EMPRESAS PAULO JONES UNIPESSOAL LDA, MANUEL ESTEVES MOREIRA LDA, PROGENHO - ENGENHARIA E CONSTRUÇÕES LDA, E OUTRAS, COM A DA SCMO.
PARALELAMENTE, PERMITEM-SE DECIDIR SOBRE A ADMISSÃO DE IRMÃOS, NO SEGUIMENTO DAS PRECISAS INSTRUÇÕES DO DECRETO PATRIARCAL, NÃO PARTICIPANDO AO SENHOR PATRIARCA O RESULTADO DA AVALIAÇÃO DECRETADA, ANTES DA CONCRETIZAÇÃO DESSA ADMISSÃO.
ASSIM, E DESTA FORMA, SÓ ENTRAM PARA IRMÃOS AQUELES QUE ESTA MESINHA DECIDIR, COMO EU UM DIA DENUNCIEI, SEM PRESTAREM CONTAS A QUEM DEU ORDENS BEM CLARAS, QUE PARECEM NÃO TEREM SIDO ENTENDIDAS POR ESTA MEIA DÚZIA DE “IRMÃOS”.
COMEÇA A CHEGAR-SE À CONCLUSÃO QUE, POR MOTIVOS QUE JÁ ESTÃO A TORNAR-SE BEM CLAROS, TÊM PRETENSÕES DE NÃO LARGAR O POLEIRO, SE BEM QUE RARAMENTE APAREÇAM NA IRMANDADE.
O QUE PRETENDEM ESCONDER?
quarta-feira, 1 de Outubro de 2008
A FARSA DA ASSEMBLEIA GERAL DE 19 DE JUNHO DE 2000
Começam a ficar claros os objectivos que levaram esta Mesinha a marcar esta famosa Assembleia Geral Extraordinária, tendo em vista a minha exclusão de Tesoureiro da Irmandade, situação que consegui ultrapassar sem qualquer prejuízo profissional e pessoal pela minha capacidade técnica, isenção e competência, pois caso contrário teria a minha vida ficado destruída com 53 anos de idade.
Terei oportunidade, quando ganharmos as eleições em Novembro/Dezembro, de provar pela análise de determinadas contas de fornecedores, entre os quais alguns construtores civis, como os empreiteiros PAULO JONES UNIPESSOAL LDA, MANUEL ESTEVES MOREIRA LDA, PROGENHO - ENGENHARIA E CONSTRUÇÕES LDA e outros ainda a fazer serviços para a Irmandade, que havia interesse em eu ser colocado à margem para poderem agir sem qualquer fiscalização, indicando para o meu lugar um indivíduo que contar só sabe o número de covas no cemitério, quando lá está, o que é raro.
Será que o seu silêncio foi pago através de cerca de muitos anos de carro e gasolina de graça, para uso total, conforme documentos profusamente divulgados, já que não houve qualquer reacção dos seus membros?
De registar, a propósito dos actuais membros da Mesinha Administrativa, que a sua presença na Irmandade nas horas de expediente durante os últimos seis meses ficaram-se por 4 minutos no dia 15 de Setembro da Senhora Provedora em exercício e de 2 horas e 19 minutos do sempre número dois de qualquer lista.
O dito encarregado do cemitério de Oeiras passa lá muitas horas, principalmente no ritual período de refeições de pequeno-almoço e almoço, bem como fora de horas de expediente na Irmandade. Ele lá sabe porquê, mas não é só ele que sabe.
Uma outra “mesário” em exercício lá aparece de quando em vez, pelo menos para fiscalizar a incontrolável distribuição de bens de consumo doados. Pelo menos parece ser a única a trabalhar a favor da Irmandade.
Os outros dois sobreviventes não colocam lá os pés há muitos meses, pelo menos durante as horas de expediente.
Gostam todos mais de aparecer à noite numa determinada quarta-feira do mês para, em conjunto, lerem e avaliarem a página que escrevo sobre a SCMO. E lá ficam a discutir o sexo dos anjos até à exaustão até altas horas da madrugada, sendo que há valências que nem os conhecem.
Ora essa!
«Tiraram-me o carro da SCMO e como é que queriam que eu levasse a minha mulher ao emprego e os meus filhos à escola? Que utilizasse o meu carro, era? São parvos ou quê?
Antes pagavam os Irmãos, agora pagam os contribuintes, estás a ver! Já tenho 20 anos de casa, portanto tenho algumas regalias»
Isto foi um diálogo com um funcionário do cemitério que mo enviou, juntamente com a foto, pelo endereço oeirasrespira@gmail.com, que também tinha como remetente alguns departamentos municipais e a Presidência da Câmara de Oeiras.
Sem comentários.
quarta-feira, 24 de Setembro de 2008
MAIS NÃO, POR FAVOR!
Obrigado por me enviarem estas fotos bem como de outras que não publico por se verem explicitamente as faces da criança a entrar para a escola hoje.
Servirão para juntar, com requerimento, ao processo por peculato de uso, já intentado contra a Mesinha porque são cumulativamente responsáveis, e para o qual vocês se disponibilizaram para testemunhar, o que agradeço.
Sobre os vossos comentários a propósito do pouco tempo que o encarregado passa no cemitério, pelo que já é alvo de comentários gerais, isso é com a Câmara Municipal de Oeiras, mais precisamente com a Dra Zalinda Campilho, que também já tem conhecimento.
Sobre o comentário de usarem este carro, e o da câmara, para se deslocarem amiudadas vezes os dois, o Roque e amiga como lhes chamam, da sede à cozinha da SCMO para tomar café, essa situação também tem servido de gáudio entre os funcionários da Irmandade, mas a Mesinha sabe de tudo e, se nada faz, é porque está nas mãos deles. Sabe-se lá porquê.
Mas isso também vai acabar dentro em breve já que um regressa ao posto de trabalho, para justificar o ordenado pago por todos nós, e a outra regressa a auxiliar administrativo para voltar a trabalhar.
A primeira foto, segundo me dizem, foi tirada hoje junto ao Agrupamento de Escolas de S. Julião da Barra e a segunda é dentro do cemitério, onde só podem entrar viaturas oficiais. Provavelmente o carro já foi nacionalizado e nós não sabemos.

Servirão para juntar, com requerimento, ao processo por peculato de uso, já intentado contra a Mesinha porque são cumulativamente responsáveis, e para o qual vocês se disponibilizaram para testemunhar, o que agradeço.
Sobre os vossos comentários a propósito do pouco tempo que o encarregado passa no cemitério, pelo que já é alvo de comentários gerais, isso é com a Câmara Municipal de Oeiras, mais precisamente com a Dra Zalinda Campilho, que também já tem conhecimento.
Sobre o comentário de usarem este carro, e o da câmara, para se deslocarem amiudadas vezes os dois, o Roque e amiga como lhes chamam, da sede à cozinha da SCMO para tomar café, essa situação também tem servido de gáudio entre os funcionários da Irmandade, mas a Mesinha sabe de tudo e, se nada faz, é porque está nas mãos deles. Sabe-se lá porquê.
Mas isso também vai acabar dentro em breve já que um regressa ao posto de trabalho, para justificar o ordenado pago por todos nós, e a outra regressa a auxiliar administrativo para voltar a trabalhar.
A primeira foto, segundo me dizem, foi tirada hoje junto ao Agrupamento de Escolas de S. Julião da Barra e a segunda é dentro do cemitério, onde só podem entrar viaturas oficiais. Provavelmente o carro já foi nacionalizado e nós não sabemos.
quinta-feira, 18 de Setembro de 2008
CONFUSÕES NO TRAQUINAS
RECEBI A CORRESPONDÊNCIA ABAIXO, DEVIDAMENTE IDENTIFICADA, QUE PASSO A REPETIR SEM QUAISQUER COMENTÁRIOS.
SEGUNDO SEI, FORAM ENVIADAS ESSAS DITAS CARTAS À SRA PROVEDORA.
«Será que a S.C.M.O. só conhece o funcionamento de algumas creches?
Será o Traquinas e a sua coordenadora exemplar?
O ano começa e acaba sempre com confusões e injustiças. Continua-se a privilegiar algumas pessoas em vez das crianças naquela creche.
A Misericordia não sabe ou não vê? Há quem tenha sempre em qualquer idade 2 pessoas na sala e tambem porque será que salas pequenas têm o mesmo numero ou mais de crianças que as grandes?
Não há critérios enviados pelo Ministério de Educação sobre isto?
O Traquinas parece uma coisa que não é. Uns trabalham enquanto que os outros estão de baixo da asa da coordenadora. Continuam a fazer o que querem mesmo que haja problemas que tenham que ser resolvidos, a coordenadora abafa-os.
Têm saindo funcionários do Traquinas, não se sabe bem porquê? Mas esta senhora que está numa secretária, tendo uma moça deficiente a fazer-lhe o trabalho todo, nunca se vê perto das crianças, e ainda arranja confusão com toda a gente.
Mesmo enviando cartas à Srª Provedora, ou indo falar com a mesma, quem nos atende é a sua secretária, e nada muda.
Mas como as festas são bonitas, embora o professor de ginastica ate agora nunca tenha mostrado o seu trabalho, porquê?»
(identificado)
SEGUNDO SEI, FORAM ENVIADAS ESSAS DITAS CARTAS À SRA PROVEDORA.
«Será que a S.C.M.O. só conhece o funcionamento de algumas creches?
Será o Traquinas e a sua coordenadora exemplar?
O ano começa e acaba sempre com confusões e injustiças. Continua-se a privilegiar algumas pessoas em vez das crianças naquela creche.
A Misericordia não sabe ou não vê? Há quem tenha sempre em qualquer idade 2 pessoas na sala e tambem porque será que salas pequenas têm o mesmo numero ou mais de crianças que as grandes?
Não há critérios enviados pelo Ministério de Educação sobre isto?
O Traquinas parece uma coisa que não é. Uns trabalham enquanto que os outros estão de baixo da asa da coordenadora. Continuam a fazer o que querem mesmo que haja problemas que tenham que ser resolvidos, a coordenadora abafa-os.
Têm saindo funcionários do Traquinas, não se sabe bem porquê? Mas esta senhora que está numa secretária, tendo uma moça deficiente a fazer-lhe o trabalho todo, nunca se vê perto das crianças, e ainda arranja confusão com toda a gente.
Mesmo enviando cartas à Srª Provedora, ou indo falar com a mesma, quem nos atende é a sua secretária, e nada muda.
Mas como as festas são bonitas, embora o professor de ginastica ate agora nunca tenha mostrado o seu trabalho, porquê?»
(identificado)
quarta-feira, 17 de Setembro de 2008
SABE-SE LÁ PORQUÊ!
Tenho conhecimento que os elementos da Mesinha que passam mais tempo na minha página, tendo um deles dois computadores ligados todo o dia e que imprime tudo o que eu escrevo, ficaram muito preocupados com o que eu escrevi no último parágrafo da página anterior.
Fala sobre construtores civis (entenda-se obras), fala de falências (é só recordar), e somaram dois mais dois, sabe-se lá porquê!
E, ainda, admitem formar uma lista contra mim! Aguardemos.
terça-feira, 16 de Setembro de 2008
O 15 DE SETEMBRO, FINALMENTE!
Demos a Sua Eminência Reverendíssima, D. José Policarpo, o tempo que o Senhor Patriarca de Lisboa considerou como suficiente para tornar tudo claro, no que se refere à avaliação e validação das candidaturas de Irmãos, vulgo “mininos partidários”.
Infelizmente, as minhas previsões vieram a confirmar-se porque a Mesinha não estava preparada para ser imparcial, tal é a sua vontade de se eternizar no poder.
A Mesinha entendeu não estar presente às segundas-feiras, conforme acordado entre todos, para receber os candidatos a Irmão e só nas duas últimas semanas do final do prazo estabelecido, 15 de Setembro, é que aquelas alminhas se disponibilizaram para estar presente, se bem que de fugida.
Excepção, naturalmente feita, ao “Tesoureiro" da mesma que passa o seu tempo de “serviço” fora do seu local de trabalho, que é pago por todos nós, e que lá anda todo satisfeito a gozar os últimos cartuchos e os últimos litritos de gasolina à custa dos Irmãos.
Se uns dizem que a Dra Zalinda Campilho parece desconhecer estas suas constantes ausências do local de trabalho, outros dizem que ela só está a aguardar o final deste processo para lhe levantar o respectivo procedimento disciplinar.
Sobre a avaliação das candidaturas, sei que só cerca de vinte e cinco ou vinte e seis, das cerca de 1.700, é que cumpriram as regras de jogo, que até são anticompromisso e anticonstitucionais, e ratificaram a sua vontade de manter a sua candidatura a Irmão. Se outros números aparecerem é porque houve chapelada, muito própria desta Mesinha.
Outros candidatos, mais de 100, decidiram manifestar-se através de um abaixo-assinado que fizeram entrega ao Senhor Cardeal Patriarca, hoje mesmo.
Será que Sua Eminência decide já pela constituição de uma Comissão de Gestão, até ao acto eleitoral?
Será que é preciso haver a intervenção de Roma?
Eu gostava muito de não ter de apresentar novos factos, certamente muito mais graves, o que terei de fazer se, eventualmente, se vier a confirmar a vontade desta Mesinha de apresentar uma lista concorrente às próximas eleições.
Segundo consta, a Mesinha já tinha feito à socapa uma triagem desses candidatos e já os tinha encaixado nos números dos Irmãos falecidos e no de expulsos, mas nada que uma atenta análise aos cadernos eleitorais anteriores não detecte essa tentativa.
Diz-se à boca pequena que já têm uma lista formada mas estou certo que alguns desses Irmãos dessa hipotética lista ainda não tomaram consciência do que se passou nestes últimos anos de gestão da Irmandade e certamente que, ao conhecerem a realidade dos factos, não terão vontade de se associar a esse projecto, se dele fizer parte alguns dos membros desta Mesinha.
Todos estão fartos desta Mesinha e só querem vê-los pelas costas, sejam os agora pouco fiéis funcionários, sejam aqueles bons profissionais das diversas valências e serviços, sejam os verdadeiros Irmãos, sejam os utentes e os seus familiares, seja a Segurança Social, sejam os doadores ou os fornecedores, seja o Banco Alimentar, sejam o próprio Patriarcado e a União das Misericórdias.
Está tudo preparado para devolver a paz e a credibilidade à Irmandade e a minha candidatura está preparada para assumir esse compromisso, antes de esta Mesinha destruir o que ainda dela resta.
Há construtores civis que até abrem falência para não ter de explicar a sua gestão, eventualmente em conluio com os seus próprios clientes, mas certamente que isso não vai acontecer à SCMO.
Infelizmente, as minhas previsões vieram a confirmar-se porque a Mesinha não estava preparada para ser imparcial, tal é a sua vontade de se eternizar no poder.
A Mesinha entendeu não estar presente às segundas-feiras, conforme acordado entre todos, para receber os candidatos a Irmão e só nas duas últimas semanas do final do prazo estabelecido, 15 de Setembro, é que aquelas alminhas se disponibilizaram para estar presente, se bem que de fugida.
Excepção, naturalmente feita, ao “Tesoureiro" da mesma que passa o seu tempo de “serviço” fora do seu local de trabalho, que é pago por todos nós, e que lá anda todo satisfeito a gozar os últimos cartuchos e os últimos litritos de gasolina à custa dos Irmãos.
Se uns dizem que a Dra Zalinda Campilho parece desconhecer estas suas constantes ausências do local de trabalho, outros dizem que ela só está a aguardar o final deste processo para lhe levantar o respectivo procedimento disciplinar.
Sobre a avaliação das candidaturas, sei que só cerca de vinte e cinco ou vinte e seis, das cerca de 1.700, é que cumpriram as regras de jogo, que até são anticompromisso e anticonstitucionais, e ratificaram a sua vontade de manter a sua candidatura a Irmão. Se outros números aparecerem é porque houve chapelada, muito própria desta Mesinha.
Outros candidatos, mais de 100, decidiram manifestar-se através de um abaixo-assinado que fizeram entrega ao Senhor Cardeal Patriarca, hoje mesmo.
Será que Sua Eminência decide já pela constituição de uma Comissão de Gestão, até ao acto eleitoral?
Será que é preciso haver a intervenção de Roma?
Eu gostava muito de não ter de apresentar novos factos, certamente muito mais graves, o que terei de fazer se, eventualmente, se vier a confirmar a vontade desta Mesinha de apresentar uma lista concorrente às próximas eleições.
Segundo consta, a Mesinha já tinha feito à socapa uma triagem desses candidatos e já os tinha encaixado nos números dos Irmãos falecidos e no de expulsos, mas nada que uma atenta análise aos cadernos eleitorais anteriores não detecte essa tentativa.
Diz-se à boca pequena que já têm uma lista formada mas estou certo que alguns desses Irmãos dessa hipotética lista ainda não tomaram consciência do que se passou nestes últimos anos de gestão da Irmandade e certamente que, ao conhecerem a realidade dos factos, não terão vontade de se associar a esse projecto, se dele fizer parte alguns dos membros desta Mesinha.
Todos estão fartos desta Mesinha e só querem vê-los pelas costas, sejam os agora pouco fiéis funcionários, sejam aqueles bons profissionais das diversas valências e serviços, sejam os verdadeiros Irmãos, sejam os utentes e os seus familiares, seja a Segurança Social, sejam os doadores ou os fornecedores, seja o Banco Alimentar, sejam o próprio Patriarcado e a União das Misericórdias.
Está tudo preparado para devolver a paz e a credibilidade à Irmandade e a minha candidatura está preparada para assumir esse compromisso, antes de esta Mesinha destruir o que ainda dela resta.
Há construtores civis que até abrem falência para não ter de explicar a sua gestão, eventualmente em conluio com os seus próprios clientes, mas certamente que isso não vai acontecer à SCMO.
terça-feira, 2 de Setembro de 2008
ENTÃO É MESMO VERDADE!
JÁ VERIFIQUEI, HOJE MESMO, QUE É VERDADE O QUE ME INFORMARAM POR EMAIL.
DESPEDIRAM OU DISPENSARAM FUNCIONÁRIAS QUE PRESTARAM BONS SERVIÇOS À IRMANDADE PARA METER AS FILHAS E AS AMIGAS DOS “MESÁRIOS EM EXERCÍCIO”.
É POR ISSO QUE NÃO QUEREM SAIR DE LÁ, ENQUANTO NÃO “ACABAREM O PROJECTO INACABADO”.
JÁ FALTA POUCO, PODEM CRER!
DESPEDIRAM OU DISPENSARAM FUNCIONÁRIAS QUE PRESTARAM BONS SERVIÇOS À IRMANDADE PARA METER AS FILHAS E AS AMIGAS DOS “MESÁRIOS EM EXERCÍCIO”.
É POR ISSO QUE NÃO QUEREM SAIR DE LÁ, ENQUANTO NÃO “ACABAREM O PROJECTO INACABADO”.
JÁ FALTA POUCO, PODEM CRER!
segunda-feira, 1 de Setembro de 2008
AS INSTRUÇÕES DO DECRETO PATRIARCAL NÃO ESTÃO A SER CUMPRIDAS POR DESINTERESSE DA MESINHA ADMINISTRATIVA.
Tenho recebido queixas de candidatos a Irmãos da SCMO que, à parte desta palhaçada da arregimentação de “mininos partidários”, viram a sua admissão na Irmandade condicionada tendo alguns, até, já enviado faxes para o Patriarcado.
Queixam-se, principalmente, que nunca foram recebidos por ninguém da Mesinha Administrativa, contrariando o que vinha referido na missiva que receberam sobre as famosas segundas-feiras, dia combinado entre os “Mesários” para receber os ditos candidatos a Irmão, revezando-se entre eles e estando sempre presentes dois deles nesses dias.
Acontece que estes rotulados “Mesários” nunca lá foram nesses dias e, se foram, nunca se dignaram dar a cara aos mesmos candidatos, que, segundo estes vieram a saber, parece ter essa decisão sido tomada numa reunião da Mesinha.
Se a média semanal de candidatos foi até aqui de 2 e meio, daqui a seis anos e quatro meses teremos a avaliação totalmente feita. Será que isso é de propósito para se manterem lá para concluir o “famoso projecto inacabado”?
É perfeitamente natural que, depois de leram esta página, já que são assíduos e atentos leitores, resolvam estar hoje presentes, já que o prazo termina a 15 de Setembro.
A propósito, gostaria de saber quem paga os tinteiros e as resmas de papel que gastam a imprimir as minhas páginas e o serviço de internet e telefone utilizado. Será que é a Irmandade, o Sindicato ou os Serviços Municipais?
Estou ansioso para ver como foi feita a devolução do dinheiro das quotas aos candidatos.
sábado, 30 de Agosto de 2008
OU HÁ CONIVÊNCIA COM A MESINHA ADMINISTRATIVA, E ESTA SE DEMITE, OU HÁ LUGAR A PROCEDIMENTO DISCIPLINAR E RESPECTIVO DESPEDIMENTO COM JUSTA CAUSA.
(Prova documental vai ser enviada para Sua Eminência Reverendíssima, o Senhor Cardeal Patriarca de Lisboa, para a União das Misericórdias, para a Segurança Social, para o Ministério Público e será um dos temas a tratar na Assembleia Geral Extraordinária a convocar.)
Segue cópia de uma de muitas páginas de empresas que fazem doações de produtos e bens alimentares e outros à SCMO, dos quais ninguém conhece os destinatários.
Onde há o registo da entrada dos mesmos na Irmandade e a relação de saída para os seus beneficiários, devidamente rubricada por estes?
Quem faz a gestão destes produtos e os distribui?
Como disse no título, ou há conivência da Mesinha Administrativa, e esta se demite em bloco, ou tem de haver o levantamento de um inquérito para apuramento da verdade, tendo em vista um procedimento disciplinar que aponta para o despedimento com justa causa.
Naturalmente que, de qualquer guia de transporte, é sempre por mim retirada a identificação do doador bem como o carimbo da SCMO e a assinatura de quem recebe os produtos.
Segue cópia de uma de muitas páginas de empresas que fazem doações de produtos e bens alimentares e outros à SCMO, dos quais ninguém conhece os destinatários.
Onde há o registo da entrada dos mesmos na Irmandade e a relação de saída para os seus beneficiários, devidamente rubricada por estes?
Quem faz a gestão destes produtos e os distribui?
Como disse no título, ou há conivência da Mesinha Administrativa, e esta se demite em bloco, ou tem de haver o levantamento de um inquérito para apuramento da verdade, tendo em vista um procedimento disciplinar que aponta para o despedimento com justa causa.
Naturalmente que, de qualquer guia de transporte, é sempre por mim retirada a identificação do doador bem como o carimbo da SCMO e a assinatura de quem recebe os produtos.
quinta-feira, 28 de Agosto de 2008
AS FOTOS DE UM ARMAZÉM FANTASMA NA IRMANDADE.
RECEBI DE UM VIZINHO DA IRMANDADE FOTOS QUE MOSTRAM A ENTREGA DE PRODUTOS FORNECIDOS POR UMA EMPRESA NUM ARMAZÉM DENTRO DAS INSTALAÇÕES DA SCMO E A RESPECTIVA DISTRIBUIÇÃO POR ALGUNS BENEFICIÁRIOS ESPECIAIS EM DATA POSTERIOR.
COMO NELAS SÃO VISUALIZADOS OS ROSTOS E OUTROS DADOS DE TODOS OS ENVOLVIDOS, O QUE PODE SER CONSIDERADO COMO CRIME POR DIVULGAÇÃO DE FOTOS ILÍCITAS, RESERVO A SUA PUBLICAÇÃO PARA DATA MAIS OPORTUNA.
O QUE É ESTRANHO É QUE NÃO HAJA UM REGISTO DA ENTRADA E DA SAÍDA DESSES PRODUTOS.
MAIS, SERÁ QUE ESSES PRODUTOS SÃO DADOS OU SÃO VENDIDOS E O SEU PRODUTO DIVIDIDO POR TODAS AS PESSOAS QUE ESTÃO ENVOLVIDAS NESTE NEGÓCIO?
SERÁ QUE A MESINHA ADMINISTRATIVA SABE DESTA MAROSCA? SE SABE, PORQUE É QUE NÃO ACTUA.
ISTO É MATÉRIA PARA DESPEDIMENTO COM JUSTA CAUSA E ERA A ANTECIPAÇÃO DA SOLUÇÃO PARA UM PROBLEMA QUE VOU TER QUANDO ESTA “GESTÃO” ACABAR.
COMO NELAS SÃO VISUALIZADOS OS ROSTOS E OUTROS DADOS DE TODOS OS ENVOLVIDOS, O QUE PODE SER CONSIDERADO COMO CRIME POR DIVULGAÇÃO DE FOTOS ILÍCITAS, RESERVO A SUA PUBLICAÇÃO PARA DATA MAIS OPORTUNA.
O QUE É ESTRANHO É QUE NÃO HAJA UM REGISTO DA ENTRADA E DA SAÍDA DESSES PRODUTOS.
MAIS, SERÁ QUE ESSES PRODUTOS SÃO DADOS OU SÃO VENDIDOS E O SEU PRODUTO DIVIDIDO POR TODAS AS PESSOAS QUE ESTÃO ENVOLVIDAS NESTE NEGÓCIO?
SERÁ QUE A MESINHA ADMINISTRATIVA SABE DESTA MAROSCA? SE SABE, PORQUE É QUE NÃO ACTUA.
ISTO É MATÉRIA PARA DESPEDIMENTO COM JUSTA CAUSA E ERA A ANTECIPAÇÃO DA SOLUÇÃO PARA UM PROBLEMA QUE VOU TER QUANDO ESTA “GESTÃO” ACABAR.
sexta-feira, 22 de Agosto de 2008
O DEFINITÓRIO NÃO TEM QUÓRUM, NEM PODERES, PARA DECIDIR.
Não entendo a razão pela qual ainda não foram marcadas eleições antecipadas para o Definitório, considerando que, nos termos do nº 2 do Artigo 46º do Compromisso e depois da demissão do Sr. Engenheiro Simões Cordeiro, há muitos meses, este Órgão não tem competência para fiscalizar a actividade da Mesinha Administrativa, já que as deliberações deverão ser tomadas desde que estejam presentes três dos seus Membros, quando restam presentemente só dois.
Mais, reza o dito Compromisso que a sua composição obriga a que os seus Membros possuam conhecimentos indispensáveis ao exercício dos seus poderes de fiscalização, e, neste caso, dos dois Membros que restam, só um está habilitado para o efeito, de acordo com o nº 4 do Artigo 43º.
Faço referência a esta situação, considerando a dualidade de critérios assumida pelo Senhor Presidente da Mesa da Assembleia Geral em eleições realizadas há uns anos, não aceitando uma lista por falta de indicação de um candidato e, paralelamente, não dando alternativas para suprir essa pequena irregularidade.
Já nessa altura não interessava que eu apresentasse uma candidatura a todos os Órgãos, sabe-se lá porquê.
Só quando lá estiver é que vou ver os interesses que moveram a minha exclusão ilegal e arbitrária de Irmão, agora anulada por quem de direito.
quarta-feira, 20 de Agosto de 2008
O “PROJECTO INACABADO” – EPISÓDIO 1
A partir de agora, conforme prometido, vou passar a descrever algumas das principais razões da famosa recandidatura para terminar o “projecto inacabado”.
Vamos devagar para não assustar ninguém e apresentarem a demissão à pressa, porque eu quero que se mantenham no cargo para serem responsabilizados por tudo, como gestores de bens de terceiros, neste caso de uma Irmandade.
Então é verdade que, ao mesmo tempo que fazem algumas alterações estratégicas na coordenação das valências, transferências de protegidas para determinados estabelecimentos, promovem uma amiga e vizinha da ex-auxiliar administrativa do Dr. Osório antiga colaboradora da contabilidade e actual “Directora”, que trabalhava como auxiliar de limpezas de Vila Fria passando a auxiliar de acção educativa da Julieta Pimenta?
Também já consta numa instituição humanitária de Algés que a filha do seu Director, ou presidente que é mais pomposo, que é também membro da Mesinha Administrativa, vai ser admitida como educadora na Irmandade, quando, por outro lado se dispensam outras que já deram provas do seu real valor.
Isto é verdade?
Umas são filhas de mãe e outras são filhas de mulher-a-dias?
Vamos devagar para não assustar ninguém e apresentarem a demissão à pressa, porque eu quero que se mantenham no cargo para serem responsabilizados por tudo, como gestores de bens de terceiros, neste caso de uma Irmandade.
Então é verdade que, ao mesmo tempo que fazem algumas alterações estratégicas na coordenação das valências, transferências de protegidas para determinados estabelecimentos, promovem uma amiga e vizinha da ex-auxiliar administrativa do Dr. Osório antiga colaboradora da contabilidade e actual “Directora”, que trabalhava como auxiliar de limpezas de Vila Fria passando a auxiliar de acção educativa da Julieta Pimenta?
Também já consta numa instituição humanitária de Algés que a filha do seu Director, ou presidente que é mais pomposo, que é também membro da Mesinha Administrativa, vai ser admitida como educadora na Irmandade, quando, por outro lado se dispensam outras que já deram provas do seu real valor.
Isto é verdade?
Umas são filhas de mãe e outras são filhas de mulher-a-dias?
O “PROJECTO INACABADO” – EPISÓDIO 2
Por falar em Julieta Pimenta.
Quem é a verdadeira Coordenadora do Estabelecimento? A educadora nomeada ou uma cozinheira e uma auxiliar de limpeza? Quem atende os Pais quando a mesma educadora não está presente? As mesmas funcionárias? E porquê?
A propósito de cozinheiras e refeições, é verdade que neste estabelecimento é confeccionada mais do dobro da comida necessária para consumo interno e é distribuído pelos diversos taparwares de algumas funcionárias para levar para casa, conforma fotos junto?
É verdade que o marido de uma delas, apesar de morar perto, vai de carro buscar a mulher para carregar os sacos?
Será que os serviços centrais de compras que fazem entregas neste estabelecimento de conjuntos de embalagens de maisena sabem que as mesmas, na sua maioria, não são para consumo das crianças mas sim de funcionárias que, até, colocam o seu nome em cada embalagem?
Gravíssimo é nunca terem consultado o Sr. Diamantino, dono da mercearia que fornece a fruta e os legumes para a valência, sobre o que se passa, na realidade, acerca dos diversos fornecimentos. Quem os controla?
Já agora que se está a arranjar emprego para algumas amigas ou filhas de Mesários, é verdade que, neste estabelecimento, são dispensadas funcionárias só porque atingem três anos de serviço, admitindo-se, contra a lei, funcionárias para ocupar os seus lugares?
A funcionária que o José Barreto vai substituir era uma das protegidas e tinha também direitos adquiridos no que se refere a fornecimentos de mantimentos?
Alguém está interessado em ouvir os Pais que estão desagradados com as alterações que a entrada do José Barreto está a provocar na valência, principalmente no que se refere à sala dos 4 anos, que vêm a sua educadora sair do convívio das suas crianças para ser colocada na sala dos 2 anos?
Chega, por hoje, mas há infelizmente muito mais para contar.
Depois quero ver se há candidatura, já que são todos responsáveis pelo estado de desgoverno que encontramos em quase todas as valências, salvo honrosas excepções, das quais falarei proximamente.


Quem é a verdadeira Coordenadora do Estabelecimento? A educadora nomeada ou uma cozinheira e uma auxiliar de limpeza? Quem atende os Pais quando a mesma educadora não está presente? As mesmas funcionárias? E porquê?
A propósito de cozinheiras e refeições, é verdade que neste estabelecimento é confeccionada mais do dobro da comida necessária para consumo interno e é distribuído pelos diversos taparwares de algumas funcionárias para levar para casa, conforma fotos junto?
É verdade que o marido de uma delas, apesar de morar perto, vai de carro buscar a mulher para carregar os sacos?
Será que os serviços centrais de compras que fazem entregas neste estabelecimento de conjuntos de embalagens de maisena sabem que as mesmas, na sua maioria, não são para consumo das crianças mas sim de funcionárias que, até, colocam o seu nome em cada embalagem?
Gravíssimo é nunca terem consultado o Sr. Diamantino, dono da mercearia que fornece a fruta e os legumes para a valência, sobre o que se passa, na realidade, acerca dos diversos fornecimentos. Quem os controla?
Já agora que se está a arranjar emprego para algumas amigas ou filhas de Mesários, é verdade que, neste estabelecimento, são dispensadas funcionárias só porque atingem três anos de serviço, admitindo-se, contra a lei, funcionárias para ocupar os seus lugares?
A funcionária que o José Barreto vai substituir era uma das protegidas e tinha também direitos adquiridos no que se refere a fornecimentos de mantimentos?
Alguém está interessado em ouvir os Pais que estão desagradados com as alterações que a entrada do José Barreto está a provocar na valência, principalmente no que se refere à sala dos 4 anos, que vêm a sua educadora sair do convívio das suas crianças para ser colocada na sala dos 2 anos?
Chega, por hoje, mas há infelizmente muito mais para contar.
Depois quero ver se há candidatura, já que são todos responsáveis pelo estado de desgoverno que encontramos em quase todas as valências, salvo honrosas excepções, das quais falarei proximamente.


quarta-feira, 13 de Agosto de 2008
COMPRAM-SE VOTOS COM CHÁ AOS IDOSOS
sexta-feira, 8 de Agosto de 2008
A ASCENSÃO METEÓRICA NA SANTA CASA E OS CRITÉRIOS DE ADMISSÃO
QUEM É, QUEM É, QUE ENTRA AO SERVIÇO DA SANTA CASA DA MISERICÓRDIA DE OEIRAS PARA A COZINHA DA SEDE COMO FUNCIONÁRIA DA UNISELF, PASSA PARA OS SERVIÇOS DE LIMPEZA AO MESMO TEMPO QUE FAZ UMAS HORITAS NA CASA DA SENHORA PROVEDORA E DA AUXILIAR ADMINISTRATIVA DO DR. OSÓRIO, VULGO DIRECTORA DE SERVIÇOS, É TRANSFERIDA PARA O JARDIM DE INFÂNCIA 1º DE MAIO COMO AUXILIAR DE EDUCAÇÃO E, AGORA, VAI COMO EDUCADORA PARA A CRECHE RAINHA D. LEONOR, EM TALAÍDE?
QUEM É, TAMBÉM, QUE TRABALHA HÁ CERCA DE NOVE ANOS NO JARDIM DE INFÂNCIA 1º DE MAIO COMO AUXILIAR DE EDUCAÇÃO E QUE, TERMINADO O CURSO DE EDUCADORA NO CORRENTE ANO, NÃO PASSA A OCUPAR AS FUNÇÕES DE EDUCADORA, QUANDO HÁ CASOS DE ADMISSÕES PARA ESTA CATEGORIA PROFISSIONAL?
QUAL O CRITÉRIO ADOPTADO?
terça-feira, 5 de Agosto de 2008
Gestão danosa, desconhecimento ou conluio da Mesinha Administrativa em situações diversas?
A partir de agora vou falar mais claro sobre aquilo que venho denunciando, já que parece não haver vergonha para se admitir uma recandidatura da Senhora Provedora em exercício para “acabar o projecto iniciado”, só não se sabe qual.
A Mesinha Administrativa admite desconhecer que as funcionárias Cristina Neves, Isaura Mendes e Dália prestam mensalmente, há muitos e bons anos, trabalho extraordinário bem pago, havendo meses em que o valor dessas horas ultrapassa os 70% sobre o ordenado bruto auferido.
Porque é que a Mesinha Administrativa não pede os elementos que são enviados para a Companhia de Seguros Sagres, já que alguns dos seus Membros não têm acesso aos arquivos secretos da Irmandade?
Isto é gestão danosa, desconhecimento ou conluio com as ditas funcionárias para favorecimento pessoal de quem está envolvido neste esquisito esquema?
A Mesinha Administrativa desconhece que a NESTLÉ, com cuja direcção já falei, faz entrega à Santa Casa da Misericórdia de bens com data de validade próxima do seu termo, que é gerido pela ex-auxiliar administrativa do Dr. Osório, que passou pela contabilidade e que agora foi promovida a Directora, com tratamento de doutora e tudo pelo motorista Sr. Duarte, para não falar dos 25% de acréscimo no seu vencimento pela isenção de horário de "trabalho" que aufere?
Isto é gestão danosa, desconhecimento ou conluio com a dita funcionária?
Sabe esta Mesinha Administrativa que os bens doados através do Banco Alimentar que eram, até agora, entregues à Santa Casa da Misericórdia, saem do controlo da Irmandade através da entrega da sua gestão, a seu belo prazer, à dita ex-auxiliar administrativa, escriturária de má memória na contabilidade e agora Directora com tratamento de doutora e tudo?
Isto é gestão danosa, desconhecimento ou conluio com a dita funcionária?
A Mesinha Administrativa não sabe que é cumulativamente responsável pela devolução do dinheiros gastos com a utilização abusiva da viatura da Santa Casa da Misericórdia para fins particulares e que será chamada a depor no próximo dia 13 de Janeiro de 2009 no processo nº 1330/07.6TAOER do 3º. Juízo Criminal de Oeiras?
Isto é gestão danosa, desconhecimento e conluio entre todos ou é peculato de uso?
Ainda não posso falar das obras de Santa Engrácia, mas fá-lo-ei proximamente, quando oficialmente for feito o anúncio da candidatura.
Tudo isto vai mudar quando anunciar o manifesto eleitoral da equipa que vai dirigir os destinos da Irmandade, já que é formada por pessoas que querem servir desinteressada e gratuitamente a Santa Casa da Misericórdia, e não dela se servir para outros voos partidários.
A Mesinha Administrativa admite desconhecer que as funcionárias Cristina Neves, Isaura Mendes e Dália prestam mensalmente, há muitos e bons anos, trabalho extraordinário bem pago, havendo meses em que o valor dessas horas ultrapassa os 70% sobre o ordenado bruto auferido.
Porque é que a Mesinha Administrativa não pede os elementos que são enviados para a Companhia de Seguros Sagres, já que alguns dos seus Membros não têm acesso aos arquivos secretos da Irmandade?
Isto é gestão danosa, desconhecimento ou conluio com as ditas funcionárias para favorecimento pessoal de quem está envolvido neste esquisito esquema?
A Mesinha Administrativa desconhece que a NESTLÉ, com cuja direcção já falei, faz entrega à Santa Casa da Misericórdia de bens com data de validade próxima do seu termo, que é gerido pela ex-auxiliar administrativa do Dr. Osório, que passou pela contabilidade e que agora foi promovida a Directora, com tratamento de doutora e tudo pelo motorista Sr. Duarte, para não falar dos 25% de acréscimo no seu vencimento pela isenção de horário de "trabalho" que aufere?
Isto é gestão danosa, desconhecimento ou conluio com a dita funcionária?
Sabe esta Mesinha Administrativa que os bens doados através do Banco Alimentar que eram, até agora, entregues à Santa Casa da Misericórdia, saem do controlo da Irmandade através da entrega da sua gestão, a seu belo prazer, à dita ex-auxiliar administrativa, escriturária de má memória na contabilidade e agora Directora com tratamento de doutora e tudo?
Isto é gestão danosa, desconhecimento ou conluio com a dita funcionária?
A Mesinha Administrativa não sabe que é cumulativamente responsável pela devolução do dinheiros gastos com a utilização abusiva da viatura da Santa Casa da Misericórdia para fins particulares e que será chamada a depor no próximo dia 13 de Janeiro de 2009 no processo nº 1330/07.6TAOER do 3º. Juízo Criminal de Oeiras?
Isto é gestão danosa, desconhecimento e conluio entre todos ou é peculato de uso?
Ainda não posso falar das obras de Santa Engrácia, mas fá-lo-ei proximamente, quando oficialmente for feito o anúncio da candidatura.
Tudo isto vai mudar quando anunciar o manifesto eleitoral da equipa que vai dirigir os destinos da Irmandade, já que é formada por pessoas que querem servir desinteressada e gratuitamente a Santa Casa da Misericórdia, e não dela se servir para outros voos partidários.
quarta-feira, 30 de Julho de 2008
As ditas "obras"
A propósito de um comentário colocado na última página sobre as “obras” de Santa Engrácia, eu quero esclarecer o/a comentador anónimo que sei o que pretende dizer, mas esse assunto só será falado numa altura própria.
No seu e-mail deu a entender que sabe mais alguma coisa, até porque fala dos altos interesses que fazem com que a Mesinha se queira eternizar na gestão da Irmandade.
Como não sei quem é, deixo aqui o desafio de se encontrar comigo para falarmos melhor sobre este tema e para podermos juntar um mais um, entendeu?
Não posso falar mais disto, até as entidades competentes acabarem o seu trabalho.
Assembleia Geral Extraordinária da Irmandade
Cumpre-me informar os Irmãos que me têm questionado por e-mail o seguinte:
Nos termos do nº 3 do Artigo 25º do Compromisso, 50 Irmãos, com a sua situação regularizada perante a Irmandade, podem requerer a marcação de uma AGE.
Chamo a atenção para o facto de só se poderem debater exclusivamente os assuntos que constem da convocatória, e só estes, pelo que há que conciliar os diversos pontos que vêm referindo nos vossos contactos para ninguém sair defraudado, exceptuando se houver consenso unânime da alteração da Ordem de Trabalhos previsto no seu Artigo 29º, o que é muito difícil conseguir porque há sempre quem esteja presente só para desestabilizar.
Registo, entretanto, que para que a reunião se possa realizar devem estar presentes três quartos dos requerentes, conforme dita o nº 2 do Artigo 27.
Pode, no entanto, o Senhor Presidente da Assembleia Geral em exercício não dar provimento ao requerimento dos ditos 50 Irmãos para convocar até ao prazo de 15 dias a Assembleia Geral Extraordinária, que deve ser realizada dentro dos trinta dias depois da recepção do requerimento acompanhado pela subscrição dos respectivos Irmãos.
Neste caso, e penso que assim vai ter de ser, a Assembleia vai ser realizada nos termos do nº. 3 do Artigo 173º do Código Civil, sendo a mesma convocada directamente pelo conjunto dos 50 Irmãos, utilizando os serviços da Irmandade para efectuar a respectiva convocação da mesma, supervisionada pelos requerentes.
Assim, para que tudo corra de acordo com a vontade daqueles que se vêm manifestando para o meu e-mail, que está mencionado na minha página, agradeço que façam referência dos pontos que querem ver debatidos na Assembleia.
Nos primeiros dias de Setembro compilarei todas as vontades e faremos o requerimento ao Senhor Presidente da AG em exercício ou, em alternativa se deste não houver resposta nos quinze dias seguintes, faremos a convocatória directamente aos Irmãos.
terça-feira, 29 de Julho de 2008
Zangam-se as comadres, descobrem-se as verdades
Recebi a comunicação de que fui designado como testemunha de um processo de peculato de uso por utilização abusiva das viaturas da Santa Casa da Misericórdia de Oeiras para fins pessoais, intentado por antigos membros dos Órgãos Sociais, que se demitiram antes das eleições forjadas.
Parece haver uma acta que define a utilização das ditas viaturas, que será requisitada pela via judicial para fazer parte do meu processo, e que já foi incluída neste novo processo.
A queixa é apresentada contra esta Mesinha Administrativa em exercício, na pessoa de todos os membros em exercício actualmente, sem excepção, mesmo que agora apresentem a demissão, como parece ser vontade de dois deles.
Não querem ver-se demitidos na Assembleia Geral Extraordinária e, por isso, admitem mesmo, acabar com a sua conivência nestes actos de (in)gestão corrente.
Ou seja, aqueles que diziam que era mentira aquilo que eu vinha afirmando, vão ser confrontados com a obrigação de repor o dinheiro contabilizado e atribuído a estas viaturas.
Depois o que acontecerá às funcionárias que vão depor? Serão dispensadas? Serão transferidas? Vão para o Pioneiro para descansar, ou são transferidas para o S. Marçal, como aconteceu hoje com uma educadora do ATL Arco-Iris?
Era de prever, com a cisão verificada nos Órgãos Sociais.
Agora todos vão estar contra todos e, indirectamente, estão a apoiar-me no meu processo.
Vou consultar o meu advogado para ver da possibilidade de avocar o processo da “família feliz” a este e ser feito um julgamento conjunto, em que estão arrolados como declarantes todos os actuais e demissionários Mesários, ao lado de algumas zelosas e dedicadas funcionárias.
Sei, igualmente, que foi indicada como testemunha uma alta funcionária da Câmara Municipal de Oeiras, bem como a responsável pelos serviços que coordena os cemitérios.
domingo, 27 de Julho de 2008
O PIONEIRO É UM LOCAL DE REPOUSO, DE RETIRO, DE ACORDO COM A SENHORA PROVEDORA EM EXERCÍCIO.
NA REUNIÃO DE CAMPANHA ELEITORAL, QUE JÁ É DO CONHECIMENTO DO SENHOR PATRIARCA DE LISBOA, A SENHORA PROVEDORA EM EXERCÍCIO PERMITIU-SE DIZER QUE O "PIONEIRO" É UM LOCAL DE RETIRO DEPOIS DE UM ANO ÁRDUO DE TRABALHO.
DISSE, PARA REFORÇAR ESTA SUA IDEIA, QUE TINHA DESLOCADO A COORDENADORA DO ARCO-IRIS PARA LÁ PORQUE ELA TINHA TIDO UM ANO DE MUITO TRABALHO E QUE PRECISAVA DE DESCANSO.
PORTANTO, QUEM QUISER IR PASSAR UNS DIAS AO RETIRO, FAÇA O FAVOR DE TRABALHAR ARDUAMENTE NO SEU GABINETE À PORTA FECHADA, BEM DEFUMADO E COM COMPANHIA, RECEBER DIVERSAS RECLAMAÇÕES DE PAIS NO LIVRO DE RECLAMAÇÕES, DAS QUAIS AINDA A SEGURANÇA SOCIAL NÃO SE PRONUNCIOU MAS QUE O TERÁ DE FAZER PROXIMAMENTE, E SERÁ PREMIADO COM UM ANO DE DESCANSO.
NÃO TEVE UMA PALAVRA DE APOIO ÀS DEMAIS COORDENADORAS, ALGUMAS DAS QUAIS SAÍRAM DA REUNIÃO ESCANDALIZADAS E CONVENCIDAS QUE COM ESTA GESTÃO SÓ PREVALECE A INCOMPETÊNCIA E O SERVILISMO.
COMEÇOU MAL A CAMPANHA ELEITORAL.
SERÁ UM DOS PONTOS A TRATAR NA ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA.
DISSE, PARA REFORÇAR ESTA SUA IDEIA, QUE TINHA DESLOCADO A COORDENADORA DO ARCO-IRIS PARA LÁ PORQUE ELA TINHA TIDO UM ANO DE MUITO TRABALHO E QUE PRECISAVA DE DESCANSO.
PORTANTO, QUEM QUISER IR PASSAR UNS DIAS AO RETIRO, FAÇA O FAVOR DE TRABALHAR ARDUAMENTE NO SEU GABINETE À PORTA FECHADA, BEM DEFUMADO E COM COMPANHIA, RECEBER DIVERSAS RECLAMAÇÕES DE PAIS NO LIVRO DE RECLAMAÇÕES, DAS QUAIS AINDA A SEGURANÇA SOCIAL NÃO SE PRONUNCIOU MAS QUE O TERÁ DE FAZER PROXIMAMENTE, E SERÁ PREMIADO COM UM ANO DE DESCANSO.
NÃO TEVE UMA PALAVRA DE APOIO ÀS DEMAIS COORDENADORAS, ALGUMAS DAS QUAIS SAÍRAM DA REUNIÃO ESCANDALIZADAS E CONVENCIDAS QUE COM ESTA GESTÃO SÓ PREVALECE A INCOMPETÊNCIA E O SERVILISMO.
COMEÇOU MAL A CAMPANHA ELEITORAL.
SERÁ UM DOS PONTOS A TRATAR NA ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA.
sexta-feira, 25 de Julho de 2008
A reunião de coordenadoras serviu de rampa de lançamento de candidatura
«Ainda não acabei o projecto iniciado», disse em bom português a Dra Eduarda Godinho na pretensa reunião com as coordenadoras das valências, seguida de lauto jantar, pago com as quotizações dos Irmãos, subsídios da Segurança Social e pelos Pais, que tantas queixas apresentam a esta Gestão e que têm sido a exclusiva fonte das minhas informações para o que escrevo nas páginas.
Será que o projecto é destruir a Santa Casa de Misericórdia?
Quem quererá alinhar nesse projecto?
Quem a apoiará, já que foi afirmado por muitos e bons Irmãos que nunca voltariam a cair na asneira de a apoiar.
O que irá dizer o Senhor Cardeal Patriarca quando receber esta informação?
No entanto, vai ser giro. Quero ver se aguenta até saírem algumas coisas que eu tinha guardado para final de festa e após a auditoria a umas empresas que está a ser feita pelas Finanças tendo, até, uma delas já apresentado falência.
Mas há muito mais. É só aguardar.
terça-feira, 22 de Julho de 2008
DISPENSAR EDUCADORAS DESTE CALIBRE NO JARDIM DE INFÂNCIA “O NOVO PINÓQUIO”, É OBRA!
NUNCA VI NA CONVIVÊNCIA QUE TENHO HÁ VINTE ANOS COM PAIS, CRIANÇAS, PESSOAL ADMINISTRATIVO, PESSOAL DOCENTE E COORDENADORAS UMA TAL UNANIMIDADE NA APRECIAÇÃO POSITIVA DO DESEMPENHO DE UMA FUNCIONÁRIA DE UMA VALÊNCIA.
RECEBI, A ESTE PROPÓSITO, E-MAILS DE PAIS E ENCARREGADOS DE EDUCAÇÃO MANIFESTANDO A ESTRANHEZA POR NÃO SE VER RENOVADO UM CONTRACTO COM UMA EDUCADORA QUE PRESTOU UM SERVIÇO DE REALCE JUNTO DAS CRIANÇAS.
TENHO CONHECIMENTO DE ABAIXO-ASSINADOS ENVIADOS À MESA ADMINISTRATIVA. TENHO CONHECIMENTO DA CORRESPONDÊNCIA DA MESMA FUNCIONÁRIA, DISPONIBILIZANDO-SE PARA CONTINUAR A PRESTAR SERVIÇO NA VALÊNCIA.
NÃO TENHO O GOSTO DE A CONHECER, PORQUE ENTENDI AFASTAR-ME DO CONVÍVIO NATURAL COM O PESSOAL DO JÂRDIM DE INFÂNCIA “O NOVO PINÓQUIO” HÁ ALGUM TEMPO, PARA NÃO O ENVOLVER NOS MEUS OBJECTIVOS E NOS MEUS PROPÓSITOS DE CANDIDATURA ÀS PRÓXIMAS ELEIÇÕES PARA OS ÓRGÃOS SOCIAIS DA IRMANDADE.
É ESTA INDEPENDÊNCIA QUE ME DÁ O DIREITO DE SER PORTA-VOZ DE MUITOS PAIS QUE ME ENVIARAM E-MAILS SOLICITANDO QUE FIZESSE REFERÊNCIA A ESTE FACTO, E AQUI FICA REGISTADO ESTE EXEMPLO DE FUNCIONÁRIA QUE MUITO FEZ PELA DIGNIFICAÇÃO DO TRABALHO DE EDUCADORA, QUE ERGUEU BEM ALTO O BOM NOME DA IRMANDADE E QUE SE VÊ, AGORA, PRETERIDA E DISPENSADA.
NÃO FICARIA NADA MAL A ESTA MESA ADMINISTRATIVA SE RECUASSE NESSA DECISÃO E SATISFIZESSE A LEGÍTIMA VONTADE DOS PAIS QUE ACREDITAM QUE ESTA FUNCIONÁRIA É UMA MAIS-VALIA PARA A SANTA CASA DA MISERICÓRDIA.
domingo, 20 de Julho de 2008
O Jornal O Sol já veio atrasado.
Para os interessados, e só para esses, saiu este fim-de-semana uma notícia sobre as eleições da Irmandade.
Quem deu estas informações para o jornal tinha outras intenções, mas a notícia perdeu actualidade, até porque há culpa de todos os que se envolveram nesta farsa de admissão de Irmãos.
Ou, agora, alguém quer passar por santo e convencer os demais que não houve participação de todos na marosca?
É para impressionar Sua Eminência o Senhor Cardeal Patriarca?
Já é muito tarde!
quarta-feira, 16 de Julho de 2008
O MP quer saber mais sobre o triste caso dos “piolhos”
Tomei conhecimento que o “assunto” dos piolhos mereceu incompletas declarações ao Ministério Público, que continua a mexer nesta queixa apresentada.
Segundo parece a Educadora da Sala, ausente dessa triste ocorrência, foi castigada com um dia de suspensão registado no seu cadastro, enquanto a Auxiliar, funcionária da Junta de Freguesia, mereceu a punição de aposentação compulsiva.
No entanto há uma terceira pessoa que facultou o isqueiro para esta Auxiliar deitar fogo à fralda embebida por álcool, que prestou incompletas declarações na PSP e viu a sua situação arquivada.
Não entendo, muito sinceramente, esta dualidade de critérios.
Uma é castigada com a máxima punição e a colega que lhe faculta o isqueiro (ou não é verdade?) vê passar em claro a conivência deste nojento e inconsciente acto.
Depois, temos uma Educadora castigada, Educadora essa que não é perdida nem achada na contratação de pessoal para consigo trabalhar, que é obrigada a aceitar o pessoal, preparado ou não, que lhe colocam na sala, e, por cima, tem que pagar pelas asneiras do mesmo.
Aqui há gato, mas a Educadora pode estar certa que o seu caso vai ser apreciado e revisto quando esta Mesinha Administrativa sair de cena.
Lá se vai o sossego no “Pioneiro”!
Os segredos guardados a duas chaves e meia sobre as transferências de coordenadoras(?) estavam tão bem guardados que toda a gente sabe e já serviu de comunicação oficiosa no ATL “Arco-íris”.
Ou seja, a Educadora Fátima Pessegueiro, no seguimento de uma transferência no passado com critérios bastante duvidosos vai, novamente, mudar de lugar, saindo do “Pioneiro” para o “São Marçal”, sendo previsível que regresse até ao final do ano de 2008 ao seu lugar em Algés, quando a nova Mesa Administrativa tomar posse.
Os Pais das crianças do “Arco-íris” vão finalmente ter sossego e vão ter como coordenadora a Educadora Madalena Machado, sendo previsível que se acabem com as visitas diárias à sede da Irmandade e as idas ao Oeiras Parque acompanhadas por outras duas coordenadoras(?).
Para premiar o seu "exemplar" trabalho no “Arco-íris”, sem quaisquer tipo de broncas, queixas e afins, como é possível colocar a Educadora Dolores a coordenar(?) o “Pioneiro”? Ao que obrigam certos valores!
A Educadora Patrícia Pinéu sai do “S. Marçal” e ingressa no “Tão Balalão” como coordenadora(?).
O famoso José Barreto vai regressar ao efectivo e ao directo, com funções no “Julieta Pimenta”.
Mas é melhor aguardar porque vai haver mais mudanças!
Para já, o dito popular que "as moscas mudam mas a ......... é sempre a mesma" enquadra-se perfeitamente nestas mudanças.
Qual o critério para estas mexidas? Iremos ver isso proximamente.
terça-feira, 15 de Julho de 2008
COMEÇARAM AS MUDANÇAS E OUTRAS VIRÃO!
O BANCO ALIMENTAR JÁ ESTÁ À RESPONSABILIDADE DE PESSOAS CAPAZES, PELO QUE É DE PREVER QUE SE ACABOU A BAGUNÇA NA DISTRIBUIÇÃO DOS BENS ALIMENTARES E OUTROS, SE BEM QUE AINDA HAJA ALGUMAS INTERFERÊNCIAS NA SUA GESTÃO.
OS MECENAS AGUARDAM A SUBSTITUIÇÃO DESTA MESA ADMINISTRATIVA PARA RECOMEÇAREM A APOIAR A IRMANDADE.
OS SUBSÍDIOS DA SEGURANÇA SOCIAL PODERÃO SER REANALISADOS.
JÁ HÁ MUDANÇAS PREVISTAS NA GESTÃO DOS ESTABELECIMENTOS, COM A APLICAÇÃO DO ESTATUTO DA CARREIRA DOCENTE. ISTO DE SE PAGAR O ORDENADO A UMA EDUCADORA PARA FAZER EXCLUSIVAMENTE SERVIÇO ADMINISTRATIVO VAI ACABAR PROXIMAMENTE.
NO ENTANTO, AS PRIMEIRAS ALTERAÇÕES SÃO AINDA FEITAS POR ESTA MESINHA QUE SERÃO ANULADAS DEPOIS, JÁ QUE SE PREVÊ QUE AS MESMAS SÃO COMO O DITADO, SÓ AS MOSCAS É QUE MUDAM. SAEM DE UM LADO PARA ESTRAGAR OUTRO.
HÁ A CONSCIÊNCIA DE ALGUNS “FUNCIONÁRIOS” QUE ESTÁ PARA BREVE O FINAL DO SEU REINADO.
HÁ MEDO EM POUCOS E ALÍVIO NA GRANDE MAIORIA DOS FUNCIONÁRIOS E COLABORADORES PELO MEU REGRESSO À IRMANDADE, JÁ QUE A AVALIAÇÃO DAS COMPETÊNCIAS DOS FUNCIONÁRIOS E COLABORADORES PASSARÁ A SER FEITA DE ACORDO COM AS SUAS HABILITAÇÕES E DESEMPENHO.
O MEDO E PAVOR PELO BUFO DO LADO ESTÁ A ACABAR.
A CONTRATAÇÃO DE PESSOAL PASSARÁ A SER POR CONCURSO, ACABANDO-SE O COMPADRIO E O PAGAMENTO DE FAVORES.
QUE SURPRESAS NOS TRARÃO UMA AUDITORIA ÀS OBRAS EFECTUADAS OU CONTRATADAS NOS DIVERSOS SERVIÇOS E VALÊNCIAS? JÁ SE ESTÁ A TRABALHAR NISSO E HAVERÁ NOVIDADES MUITO PROXIMAMENTE.
UMA ESTAÇÃO DE TELEVISÃO CONTACTOU-ME PARA FAZER REPORTAGEM SOBRE ESTAS MATÉRIAS.
ESTÁ PREVISTA A CONVOCAÇÃO DE UMA ASSEMBLEIA GERAL EXTRORDINÁRIA PARA SETEMBRO.
E A MESINHA ADMINISTRATIVA LÁ CONTINUA FELIZ E CONTENTE!
quarta-feira, 9 de Julho de 2008
"Certamente por lapso" (SIC)
Acuso a recepção da carta que fizeram o favor de me enviar e só tenho a lamentar que tenham, eventualmente, entendido que “certamente por lapso” (sic) tenha liquidado as quotas devidas se não fosse conhecedor de que sou Irmão de facto e de direito.
Então acreditam que eu ia esbanjar dinheiro numa conta de uma Santa Casa da Misericórdia para serem gastas em gasolinas em passeatas nocturnas, e outras, com o carro da Irmandade, horas extraordinárias esquisitas e outros gastos também mal explicados?
Mas acreditam mesmo?
Acreditam, também, no Pai Natal?
Eu compreendo o desespero e o vosso estado de alma mas, por favor, aguardem em gestão dos negócios correntes, já com atribuições bem definidas pelo Banco Alimentar ao que se seguirão outras em diversas áreas e, oportunamente, quando assim for entendido por bem, receberão as necessárias instruções para repor a legalidade da minha inscrição como Irmão da Irmandade.
Uma coisa continua a não ser devidamente esclarecida.
Porque é que não se demitem de vez e acabam com a agonia da Irmandade? O que é que os faz estarem tão agarrados ao poder e quais são os proveitos de se manter essa mesinha administrativa?
sexta-feira, 4 de Julho de 2008
LIQUIDAÇÃO DE QUOTAS
Face aos efeitos suspensivos sobre a minha ilegal expulsão da Santa Casa da Misericórdia de Oeiras pela aceitação pelo Supremum Signaturae Apostolicae Tribunal da Cidade do Vaticano de um processo nesse sentido (Prot. N.41233/08 CA), depositei na conta número 2151002965630 da CGD - Balcão de Oeiras da Santa Casa da Misericórdia de Oeiras, de acordo com a alínea a) do Artigo 9º do respectivo Compromisso, a importância de 125,00€ equivalente às quotas anuais de 25,00€ cada, respeitantes aos anos de 2004, 2005, 2006, 2007 e 2008.
Para os entendidos na matéria de Direito Canónico, este é o procedimento correcto para regularizar a minha situação como Irmão de pleno direito da Santa Casa da Misericórdia de Oeiras, já que os Tribunais Civis não são competentes para analisar e decidir sobre esta matéria.
Paulo Miranda
Irmão 1263

terça-feira, 1 de Julho de 2008
segunda-feira, 30 de Junho de 2008
A GESTÃO DE UMA MESINHA EM GESTÃO CORRENTE
PORQUE É QUE É QUE UMA MESA ADMINISTRATIVA REDUZIDA, EM GESTÃO PURA DE NEGÓCIOS CORRENTES, PRETENDE ALTERAR O SISTEMA INFORMÁTICO DA CONTABILIDADE?
SERÁ QUE QUER ESCONDER ALGUMA COISA?
JÁ FOI COMUNICADO À SEDE DA EMPRESA EM BRAGA, QUE BEM CONHEÇO POR SER DE FAMILIARES MEUS, PARA TEREM CUIDADO COM AS ALTERAÇÕES INTRODUZIDAS PORQUE VAI SER FEITA UMA AUDITORIA ÀS CONTAS MUITO PROXIMAMENTE E COMPARADOS OS DADOS COM OS DISTRIBUÍDOS PELOS IRMÃOS.
É ESTRANHO, NÃO É, NESTA ALTURA DO “CAMPEONATO”, QUANDO FALTAM POUCOS MESES PARA SAÍREM DE CENA?
OU PENSAM QUE COMPRARAM O LUGAR COMO JAZIGO PERPÉTUO?
terça-feira, 24 de Junho de 2008
MENSAGEM RECEBIDA, QUE PUBLICO SEM COMENTÁRIOS
RECEBI UMA MENSAGEM SOBRE A MINHA PÁGINA “E ESTA CARTA RECEBIDA PELOS CANDIDATOS A IRMÃO DA SCMO? QUE NÃO POSSO DEIXAR DE PUBLICAR, SEM FAZER QUAISQUER COMENTÁRIOS.
CADA UM QUE TIRE AS SUAS CONCLUSÕES.
"Anónimo disse...
Pelo que vi na carta que estão a mandar para os irmãos dizendo que é o despacho do patriarcado.
Passo a transcrever parte do despacho da sua Eminência Sr. Cardeal Patriarca de Lisboa.
“ Que seja considerado nulo este acto eleitoral”
“ Que até a realização do novo acto eleitoral não sejam feitas novas admissões”
“ Que sejam VERIFICADAS todas as admissões efectuadas entre 11 de Abril de 2007 e 1 de Março 2008, para garantir a sua legalidade. Uma vez concluído este processo, preparar-se-ão os cadernos eleitorais em ordem a realização de novo acto eleitoral, a realizar até finais de Novembro de 2008 “
O Patriarcado fala em verificar e não excluir.
Isto foi uma parte dita pelo patriarcado sei muito bem do que estou a dizer.
Agora pergunto a carta que a SCMO esta a mandar para os irmãos não diz isso, diz que temos que entregar o cartão de irmão e o comprovativo de pagamento da quota para ser reembolsado e depois diz para preencher nova inscrição isto da vontade de rir se o patriarcado diz que para não entrar novas admissões não compreendo ou compreendo estes órgãos social andam a brincar com a SCMO não querem é os irmãos la porque querem o poder a todo custo.
Também gostava de saber quais foram as irregularidades que a directora de serviços detectou? Será que tem competência para o cargo? Quais as habilitações que tem?
21 de Junho de 2008 16:47"
CADA UM QUE TIRE AS SUAS CONCLUSÕES.
"Anónimo disse...
Pelo que vi na carta que estão a mandar para os irmãos dizendo que é o despacho do patriarcado.
Passo a transcrever parte do despacho da sua Eminência Sr. Cardeal Patriarca de Lisboa.
“ Que seja considerado nulo este acto eleitoral”
“ Que até a realização do novo acto eleitoral não sejam feitas novas admissões”
“ Que sejam VERIFICADAS todas as admissões efectuadas entre 11 de Abril de 2007 e 1 de Março 2008, para garantir a sua legalidade. Uma vez concluído este processo, preparar-se-ão os cadernos eleitorais em ordem a realização de novo acto eleitoral, a realizar até finais de Novembro de 2008 “
O Patriarcado fala em verificar e não excluir.
Isto foi uma parte dita pelo patriarcado sei muito bem do que estou a dizer.
Agora pergunto a carta que a SCMO esta a mandar para os irmãos não diz isso, diz que temos que entregar o cartão de irmão e o comprovativo de pagamento da quota para ser reembolsado e depois diz para preencher nova inscrição isto da vontade de rir se o patriarcado diz que para não entrar novas admissões não compreendo ou compreendo estes órgãos social andam a brincar com a SCMO não querem é os irmãos la porque querem o poder a todo custo.
Também gostava de saber quais foram as irregularidades que a directora de serviços detectou? Será que tem competência para o cargo? Quais as habilitações que tem?
21 de Junho de 2008 16:47"
segunda-feira, 16 de Junho de 2008
AINDA ESTÃO A TEMPO DE SAIR COM UM MÍNIMO DE DIGNIDADE.
Tenho a certeza que, por este caminho e porque esta Mesa Administrativa quer eternizar-se no lugar, deverá ser necessário ouvir o que um antigo motorista, o Pedro, tem para contar. Mas ainda é ceeeeeeeedo!
Depois, temos a previsibilidade da corda vir a partir-se no Banco Alimentar muito em breve, até porque a sua Directora Dra Isabel Jonet, também vai tomar algumas atitudes, que agora me dispenso de enumerar, para ser uma surpresa dela, já que é admitida a suspensão de fornecimentos à SCMO se não forem cumpridas as regras por ela estabelecidas.
A propósito, os cartões de antigos beneficiários ainda estão a uso? E por quem?
E sobre uns orçamentos de obras e serviços, que iremos examinar profundamente quando assumirmos o direito de verificar essas contas, de dois conhecidos empreiteiros que toda a gente conhece?
Na altura própria falarei destes três casos.
E O BURRO SOU EU, NÉ?
Então continua a palhaçada e a impunidade daqueles “Irmãos”!
Por um lado dizem que eu minto ao afirmar que a situação financeira da Santa Casa da Misericórdia de Oeiras está caótica, mas, por outro lado, despede-se funcionários por esse mesmo motivo.
Estaremos atentos se esta não é uma manobra para meter no seu lugar mais um protegido, um “minino partidário” ou mesmo um familiar de algum amigo dos serviços prisionais, eventualmente reformado, para tirar o lugar a um jovem com dois filhos menores para criar.

Por um lado dizem que eu minto ao afirmar que a situação financeira da Santa Casa da Misericórdia de Oeiras está caótica, mas, por outro lado, despede-se funcionários por esse mesmo motivo.
Estaremos atentos se esta não é uma manobra para meter no seu lugar mais um protegido, um “minino partidário” ou mesmo um familiar de algum amigo dos serviços prisionais, eventualmente reformado, para tirar o lugar a um jovem com dois filhos menores para criar.

PAGA AS QUOTAS, SENÃO NÃO HÁ DINHEIRO PARA GASTAR NAS GASOLINAS, PERCEBES?
Sobre outras cartas enviadas aos Irmãos, também ameaçam com a expulsão quem deve, pasme-se, um ano de quotas.
Ou seja, a Santa Casa em vez de apelar ao espírito de Irmão, pedir humildemente para que todos ajudem a ultrapassar a crise financeira instalada, ameaça com EXPULSÃO quem não pagar as quotas atempadamente.
Será que, agora, necessitam de dinheiro para pagar as gasolinas do carro que é utilizado para fins pessoais por um mesário?
Ainda pensam que é mentira?
Posso publicar a fotografia desse carro hoje mesmo estacionado em sítio proibido no cemitério de Oeiras.
O que é que a Câmara Municipal de Oeiras faz quando entram viaturas particulares, neste caso da SCMO, no cemitério?
Nada, parece!
Porque será que a Dra Zalinda Campilho não actua, mesmo com os dados que já tem na sua posse?







